sábado, 17 de junho de 2017

Lição adultos CPAD Jesus supremo carater 2 trim-2017 n.13


Data da aula 25 de Junho de 2017
Trimestre 2 de 2017


Texto Áureo
"[...] E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Is 9.6)

Verdade Prática
Como Homem, Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito, suportando as fraquezas humanas, sem dar lugar ao pecado.


LEITURA DIÁRIA

Segunda - Jo 1,2: Jesus, o Verbo de Deus
Terça - Gn 3.15: Jesus, a semente da mulher
Quarta - Jo 1.14: Jesus, o Unigénito do Pai
Quinta - At 10.38: Jesus, ungido por Deus
Sexta - Jo 14.6: Jesus, o caminho, a verdade e a vida
Sábado - Mt 24.30: Jesus voltará "com poder e grande glória"

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 1.18, 21-23; 3.16,17

18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.
21 E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.
22 Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz;
23 Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
MATEUS 3.16,17:

16 E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
17 E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.

HINOS SUGERIDOS: 3,41, 412 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
Mostrar que Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apresentar Jesus de Nazaré como Filho do Homem;
Apontar o ministério e caráter supremo de Jesus;
Explicar a respeito da morte, ressurreição e volta de Cristo.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Prezado professor, vamos concluir o trimestre estudando a respeito do Ho-mais importante de todos os tempos — Jesus. Sua vinda a este mundo se deu deforma sobrenatural e foi tão significativa e marcante que a História foi dividida em duas partes: antes de Cristo e depois. Como Homem, Jesus teve um desenvolvimento e um caráter perfeito que refletia a sua natureza divina. Até os 30 anos, Ele viveu como todo judeu. Foi apresentado no Templo por seus pais, participou das festas judaicas, trabalhou como carpinteiro, pagou impostos e teve uma vida sociável, indo a jantares na casa dos amigos e a festas de casamento. Por isso, Jesus deve ser nosso modelo e referência como Homem e servo. Que possamos seguir sempre os seus passos, glorificando o seu nome.

PONTO CENTRAL
Como Homem, Jesus demonstrou ter um caráter perfeito.

INTRODUÇÃO

Nesta lição, refletiremos a respeito de Jesus, o Homem de caráter perfeito. É impossível descrever a grandeza de lua personalidade e do seu caráter com palavras meramente humanas. Sua entrada no seio da raça humana, que se achava em miséria espiritual, não somente significou Deus entre nós, o Emanuel (Mt 1.23), mas o cumprimento da promessa do Criador de redimir o homem no Éden. Ele se humanizou como "a semente da mulher" que haveria de ferir a cabeça do Diabo (Gn 3.15).

I - JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM

1. Sua origem humana.

Jesus se fez homem a fim de remir o homem perdido, através do mistério da encarnação. Ele, o Verbo Divino se fez carne "e habitou entre nós" (Jo 1.14). Ele nasceu como homem no tempo (gr. Kairós) de Deus. Diz Paulo: "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (Gl 4.4,5).

2. Sua entrada no mundo.

Foi marcada por eventos de caráter espiritual e humano de grande significado. O anjo Gabriel foi enviado à pequena cidade de Nazaré, na Galileia, para anunciar à jovem Maria que ela seria mãe do Salvador do mundo, e que Ele seria gerado pelo Espírito Santo (Lc 1.30,31; 34,35). Ao ser concebido Jesus se fez Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.

3. Seu desenvolvimento humano e espiritual.

Seu caráter singular é modelo e referência para todos os homens em todos os lugares e em todos os tempos. Em sua infância e adolescência, sua criação foi esmerada: "E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Ora, todos os anos, iam seus pais a Jerusalém, à Festa da Páscoa" (Lc 2.40,41). Dos doze aos trinta anos, Jesus exerceu o ofício de carpinteiro, aguardando o momento de iniciar seu ministério terreno em prol da salvação da humanidade. Seu caráter humano refletia a sua natureza divina.
Ele foi apresentado ao mundo como "O Verbo" que "era Deus", sendo Criador de todas coisas, pois "Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez" (Jo 1.1-3).


SÍNTESE DO TÓPICO l
Jesus de Nazaré foi e é o Filho do Homem.

SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
Filho do Homem

De todos os seus títulos, 'Filho do Homem' é o que Jesus preferia usar a respeito de si mesmo. E os escritores dos evangelhos sinóticos usam a expressão 69 vezes. O termo 'filho do homem' tem dois possíveis significados principais. O primeiro indica simplesmente um membro da humanidade. E, neste sentido, cada um é um filho do homem. Tal significado era conhecido nos dias de Jesus e remonta (pelo menos) aos tempos do livro de Ezequiel, onde é empregada a fraseologia hebraica bem' adam, com significado quase idêntico. Essa expressão, na realidade, pode até mesmo funcionar como o pronome da primeira pessoa do singular, 'eu' (cf. Mt 16.13).
Por outro lado, a expressão é usada também a respeito da personagem profetizada em Daniel e na literatura apocalíptica judaica posterior. Essa personagem surge no fim dos tempos com uma intervenção dramática, a fim de trazer a este mundo a justiça de Deus, o seu Reino e o seu julgamento. Daniel 7.13,14 é o texto fundamental para esse conceito apocalíptico"! (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 310).

II - SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO

1. O caráter exemplar de Jesus.

Em seu ministério, Jesus demonstrou aspectos do seu caráter que são referência e modelo para todos os que o aceitam como Senhor e Salvador. Suas ações revelam tanto o lado divino como o lado humano de sua personalidade marcante e singular.

a) Humildade e mansidão.

Para iniciar o seu ministério, foi até o rio Jordão para ser batizado por João Batista. Este sentiu-se constrangido, dizendo que Jesus é que deveria batizá-lo. Mas Jesus insistiu com João para que o balizasse, a fim de cumprir "toda a justiça" (Mt 3.13-15). Ele implantou a "escola da mansidão e da humildade", convidando a todos para aprenderem com Ele (Mt 11.28-31). Sendo Deus, Criador e Senhor, despojou-se de seus atributos divinos, tornou-se homem e servo, humilhando-se "até à morte" (Fp 2.6-8). Jesus surpreendeu os discípulos quando fez um trabalho de escravo, lavando os pés de todos eles (Jo 13.3-5). Mansidão e humildade são requisitos indispensáveis para quem quer ser discípulo de Jesus.

b) Misericórdia e compaixão.

Ele teve compaixão das multidões, que andavam desgarradas como ovelhas sem pastor (Mt 9.36). Curou muitos que sofriam com enfermidades (Mt 14.14). Ele se compadeceu das pessoas famintas (Mt 15.32). Na parábola do Bom Samaritano, Jesus pôs em evidência a insensibilidade dos religiosos que não tinham compaixão pelos caídos à beira do caminho (Lc 10.30-37). Hoje, infelizmente, muitos que se dizem cristãos têm mais preocupação com riquezas, posições e prestígio pessoal do que com as almas atacadas pelo Maligno.

c) Espírito pacificador.

Jesus conhecia bem a natureza humana sujeita as desavenças e desentendimentos, mesmo entre os irmãos. Por isso, Exortou: "Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, vai reconciliar-te primeiro com teu Irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta" (Mt 5.23,24). De forma mais prática, ele reproduziu a mensagem do salmo 133, tão esquecida nos dias atuais. Paulo aconselha-nos a ter paz com todos, sempre que possível (Rm 12.8; Hb 12.14).

2. Na prática, Ele demonstrou o leu imenso amor pelos pecadores.
Os fariseus queriam matar a mulher adúltera. Jesus a perdoou e ordenou que não pecasse mais (Jo 8.11). Aos seus discípulos, ensinou: "Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor" (Jo 15.9). Ele declarou ao doutor da lei que o maior dos mandamentos é amar a Deus acima de tudo, e o segundo, é amar ao próximo como a si mesmo (Mt 22.34-40). O amor é "a marca do cristão" (Jo 13.34,35).

3. Seu caráter é referência para a Igreja.

Ele disse: "Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também" (Jo 13.15). Em seu aspecto espiritual, como corpo de Cristo, a Igreja não tem defeito. Ela é "igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível" (Ef 5.27). No aspecto humano, porém, como organização existem as "igrejas", formadas por homens mortais, falíveis e sujeitos a erros e pecados. Jesus é "o caminho, e a verdade, e a vida" (Jo 14.6).

SÍNTESE DO TÓPICO II
Como Filho do Homem, Jesus teve um ministério e caráter supremo.

SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
O Ministério Terreno de Cristo

Cristo se fez Homem e Servo. Sendo rico, fez-se pobre; sendo santo, foi feito pecado (2 Co 5.21). Fez-se maldição (Gl 3.13) e foi contado com os transgressores. Sendo digno, consideraram indigno. Foi, ainda, feito menor que os anjos, que devem ter ficado espantados ao verem Deus encarnado, como servo, sendo tentado, sofrendo escárnio e crucificado. Mas, depois de tudo, viram entronizado e glorificado.

Após seu batismo, Jesus inicia seu ministério. João Batista não via necessidade de que Ele fosse batizado: sentiu-se inferior e sabia que Jesus não tinha pecado — Ele não precisaria passar por um batismo de arrependimento nem tinha de que se arrepender, mas Jesus fez questão de ser batizado, num ato de obediência e para cumprir toda a justiça, deixando-nos o exemplo (Mt 3.14,15). Seu ministério foi exercido na plenitude do Espírito. Após ter sido batizado por João, Jesus foi impelido pelo Espírito Santo, a fim de jejuar quarenta dias e quarenta noites no deserto. Nesta fase de jejum, oração e meditação num lugar solitário, preparado pelo Espírito Santo, Ele teve o seu preparo espiritual.

O ministério de Jesus durou cerca de três anos. O cálculo da duração é feito com base nas festas pascais em que Ele esteve. O início de seu ministério se deu na véspera de uma Páscoa; depois, participou de mais duas e morreu na véspera de outra. O primeiro ano foi o da obscuridade; o segundo, o do favor público e o terceiro, o da oposição" (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática Pentecostal. 1.ed, Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 142).

Ill - A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO

1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor.

O significado de sua morte pode ser resumido no que Ele próprio disse a Nicodemos: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que' deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16). Através de sua morte, Jesus, fiel Sumo Sacerdote, propiciou a reconciliação do homem com Deus (Hb 2.17). Na cruz, Ele revelou o auge de seu caráter amoroso e perdoador. Antes do último suspiro, clamou a Deus: "E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem [...]" (Lc 23.34).

2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória.
Na ressurreição, o caráter humano foi absorvido pelo caráter divino. Se para fazer-se homem despojou-se de sua glória, na ressurreição retomou a plenitude de sua grandeza divina, e venceu todas as forças do mal, resultantes da Queda do homem (1Co 15.19-26).

SÍNTESE DO TÓPICO III
Jesus veio ao mundo, morreu, ressuscitou e voltará novamente para buscar aqueles que são seus.

CONHEÇA MAIS
Jesus

"O ministério terreno de Jesus começou na cidade de Belém, na província romana da Judeia. A ameaça à vinda do Rei Jesus, quando menino, levara José a reunir a família e fugir para o Egito, mas, ao retornarem. Deus recomendou que se estabelecessem em Nazaré, na Galiléia. Com aproximadamente 30 anos, Jesus foi balizado no rio Jordão e, logo depois, foi tentado por Satanás no deserto da Judeia. Então, Jesus principiou seu trabalho em Cafarnaum, e passou a ministrar por toda a Israel, proferindo parábolas, ensinando sobre o Reino e curando os enfermos." Para conhecer mais leia. Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, p. 1210.

SUBSÍDIO CRISTOLÓGICO
A morte de Cristo foi voluntária

"Jesus não foi forçado à cruz. Nada fez contra a sua vontade. Submeteu-se à aflição espontaneamente. Humilhou-se até à morte, e morte de cruz. Deixou-se crucificar. Que graça espantosa por parte daquEle que tudo podia fazer para evitar tamanho suplício. Ele tinha o poder de entregar a sua vida e tornar a toma-la — e de fato fez isso. Sim, eterno Salvador não foi forçado ao Calvário, mas atraído para ele, por amor a Deus e à humanidade perdida.

Sua morte foi vicária e sem dúvida, o profeta Isaías tinha em mente o cordeiro pascal, oferecido em lugar dos israelitas pecadores. Sobre a cabeça do cordeiro sem mancha realizava-se uma transferência dupla. Primeiro, assegurava-se o perdão divino mediante o santo cordeiro, oferecido e morto. Segundo, o animal, sendo assado, servia de alimentação para alimentar o povo eleito. O sacrifício de Cristo foi duplo: morreu para nos salvar, e ressuscitou para nossa justificação. Cristo também é o Pão da vida, o nosso 'alimento diário'.

Sua morte foi cruel. Ele foi levado ao matadouro, esta palavra sugere brutalidade. Não é de admirar que a natureza envolvesse a cruz em um manto de trevas, cobrindo, assim, a maldade dos seres humanos.

José de Arimateia, conseguiu permissão de Pilatos para tirar o corpo da cruz. E, com Nicodemos, levando quase cem arráteis dum composto de mirra, aloés, envolveram o corpo do Senhor em lençóis com as especiarias, como era costume dos judeus. Havia no horto daquele lugar um sepulcro em que ainda ninguém havia sido posto. Ali puseram Jesus (Jo 19.38-42). Sepultar os mortos era considerado um ato de piedade. Também era comum que se sepultassem os mortos no mesmo dia de seu falecimento. O corpo de um homem executado não tinha permissão de ficar pendurado na cruz a noite inteira (Dt 21.23), pois isso, para a mente judaica, poluiria a terra. Às seis horas, começaria o sábado da semana da Páscoa, durante a qual estava proibida qualquer execução" (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática Pentecostal. 1.ed, Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 156).

CONCLUSÃO

Jesus é o maior e mais excelente personagem da História. Não é fácil descrevê-lo, não tanto por falta de dados e informações, mas por causa de sua grandeza, de sua personalidade singular e de seu caráter inigualável. Não poderia ser diferente. "Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência" (Cl 1.16-18).

PARA REFLETIR

A respeito de Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter, responda:
 Para que Jesus se fez homem?
Para remir o homem perdido.
 Que fez Jesus dos doze aos trinta anos?
Ele exerceu o ofício de carpinteiro, aguardando o momento de iniciar seu ministério.
 Que revelam as ações de Jesus em seu ministério?
O lado divino e o lado humano de sua personalidade singular.
 Cite algumas características do caráter de Jesus como homem perfeito.
Humilde, manso, misericordioso, pacificador.
 Como Jesus demonstrou seu amor pelos homens?
Ele demonstrou seu amor na prática.
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com

Subsidio adultos CPAD n.13 Jesus supremo carater


SUBSIDIO ADULTOS CPAD N.13 JESUS SUPREMO CARATER

                     Professor Escritor Mauricio Berwald
Verso 16 

Mateus 3:16 . Da água. Marcos: 'fora de'. Provavelmente estavam na água, mas, como ambas as contas não afirmam, esse não é o fato essencial.E eis que os céus foram abertos. Como, não pode ser explicado. Sem dúvida alguma aparência milagrosa no céu. Lange até sugere que as estrelas apareceram. 
"O céu, que foi fechado pelo primeiro Adão, é aberto novamente no segundo".A ele e ele viu, ou seja, Jesus; Embora João também o tenha visto ( João 1:33 ). As duas afirmações não são contraditórias, mas apontam para uma aparência real, visto por ambas as pessoas que estavam preocupadas com esta solene inauguração.
 "A Ele" também pode significar "para ele", para sua vantagem.Saiu imediatamente da água . Um perderia a primeira vista por uma razão pela qual o Evangelista deve relacionar esta circunstância; Pois depois da administração foi administrada, por que ele deveria ficar na água? O que ele deveria fazer lá? Todos, naturalmente e razoavelmente, concluíram, sem a menção de tal circunstância, que assim que o seu batismo acabasse, ele imediatamente iria sair da água. No entanto, nós aprendemos isso com isso, que, como se diz, que ele saiu da água, ele deve primeiro ter caído nisso; Deve estar nele e foi batizado nele; Uma circunstância fortemente favorável ao batismo por imersão: para que Cristo desça no rio, mais ou menos profundo, até os tornozelos, ou até os joelhos, para que John roice água no rosto ou despeje-o sobre a sua cabeça, Como é ridiculamente representada nas estampas, dificilmente pode obter crédito com pessoas de pensamento e sentido. Mas a visão principal do Evangelista em relação a esta circunstância, é em relação ao que se segue; E para mostrar que assim que Cristo foi batizado, e antes que ele tivesse saído bem da água,

O Espírito de Deus. Somente uma Pessoa poderia estar assim incorporada.Descendente como uma pomba. Lucas diz: "de forma corporal, como uma pomba". Esta afirmação, na qual os quatro evangelistas concordam, deve ser entendida literalmente. Uma encarnação temporária do Espírito Santo ocorreu para inaugurar publicamente o nosso Senhor como o Messias. A aparência acidental, ou mesmo providencial, de uma pomba real não exigiria menção tão marcada nos quatro Evangelhos. A pomba simboliza a gentileza perfeita, a pureza, a plenitude da vida e o poder de comunicá-la.
Chegando sobre ele. João ( João 1:32 ) diz: "Ele morreu sobre ele"; O sinal externo era temporário, a unção era permanente. Seu ministério ativo agora começa.O batismo com o Espírito Santo de "concebido pelo Espírito Santo", é um mistério divino. Em uma só luz, era o sinal externo do que já era dele. Ao mesmo tempo, nosso Senhor teve um desenvolvimento humano (comp. Lucas 2:40 ; Lucas 2:52 ; Hebreus 5: 8 ). Isso pode nos ajudar a apreender o fato de que o Filho de Deus se tornou um homem real, para considerar este evento como marcando a idade da maturidade; A realização da plena consciência de sua natureza e missão como Deus-Homem e Salvador. Chegou a hora de que Ele começasse o Seu trabalho oficial, esse tempo foi marcado pelo sinal visível do Espírito Santo, aqui -disse-se; O Espírito Divino agora entrou "em uma nova relação com o Filho Encarnado", em relação à obra da salvação,

Mateus 3:17 . E e ai , uma voz fora dos céus.

 Ouvido por todos os que estavam de pé, como no monte da transfiguração (cap. Mateus 17: 5 ).Isto é. Uma declaração a John que "este é" o Messias. Mateus, que presta especial atenção à prova do Messias de Jesus, provavelmente dá a linguagem exata; Mark e Luke dão a substância: "Tu és".Meu Filho amado, iluminado: "Meu Filho, o amado!" Usado em um sentido único. Ninguém mais era ou poderia ser um "Filho", ou "Amado", como era essa Pessoa. A natureza divina e a Filiação eterna de Cristo estão obviamente implícitas.Em quem. Esta cláusula é tirada de Isaías 42: 1 . Veja a cotação direta no cap. 12, 18.Fiquei bem satisfeito. A cláusula pode ser parafraseada: "Sobre quem eu reparei meu deleite". Isso significa complacência perfeita. O original indica um tempo passado, não um estado contínuo.
 O último sentido é possível, declarando o eterno e bom prazer do Pai no Filho, mas isso seria apenas uma repetição da declaração anterior. O sentido mais gramatical aponta para a complacência do Pai no Filho, quando Ele assumiu o cargo de Mediador (comp. Ephesians 1: 4 , John 17:24 ). Daí a referência é para o passado, não para o tempo de seu batismo. Sua preexistência está implícita, e o significado é particularmente apropriado nas circunstâncias. A Divindade eternamente existente como a Trindade foi manifestada, como Pai, Filho e Espírito Santo, para nós e para nós nesta ocorrência, Como em toda a economia da redenção. A revelação da Trindade no batismo de Jesus dá um significado especial à fórmula do batismo: 'in' (ou 'into') 'o nome do Pai', etc. Por este atestado para a Sua Filiação e Messiahship, Jesus foi ungido Como Profeta, Sacerdote e Rei. Que tal ocasião deveria envolver acontecimentos milagrosos. O sobrenatural torna-se natural na vida de uma pessoa humana divina.
Os céus foram abertos para ele ; O céu arejado era material e realmente aberto, dividido, alugado ou cortado, como em Marcos 1:10Marcos 1:10, que deu lugar à descida visível do Espírito Santo em uma forma corporal. Ocorre aqui uma dificuldade, se as palavras "para ele" devem ser encaminhadas para Cristo, ou para João; Sem dúvida, a abertura dos céus foi vista por ambos: mas para mim parece que João é particularmente desenhado, uma vez que essa visão foi sobre sua conta, e por sua causa, e para ele as seguintes palavras pertencem; "E ele", isto é,João, viu o Espírito de Deus descendo como uma pomba e iluminando-se sobre ele ; porque isto é o que foi prometido a João, como um sinal, que deve confirmar sua fé em Jesus, como o verdadeiro Messias, e que ele mesmo diz que viu E sobre o qual ele baseou o registro e o testemunho que ele levou a Cristo, como o Filho de Deus; Veja João 1:32 não, mas que a descendência do Espírito Santo dessa maneira pode ser vista por Cristo, assim como por João, segundo Marcos 1:10 . 
O Espírito de Deus, aqui dito para descer e iluminar Cristo, é o mesmo, que na primeira criação se moveu sobre a face das águas; E agora desce em Cristo, assim como ele saiu das águas do Jordão, onde ele foi batizado; E quais os judeusF18Muitas vezes chamam המשיח רוח של מלד , "o Espírito do rei Messias e o espírito do Messias". 
A descida dele estava em "forma corporal", como Lucas diz em Lucas 3:22, quer na forma de uma pomba, que é um emblema muito apto do Espírito de Deus que desceu, e seus frutos, como a simplicidade , Mansidão, amor, etc. E também da pomba-como a inocência, humildade e afeição de Cristo, sobre quem iluminou; Ou estava em alguma outra forma visível, não expressa, que se parecia muito com a inclinação e a iluminação de uma pomba sobre qualquer coisa: pois isso não é necessariamente decorrente de nenhuma das contas que os Evangelistas dão a este assunto, que o Espírito Santo assumiu, Ou apareceu, na forma de uma pomba; Só que sua descida visível e iluminação em Cristo era ωσει περιστερα , como uma pomba desce, paira e luzes; Que não designa necessariamente a forma da criatura, mas a maneira de seu movimento. 
No entanto, quem pode ler este relato sem pensar na pomba de Noé, que trouxe na boca a folha de azeitona, símbolo de paz e reconciliação, quando as águas foram abatidas da Terra? Me de licença para transcrever uma passagem que conheci no livro do Zohar Quando as águas foram diminuídas da terra? Me de licença para transcrever uma passagem que conheci no livro do Zohar Quando as águas foram diminuídas da terra? Me de licença para transcrever uma passagem que conheci no livro do Zohar;"Uma porta será aberta, e dela sairá a pomba que Noé enviou nos dias do dilúvio, como está escrito," e ele enviou a pomba ", a famosa pomba, mas os antigos não falam Disso, porque eles não sabiam o que era, apenas de onde veio, e fez a sua mensagem, como está escrito: "não voltou mais para ele": ninguém sabe para onde foi, mas retornou à sua Lugar, e foi escondido dentro desta porta, e tomará uma coroa na sua boca, e colocá-lo sobre a cabeça do rei Messias.E um pouco depois, diz-se que a pomba permanece em sua cabeça, e ele recebe glória dele. Se estes são os restos de alguma tradição antiga, esses homens ocultaram cuidadosamente, quanto à abertura dos céus, e a descida do Espírito de Deus, como uma pomba, sobre o Messias; Ou se é lançado fora da história evangélica, deixe o leitor julgar.

Verso 17 
E eis, uma voz do céu, dizendo : ... Ao mesmo tempo, os céus foram abertos, e o Espírito de Deus desceu como uma pomba, e iluminou-se em Cristo, e enquanto ele morava sobre ele, uma voz extraordinária era ouvida ; Daí a nota de atenção e admiração, "lo", é prefixada, como antes, para a abertura dos céus; Sendo o que era incomum e surpreendente; E como denotando algo a ser expresso de grande momento e importância. Os judeus, a fim de tornar essa circunstância menos considerável, e acreditar, que essas vozes do céu ouvidas no tempo de Jesus, e em relação a ele eram coisas comuns, inventaram muitas histórias sobre בת קול משמים , "A voz", ou "a filha da voz do céu";os palavras são,Quem está apto a ter o Shekinah nele; Mas porque sua geração não era digna, portanto, os sábios puseram seus olhos em Samuel, o pequeno. 
Eu citei esta passagem em geral, em parte porque, de acordo com eles, conserta a data e o uso da "voz"; E em parte, porque oferece exemplos disso, portanto, não é necessário mencionar mais; Pois, seria sem fim repetir as várias coisas faladas por ela; Como encorajar Herodes a se rebelar e aproveitar o reino de seu mestreF21; Proibindo Ben Uzziel de prosseguir com sua paráfrase no Hagiographa, ou livros sagrados, quando ele terminou o seu Targum sobre os profetas; Declarando as palavras de Hillell e Shammai como as palavras do Deus vivo; Significando a concepção, nascimento e morte dePessoas e similares; Tudo o que parece ser mera ficção e imaginação, delírios diabólicos ou imitações satíricas desta voz, que agora era ouvida, para diminuir o crédito disso. Mas, para prosseguir; Essa extraordinária voz do céu, que se formou em sons articulados por causa de João; E, de acordo com os outros Evangelistas, foi dirigida a Cristo, Marcos 1:11 expressou as seguintes palavras: "este é meu Filho amado". "Esta" pessoa, que tinha sido batizada em água, de quem o Espírito Santo agora descansava, não é outro que o Filho de Deus na natureza humana; Que ele assumiu, para ser obediente a isso e toda a vontade de seu Pai: ele é o próprio "filho" próprio, não pela criação, como anjos e homens; Nem por adoção, como santos; Nem pelo escritório, como magistrados; Mas de tal forma que não é outra filiação: ele é o Filho de Deus natural, essencial e unigênito; Seu amado Filho, a quem o Pai amou desde a eternidade, como seu próprio Filho; A imagem de si mesmo, da mesma natureza com ele, e possuía as mesmas perfeições; A quem ele amou, e continuou a amar a tempo, embora vestida com a natureza humana, e as enfermidades dela; Aparecendo à semelhança da carne pecaminosa; Estando em seu estado de humilhação, ele o amava por meio dele, e todas as dores e sofrimentos que o acompanhavam. Cristo sempre foi, e sempre será considerado, tanto em sua pessoa como o Filho de Deus, como em seu ofício como mediador, o objeto de seu amor e deleite; Por isso, ele acrescenta: Como seu próprio Filho; A imagem de si mesmo, da mesma natureza com ele, e possuía as mesmas perfeições; A quem ele amou, e continuou a amar a tempo, embora vestida com a natureza humana, e as enfermidades dela; Aparecendo à semelhança da carne pecaminosa; Estando em seu estado de humilhação, ele o amava por meio dele, e todas as dores e sofrimentos que o acompanhavam. Cristo sempre foi, e sempre será considerado, tanto em sua pessoa como o Filho de Deus, como em seu ofício como mediador, o objeto de seu amor e deleite; Por isso, ele acrescenta: Como seu próprio Filho; A imagem de si mesmo, da mesma natureza com ele, e possuía as mesmas perfeições; A quem ele amou, e continuou a amar a tempo, embora vestida com a natureza humana, e as enfermidades dela; Aparecendo à semelhança da carne pecaminosa; Estando em seu estado de humilhação, ele o amava por meio dele, e todas as dores e sofrimentos que o acompanhavam. 

Cristo sempre foi, e sempre será considerado, tanto em sua pessoa como o Filho de Deus, como em seu ofício como mediador, o objeto de seu amor e deleite; Por isso, ele acrescenta: E todas as dores e sofrimentos que a acompanharam. Cristo sempre foi, e sempre será considerado, tanto em sua pessoa como o Filho de Deus, como em seu ofício como mediador, o objeto de seu amor e deleite; Por isso, ele acrescenta: E todas as dores e sofrimentos que a acompanharam. Cristo sempre foi, e sempre será considerado, tanto em sua pessoa como o Filho de Deus, como em seu ofício como mediador, o objeto de seu amor e deleite; Por isso, ele acrescenta:
Em quem me agrada muito . Jeová, o Pai, tomou infinito deleite e prazer nele como seu próprio Filho, que estava em seu seio diante de todos os mundos; E estava satisfeito com ele na relação de escritório e capacidade : ele estava satisfeito com ele como seu Filho, e deleitado com ele como seu servo, Isaías 42: 1 ele ficou satisfeito com a sua suposição de natureza humana; Com toda a sua obediência à lei; E com o seu alcance a pena e maldição, na sala e em lugar do seu povo: ele estava satisfeito com e pela justiça, sacrifício e expiação; Pelo qual sua lei foi cumprida, e sua justiça satisfeita. Deus não está apenas satisfeito e com o seu Filho, mas com todo o seu povo, como considerado nele; Nele ele os ama, se deleita com eles, é pacificado em relação a eles e aceita graciosamente. Seria quase imperdoável, não tomar conhecimento do testemunho aqui dado à doutrina da Trindade; Como uma voz foi ouvida do "pai" no céu, testemunhando "o Filho" na natureza humana na terra, sobre quem "o Espírito" desceu e agora morava. 
Os antigos consideravam isso tão claro e completo uma prova dessa verdade, que costumavam dizer; Vá para o Jordão, e aprenda a doutrina da Trindade. Acrescente a tudo isso, que, uma vez que esta declaração foi imediatamente após o batismo de Cristo, mostra que o Pai dele aprovou altamente e ficou satisfeito com a submissão a essa ordenança; E que deve ser um motivo encorajador para todos os crentes para segui-lo nele. Como uma voz foi ouvida do "pai" no céu, testemunhando "o Filho" na natureza humana na terra, sobre quem "o Espírito" desceu e agora morava.
 Os antigos consideravam isso tão claro e completo uma prova dessa verdade, que costumavam dizer; Vá para o Jordão, e aprenda a doutrina da Trindade. Acrescente a tudo isso, que, uma vez que esta declaração foi imediatamente após o batismo de Cristo, mostra que o Pai dele aprovou altamente e ficou satisfeito com a submissão a essa ordenança; E que deve ser um motivo encorajador para todos os crentes para segui-lo nele. Como uma voz foi ouvida do "pai" no céu, testemunhando "o Filho" na natureza humana na terra, sobre quem "o Espírito" desceu e agora morava. Os antigos consideravam isso tão claro e completo uma prova dessa verdade, que costumavam dizer; Vá para o Jordão, e aprenda a doutrina da Trindade. 
Acrescente a tudo isso, que, uma vez que esta declaração foi imediatamente após o batismo de Cristo, mostra que o Pai dele aprovou altamente e ficou satisfeito com a submissão a essa ordenança; E que deve ser um motivo encorajador para todos os crentes para segui-lo nele. 
Os antigos consideravam isso tão claro e completo uma prova dessa verdade, que costumavam dizer; Vá para o Jordão, e aprenda a doutrina da Trindade. Acrescente a tudo isso, que, uma vez que esta declaração foi imediatamente após o batismo de Cristo, mostra que o Pai dele aprovou altamente e ficou satisfeito com a submissão a essa ordenança; E que deve ser um motivo encorajador para todos os crentes para segui-lo nele. Os antigos consideravam isso tão claro e completo uma prova dessa verdade, que costumavam dizer; Vá para o Jordão, e aprenda a doutrina da Trindade. Acrescente a tudo isso, que, uma vez que esta declaração foi imediatamente após o batismo de Cristo, mostra que o Pai dele aprovou altamente e ficou satisfeito com a submissão a essa ordenança; E que deve ser um motivo encorajador para todos os crentes para segui-lo nele.


Lição jovens CPAD 2 trim-2017 ouvir praticar n.13



Data da Lição  25/06/2017
Comentarista: César Moisés Carvalho

TEXTO DO DIA

“Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito." (Tg 1.25)

SÍNTESE

A justiça do Reino não é um amontoado de regras que serve para debates, trata-se de posturas e atitudes que precisam ser vivenciadas e praticadas.

LEIA NA SEMANA
 SEGUNDA - Lc 6.47: Vir a Jesus e ouvir suas palavras
 TERÇA - Lc 6.48: A atitude do discípulo consciente
 QUARTA - Lc 6.49: A falta de lucidez do ouvinte esquecido
 QUINTA –Tg 1.22: Cumpridores da Palavra e não apenas ouvintes
 SEXTA -Tg 1.23,24: O perfil do ouvinte não cumpridor da Palavra
 SÁBADO -Tg 1.25: A felicidade do cumpridor da Palavra

OBJETIVOS

INCENTIVAR a prudência apresentada por Jesus no primeiro exemplo;
CRITICAR a postura imprudente do segundo exemplo;
DESAFIAR os educandos a decidir por obedecer aos ensinamentos do Sermão do Monte.

INTERAÇÃO

O momento mais importante de um período de aprendizado é, sem dúvida alguma, quando o educando decide reorientar sua vida de acordo com as informações e os saberes apreendidos. É o que se chama de práxis, ou seja, a prática instruída pela teoria e esta modificada e readequada por aquela. Consiste em agir de forma refletida e refletir de forma ativa. O Senhor Jesus Cristo disse aos seus discípulos que se eles tinham entendido o que Ele ensinara com o ato de lavar os pés de cada um deles, "bem-aventurados" seriam se praticassem (Jo 13.17).


Toda instrução que não gera prática precisa se questionar. As pessoas entenderam o que lhes fora transmitido?
Se não, o professor deve perguntar a si mesmo acerca de sua didática, de sua maneira de transmitir e lecionar. Vencida essa etapa e tendo certeza de que se fez entender, o educador deve perscrutar a sua própria prática. O quanto acredita, vive e age de acordo com as lições que ensina. É fato que o Evangelho é maior que qualquer pessoa ou instituição, mas a incoerência é um excelente "pedagogo", posto que "ensina" mais e melhor que qualquer método. Portanto, a legitimidade, não apenas do conteúdo, mas de qualquer mestre, está visceralmente relacionada à forma com que ele pratica e persegue como alvo a mensagem que leciona.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Proponha aos alunos uma reflexão acerca das placas de sinais de trânsito. Apresente, de acordo com as suas condições, algumas placas de trânsito, e refuta com os alunos as implicações de não se observar as principais advertências dos sinais. Quantas pessoas se acidentam, chegando a perder a própria vida, a de sua família e até a de outros, por conta da imprudência no trânsito. Quantas vezes uma negligência, um atalho, ou uma "bandalha", além de ser contravenção, em termos de tempo quase nada adianta já não levou pessoas a perder a vida.

Obedecer pode não evitar absolutamente uma tragédia, mas certamente minimizará suas possibilidades de acontecer ou mesmo os efeitos de uma, caso venha a ocorrer. Conclua dizendo que, da mesma forma, saber o conteúdo do Sermão do Monte é importante, mas não colocá-lo em prática, como disse o próprio Mestre, é insensatez e imprudência que têm como resultado a destruição.

TEXTO BÍBLICO
Mateus 7.24-29

24 Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
25 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
26 E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia;
27 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.
28 E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina;
29 Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas.

INTRODUÇÃO

O mestre finaliza o Sermão do monte chamando-nos a todos a que tomemos uma decisão séria diante do que ouvimos (Mt 7.24-27). Tal postura se contrasta com todos os mestres religiosos de Israel, posto que eles mesmos não cumpriam as lições transmitidas em seus ensinamentos (Mt 23.1-38). Agindo desta forma, Jesus evidencia claramente que não tem interesse algum em fundar uma escola de interpretação, torna-se tema de debate ou mesmo um rabino popular por suas diferentes leituras da Lei. Seu objetivo é fazer com que as pessoas conheçam e vivam a verdade que pode salvá-las em tempos de afiliação (Jo 6.60-69; 10.10). Finalmente, os últimos dois versículos do capítulo sete são da pena de Mateus que observa e assinala a reação do povo diante de tudo o que acabara de ouvir (vv.28,29).

I - O HOMEM PRUDENTE QUE CONSTRUIU SUA VIDA EM UM TERRENO SEGURO

1. A imprescindibilidade da obediência no Antigo Testamento. Diferente das divindades pagãs das nações ao redor da Terra Prometida, o Deus de Israel nunca exigiu coisa alguma de seu povo que não a obediência (1 Sm 15.22). Através de Jeremias, Deus revela que até mesmo os rituais veterotestamentários nunca foram sua preocupação, e sim a obediência (Jr 7.21-26).

2. A relação entre obediência e bênção no Antigo Testamento.
A despeito de o pensamento corrente afirmar que havia uma conexão automática e mecânica entre obediência e bênção no Antigo Testamento, uma leitura mais atenta dos textos demonstra que o próprio ato de obedecer já era algo abençoador (Lv 26.1-13; Dt 28.1-14). Isso porque havia regras quanto ao cuidado com a terra, consigo e no relacionamento interpessoal, só para citar algumas, e em sua observância residia a "bênção" pessoal e comunitária (Lv 25).

3. A escolha sensata.
Tendo em mente esse aspecto da Antiga Aliança, é importante entender que o Mestre chega ao fim de seu sermão apelando não para uma memorização irrefletida do que Ele dissera acerca da justiça do Reino, mas à prática de tal justiça, pois em tal ação há segurança existencial (v.24).

O Mestre não disse que se o discípulo atentasse para o seu ensinamento não teria problemas, justamente o contrário, Ele sinalizou o imprescindível fato de que aquele que o colocasse em prática podia ser comparado ao homem prudente que construiu sua casa sobre um fundamento seguro. A metáfora utilizada por Jesus, isto é, a construção comparada à vida, e as intempéries exemplificadas na "chuva", "rios" e "ventos", significando os problemas e dificuldades comuns a todos, demonstra que a observância da justiça do Reino é, tal como na Antiga Aliança, para o nosso próprio bem (v.25).

O Pense!
Se a salvação não é adquirida através dos nossos próprios méritos, então por que devemos praticar a justiça do Reino?
Ponto Importante
A justiça do Reino, tal como na Antiga Aliança, é para o nosso próprio bem.

II - O HOMEM INSENSATO QUE CONSTRUIU A SUA VIDA SOBRE UM TERRENO INSEGURO

1. O tema da desobediência no Antigo Testamento.
 Semelhantemente ao assunto da obediência, o tema da desobediência era a tônica no Antigo Testamento (Jr 7.23-26; 25.1-11; 44.4,5). Ela era o grande conteúdo das mensagens proféticas (Jr 26.1-6).

2. A relação entre desobediência e maldição no Antigo Testamento.
Conquanto pareça haver um resultado automático entre desobediência e maldição, desde o pecado de Adão, tal resultado raramente se dá em linha reta (Gn 2.16,17; 3.1-24). Entretanto, suas consequências são inevitáveis (Gn 3.17-19; Lv 26.14-39; Dt 28.15-68) e, às vezes, duradouras (Rm 5.12-14). Contudo, é importante lembrar-se de que, ainda no período da Antiga Aliança, Deus "mudou" o resultado da desobediência no que diz respeito à abrangência e implicações, ou seja, havendo arrependimento, Deus sempre está disposto a mudar sua sentença (Êx 20.5,6 cf. Jr 31.29,30 e Ez 18.1-32; Jn 4.10,11; 3.1-10).

3. A escolha insana.
O quadro da última cena mostrada pelo Mestre é a do homem insensato, ou imprudente, que devido à pressa ou mesmo por desleixo, resolve construir sua casa sobre um terreno arenoso e movediço, isto é, inseguro (v.26). Quando as dificuldades que acometem a todos, indistintamente Lhe sobrevieram, sua "casa" desabou, ou seja, sua vida, e foi "grande a sua queda" (v.27).

Da mesma forma que na Antiga Aliança, a desobediência está relacionada à derrocada e aos efeitos danosos de todos que decidem por tomar o caminho contrário ao que o Senhor propõe (Pv 14.12).

Pense!
A maldição mencionada no Antigo Testamento tem alguma relação com o mero pronunciar de uma expressão como se as palavras tivessem, por si mesmas, poder?
Ponto Importante
A maldição é o contrário da bênção e, resultando ou não em infortúnio, é o contrário do que Deus planejou para o seu povo.

Ill - A RADICALIDADE DO ENSINAMENTO DE JESUS

1. A simplicidade da doutrina de Jesus Cristo e a admiração do povo.
Enquanto a "Lei oral" possuía 613 preceitos, e os escribas debatiam entre as várias escolas de interpretação sobre qual deles era o mais importante, tendo sempre que se subordinar à interpretação dada pelo fundador de tal escola, a doutrina do Mestre era simples, direta e facilmente inteligível (v.28), levando o povo a ficar admirado (Mc 1.27).

2. A autoridade do Mestre.
O motivo da admiração do povo era não apenas a simplicidade do ensinamento de Cristo, mas também o fato de Ele não ter preocupação alguma com o que a "tradição dos anciãos" dizia, isto é, a "Lei oral" não era divina, mas uma interpretação humana acerca da Lei de Moisés (Mt 15,1-20). Por isso, o Mestre não tinha compromisso algum com ela, e sim com o espírito da Lei do Senhor em si, daí porque Ele dissera seis vezes durante o sermão: "Ouviste o que foi dito, eu, porém, vos digo" (Mt 5.21,22, 27, 28,31-34, 38, 39, 43,44). Ele não ensinava como os doutores da Lei de sua época, mas com a autoridade dada pelo Pai (v.2g).

3. A radicalidade da justiça do Reino.
O Mestre coloca acertadamente, nas mãos do próprio ouvinte, a responsabilidade e o desafio deste ouvir e proceder conforme o que Ele acabara de ensinar. Na verdade, só pode ser discípulo dEle, quem decide proceder conforme a justiça do Reino. Não há possibilidade alguma de seguir o Mestre como um mero repetidor de conteúdos, pois a radicalidade da justiça do Reino não requer nada menos que a prática e a imitação do Mestre (Mt 10.16-42; 16.24-26).
Pense!
Você acha que a salvação depende de se entender determinada doutrina ou crerem Cristo?
Ponto importante
A prática da justiça do Reino significa que já somos de Cristo e estamos salvos.

SUBSIDIO 1
A Conclusão do Sermão (7,24-29)
a) Ilustração Final (7.24-27).

Aquele que ouve e pratica é como um homem que construiu a sua casa sobre a rocha. Quando as tempestades batem contra a casa com toda a sua fúria, ela ainda permanece firme O termo enchente, utilizado por algumas versões, significa, literalmente, rios. O clima da Palestina é como o do sul da Califórnia, sob muitos aspectos. Os leitos dos rios ficam secos durante a maior parte do ano. Mas quando as chuvas do inverno e da primavera chegam, surgem as inundações. Jesus retratou o ouvinte descuidado corno um homem que de forma insensata construiu a sua casa sobre a areia, e então a perdeu. As casas na Palestina são em sua maioria construídas com pedras ou com tijolos secos ao sol. Quando as tempestades dissolvem a argamassa, as paredes tendem a cair.

b) A Reação da Multidão (7,28-29).
Quando Jesus concluiu o seu sermão, o povo se admirou da sua doutrina, ou melhor, do seu 'ensino'. Ele ensinava com autoridade (29). As pessoas comuns sentiram a sua autoridade divina, que faltava aos escribas, e a reverenciaram. “Os escribas tinham o hábito de citar antigos mestres como apoio aos seus ensinos” (CHILDERS, Charles L: EARLE, Ralph: SÂNNER, A. Elwood (Eds.) Comentário Bíblico Beacon. Mateus a Lucas, VoL6. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.6g).

SUBSÍDIO 2
O Epílogo do Sermão (7.28,29)

É evidente que Mateus quer que esta seja a conclusão da primeira seção principal dos ensinos de Jesus, porque ele encerra com as palavras: 'Concluindo Jesus este discurso (v. 28), Cada uma das cinco principais unidades pedagógicas que Mateus apresenta tem um desfecho narrativo semelhante (Mt 7.28; 11.1; 13.53; 19.1: 26,1), Jesus é o novo Moisés que tem cinco apresentações principais da lei nova ou Tora, da mesma maneira que Moisés teve cinco livros da lei no Pentateuco!...].

O que se segue é uma observação da resposta das multidões aos ensinos de Jesus, os quais elas reconhecem que são autorizados, ao contrário dos ensinos dos mestres da lei (veja também Mc 1.21-27: Lc 4.31-37). Mateus está direcionando o espanto das pessoas para as afirmações de Jesus, a fim de que Ele seja o Intérprete da nova lei, cujas palavras serão a base de julgamento no ajuste de contas do tempo do fim (ARRINGTON, French L: STRONSTAD, Roger (Eds). Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.62).

CONCLUSÃO

Como Mateus escreve a judeus e estes têm Moisés como o maior dos profetas, ele mostra o Mestre, tal como Moisés, promulgando a nova justiça do alto de um monte (Êx 31.12-32.1; Mt 5.1). O ex-funcionário estatal conclui de forma magistral seu registro do Sermão do Monte, mostrando o povo admirado da doutrina do Filho de Deus, em clara substituição da forma dos escribas ensinar.

HORA DA REVISÃO

1. O que Deus exigiu do seu povo desde o início?
Obediência.
2. Por que a obediência, em si mesma, era "algo abençoador"?
Porque havia regras quanto ao cuidado com a terra, consigo e no relacionamento interpessoal, só para citar algumas, e em sua observância residia a "bênção" pessoal e comunitária (Lv 25).

3. Construirá "casa" sobre a rocha significava livrar-se dos problemas?
Explique. Não, A metáfora utilizada por Jesus, isto e, a construção comparada á vida, e as intempéries exemplificadas na "chuva", "rios" e "ventos", significando os problemas e dificuldades comuns a todos, demonstra que a observância da justiça do Reino ó, tal como na Antiga Aliança, para o nosso próprio bem (v.25).
4. Qual o significado da maldição decorrente da desobediência? Da mesma fornia que na Antiga Aliança, a desobediência está relacionada á derrocada e aos efeitos danosos de todos que decidem por tomar o caminho contrário ao que o Senhor propõe (Pv 14.12).
5. Fale sobre a simplicidade da doutrina do Mestre.
Enquanto a "Lei oral" possuía 613 preceitos, e os escribas debatiam entre as várias escolas de interpretação qual deles era o mais importante, tendo sempre que se subordinar à interpretação dada pelo fundador de tal escola, a doutrina do Mestre era simples, direta e facilmente entendível (v.28), levando o povo a ficar admirado (Mc 1.27).
FONTE WWW.MAURICIOBERWALDOFICIAL.BLOGSPOT.COM

Subsidio jovens CPAD n.13 construindo fundamentos


CONSTRUINDO FUNDAMENTOS SEGUROS

                            Professor Escritor Mauricio Berwald
Mateus 7: 24-29


No verão sírio, quando o solo é cozido no calor intenso, qualquer local servirá igualmente bem como o local de uma casa. Ninguém pode dizer se o seu vizinho construiu bem ou apenas o construtor sabe. Mas no inverno a chuva cai em torrentes e os vales estão cheios de inundações espumantes, que afundam todas as fundações que não agarraram a rocha viva.Acreditar sobre Cristo não é suficiente; temos de acreditar em Deus. Devemos chegar a Ele como uma Pedra Viva e tornar-se pedras vivas, 1 Pedro 2: 4-8 . Não devemos apenas ouvi-Lo; Devemos obedecer a ele. Deve haver unidade viva, ininterrupta e comunhão entre Ele e nós. Então podemos proceder a erigir a estrutura da vida divina e santa que se tornará um templo sagrado no Senhor, 1 Coríntios 3: 10-15 . Podemos receber, com mansidão, o enxerto da Palavra, que é capaz de salvar a alma!

Verso 24 

Mateus 7:24 . Assim sendo. Em vista de tudo o que precede, especialmente as advertências que acabamos de dar, para o qual é adicionado um novo aviso.Essas provas minhas, provenientes de mim, com uma dica sobre Sua autoridade. Esta expressão não favorece a visão de que este discurso é um resumo feito pelo Evangelista
Faz-os, faz deles sua habitual regra de ação. O poder de fazê-lo, Cristo nos dá. Como e por que se deve aprender em outro lugar. Para subir ao Monte das Bem-aventuranças em nossa vida, devemos ir ao Monte Calvário para a nossa vida.Será comparado. Esta é a leitura melhor estabelecida.Um homem sábio, um homem prudente.Quem, "tal como".Construíram sua casa sobre uma rocha. O grego tem o artigo com 'e 'areia', com um significado generalizante, ou seja, fundação rochosa, base arenosa. A língua inglesa geralmente omite o artigo definido em tal caso; Mas o EV é inconsistente, omitido o artigo aqui e lendo "a areia" ( Mateus 7:26 ). A prática era comum, mas a forma indica um caso especial, que pode ter sido conhecido pelos ouvintes.

Mateus 7:24 . Cada um, portanto, quem se ouve. Como muitas vezes é difícil distinguir os verdadeiros professores do Evangelho do falso, Cristo mostra, por uma bela comparação, onde está a principal diferença. Ele representa duas casas, uma das quais foi construída sem fundação, enquanto a outra estava bem fundamentada. Ambos têm a mesma aparência externa: mas, quando o vento e as tempestades sopram, e as enchentes correm contra eles, o primeiro cairá imediatamente, enquanto o último será sustentado por sua força contra cada assalto. Cristo, portanto, compara uma profissão vã e vazia do Evangelho a uma construção bela, mas não sólida, que, por mais elevada que seja, é exposta a cada momento à queda, porque quer uma base. Por conseguinte, Paulo nos obriga a fundar-se bem e completamente sobre Cristo,
"Para que não possamos ser lançados e conduzidos por todo vento de doutrina" ( Efésios 4:14 ).Para que não possamos ceder nos ataques. O significado geral da passagem é que a verdadeira piedade não se distingue completamente da sua falsificação (485) até o julgamento . Para as tentações, pelas quais somos tentados, são como ondas e tempestades, que facilmente dominam as mentes instáveis, cuja leveza não é percebida durante a estação da prosperidade.Quem ouve estas palavras. O relativo, isso não significa uma classe de provas, mas toda a quantidade de doutrina. Ele quer dizer que o Evangelho, se não está profundamente enraizado na mente, é como um muro, que foi elevado a uma grande altura, mas não depende de nenhum fundamento. "Essa fé (ele diz) é verdadeira, que tem suas raízes profundas no coração, e se baseia em um carinho sincero e firme como fundamento, para que não dê lugar às tentações". Pois tal é a vaidade da mente humana , Que todos se acumulam sobre a areia, que não cavam tão profundamente que se negam.
Portanto, todo aquele que ouve essas minhas palavras , ... A comparação nestes e os seguintes versículos são a parte final dos discursos de nosso Senhor sobre o monte, que se entende por essas palavras ou doutrinas, aqui fala; E, como ele tinha em alguns versos precedentes, respeitava principalmente os pregadores, então aqui, aos ouvintes, seus discípulos e seguidores em geral. O assunto desta comparação, em Lucas 6:47Lucas 6:47 é: "todo aquele que vem a mim"; Como todos os que são dados a Cristo pelo Pai farão, mais cedo ou mais tarde: a quem ele encoraja a vir a ele, são eles que trabalham e estão carregados demais; E os que correm corretamente, venham como pobres pecadores perecentes; Eles crêem nele, desista-se dele, sejam salvos por ele com uma salvação eterna; Tudo o que é devido à graça eficaz. Estes ouvem suas palavras, como doutrinas, não apenas externamente, mas internamente, tendo ouvidos para ouvir dados, para compreendê-los, amá-los, acreditar, sentir o poder, provar a doçura e ter um deleite delicioso deles ; E tal um os ouve.

Verso 25 

Mateus 7:25Mateus 7:25 . Uma imagem das tempestades repentinas e violentas tão comuns no Oriente, como de fato os artigos definitivos indicam. Nenhum significado distinto deve ser atribuído à chuva, inundações e ventos, mas a rocha significa Cristo. O artigo definido aponta para isso, e a figura é assim aplicada tão freqüentemente nas Escrituras. A maneira como podemos construir sobre Cristo, para que nossa leitura de Suas palavras se baseie na união com Ele, seja claramente conhecida em outros lugares.
E as chuvas desceram, e as enchentes vieram ... Essas várias metáforas de "chuva", "inundações", "fluxo" e "ventos", podem projetar as tentações de Satanás, as perseguições do mundo, as corrupções Do próprio coração de um homem, e os erros e falsas doutrinas dos homens; De tudo o que um homem é seguro, que é construído sobre a pedra Cristo Jesus; Veja Isaías 32: 2Isaías 32: 2 não, mas que a chuva da tentação descenda sobre ele, com grande violência e força, mas não o abatirá; Ele será capaz de suportar toda a força; As portas do inferno não podem prevalecer contra ele; Podem ser lançadas as inundações da perseguição, mas não o levarão; O fluxo de corrupção pode ser forte contra ele, mas não deve ultrapassá-lo; E o vento de mergulhadores e estranhas doutrinas pode arduamente sobre ele, mas não o derrube: algum dano que ele possa receber por estas várias coisas, mas não será destruído; Ele pode ser abalado por eles, mas não para ser removido da base, sobre a qual ele está deitado; Sim, ele pode falhar em algum grau da firmeza de sua fé, mas não para falhar totalmente e finalmente; A razão é, porque ele é fundado sobre a pedra Cristo Jesus, que é certo e imutável: de que parece que tal homem age na parte sábia e prudente, e pode ser verdadeiramente chamado de "homem sábio". 
Ele pode falhar em algum grau da firmeza de sua fé, mas não para falhar totalmente e finalmente; A razão é, porque ele é fundado sobre a pedra Cristo Jesus, que é certo e imutável: de que parece que tal homem age na parte sábia e prudente, e pode ser verdadeiramente chamado de "homem sábio". Ele pode falhar em algum grau da firmeza de sua fé, mas não para falhar totalmente e finalmente; A razão é, porque ele é fundado sobre a pedra Cristo Jesus, que é certo e imutável: de que parece que tal homem age na parte sábia e prudente, e pode ser verdadeiramente chamado de "homem sábio".

Verso 26 

Mateus 7:26Mateus 7:26 . Não os faça. A vida é o teste, não conhecimento ou profissão, que pode ser incluído aqui sob a palavra "heareth".Tola, ou seja, sem sentido, singularmente imprudente.A areia. Os ensinamentos e obras transitoriais do homem. Para resultados morais, a própria ciência é uma areia em mudança em comparação com a Rocha, Cristo-E todos os que ouvem estas minhas palavras ... Quem apenas as escuta externamente, mas não as compreende; Não acredite neles, nem goste e aproveite, mas odeia e despreza-os; Ou, se não, depende da audiência externa deles, e se conte com um conhecimento especulativo, sem a prática dele.,E não os fazem ; Não cede a obediência da fé às doutrinas do Evangelho, nem se submete às suas ordenanças, mas negligencia-as, e todos os outros deveres da religião; ou se obedecer, é somente externamente, não do coração; Nem de um princípio de amor; Nem na fé; Nem no nome e na força de Cristo; Nem para a glória de Deus, mas para se obter a vida por si mesmo:
Será comparado a um insensato, que construiu a sua casa sobre a areia ; Ou, como Lucas o tem, "sem fundamento sobre a terra"; Sobre a superfície da terra, sem cavar nele para uma base: e pode ser dito construir.Sem fundamento , que fingem fazer a paz com Deus por suas próprias obras; Que esperam perdão no pé da misericórdia de Deus e seu próprio arrependimento; Busque justificação por conta própria, e não a justiça de Cristo; Procure aceitação com Deus, por causa da sua própria dignidade; E que esperam a salvação de qualquer outro modo do que por Cristo: como em cada um desses artigos, eles deixam de fora Cristo, eles podem ser ditos para construir sem fundamento e construir "sobre" a superfície da "terra"; Como eles, que construem sua esperança de salvação sobre qualquer coisa que seja meramente externa; Como, suas riquezas e grandeza, sua sabedoria e aprendizado, sua descida natural e educação religiosa, sua civilidade, cortesia e o que é chamado de boa natureza, sua liberalidade e obras de alms, sua moralidade, Justiça comum e honestidade, sua justiça legal, seja moral ou ritual, e uma série de deveres religiosos; E pode-se dizer que "construa sobre a areia", sobre o que não suportará peso, mas cede, e afunda. 
A salvação da alma é uma coisa pesada; E o que é como a areia, como é tudo de um homem próprio, nunca pode apoiá-lo: Deus, portanto, colocou a salvação de seu povo em seu próprio Filho; E ele deve ser um "homem tolo" que se baseia em qualquer coisa que não seja dele. Nunca pode apoiá-lo: Deus, portanto, colocou a salvação de seu povo em seu próprio Filho; E ele deve ser um "homem tolo" que se baseia em qualquer coisa que não seja dele. Nunca pode apoiá-lo: Deus, portanto, colocou a salvação de seu povo em seu próprio Filho; E ele deve ser um "homem tolo" que se baseia em qualquer coisa que não seja dele.

Verso 27 

Mateus 7:27Mateus 7:27 . A descrição de uma tempestade é repetida, mas o resultado é diferente; Os ventos feriram nessa casa; E caiu. Em vez de acrescentar: "por ter sido fundado na areia", nosso Senhor fecha a ilustração e, ao mesmo tempo, o discurso, que começou com a palavra, "abençoado", dizendo, e grande foi a queda dela. Ele enfatiza a completude da ruína. Admiração do Sermão do Monte, sem obediência aos seus preceitos, envolve destruição, inevitável e total. Para fazer "essas palavras", devemos seguir mais a Cristo.

Verso 28 

Matthew 7:28Mateus 7:28 . E aconteceu quando, etc. Um resumo das palavras de nosso Senhor não seria assim referido.As multidões, como em Matthew 7:1Mateus 7: 1 . Eles devem ter ouvido.Ficaram atônitos. Uma palavra forte; "Levados de seu estado de espírito habitual por algo novo e estranho".Ensino, em vez de "doutrina"; O primeiro inclui a maneira, bem como a questão de Sua instrução, que despertou o espanto.

Verso 29 

Matthew 7:29Mateus 7:29 . Pois ele os ensinou. Isso pode se referir ao Seu modo habitual de ensino.Como ter autoridade. "Um" não é apenas desnecessário, mas o Cristo incorreto não é "um" entre outros "tendo autoridade", mas o único que tem autoridade, neste sentido mais elevado, como aquele que vem diretamente de Deus e Ele mesmo, a encarnação pessoal do Verdade.
E não como seus escribas. Os escribas foram expositores do Antigo Testamento. Sua exposição, também, era, em certo sentido, autorizada, mas se referiam continuamente à autoridade dos rabbins aprendidos. Nosso Senhor apresentou suas exposições assim: "Em verdade, eu digo a você". Nenhum profeta do Antigo Testamento assumiu tal autoridade, nenhum mero homem tem o direito de fazê-lo. Aquele que proferiu este discurso incomparável na moral, tem autoridade pessoal para dizer aos homens o que é verdadeiro, declarar o que é certo, estabelecer o julgamento dele aqui e, a seguir, como o recurso final. Nenhum, senão o Deus-Homem poderia ser o professor no Monte das Bem-Aventuranças.

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Verso 28-29 
Sua doutrina - Seu ensinamento.

Como alguém que tem autoridade e não como escribas - Os escribas eram pessoas eruditas e professores da nação judaica, e eram principalmente fariseus. Ensinaram principalmente os sentimentos de seus rabinos e as tradições que haviam sido entregues; Eles consumiram a maior parte do tempo em disputas inúteis e "janglings vãos". Jesus estava aberto, simples, grave, útil, entregando a verdade como "tornou-se" os oráculos de Deus; Não gastando seu tempo em disputas insignificantes e debatendo questões sem importância, mas confirmando sua doutrina por meio de milagres e argumentos; Ensinando "como tendo poder", como é no original, e não na maneira vã e tola dos médicos judeus. Ele mostrou que ele tinha autoridade para explicar, reforçar e "mudar" as leis cerimoniais dos judeus. Ele veio com autoridade, como nenhum "homem" poderia ter, E não é notável que suas explicações as surpreendessem. A partir deste capítulo, podemos aprender,

1. O mal do julgamento censurável, Mateus 7: 1-5 . Não podemos ver o coração. Nós temos possivelmente maiores falhas do que as pessoas que condenamos. Eles podem ser de um tipo diferente; Mas, no entanto, não é incomum para as pessoas serem muito censuráveis ​​em relação a faltas nos outros, que eles têm muito maior em si mesmos.

2. Vemos como devemos tratar as pessoas que são opositores do evangelho, Mateus 7: 6 . Não devemos apresentá-los quando sabemos que o desprezarão e nos abusarão. Devemos, no entanto, ser cautelosos ao formar essa opinião sobre eles. Muitas pessoas podem estar muito mais prontas para ouvir o evangelho do que imaginamos, e uma palavra sazonada e gentilmente falada pode ser o meio de salvá-los, Provérbios 25:11 ; Eclesiastes 11: 6 . Não devemos encontrar adversários violentos e perversos do evangelho com um espírito áspero, arrogante e senhorio - um espírito de dogmatização e raiva; Nem devemos violar as leis do contato social sob a idéia de "fidelidade". A religião não ganha nada ao ultrajar as leis estabelecidas da vida social, 1 Pedro 3: 8 . Se as pessoas não nos ouvirem quando falamos com elas gentilmente e respeitosamente, podemos ter certeza de que elas não irão quando as abusaremos e ficar com raiva. 
Nós os endurecemos contra a verdade e confirmamos-nos na opinião de que a religião não tem valor. Nosso Salvador sempre foi amável e amável ", e em nenhum caso ele fez violência às leis da relação social, ou falhou no respeito devido de um homem para outro." Quando com dureza as pessoas falam com seus superiores; Quando os abusam com palavras indecentes, epítetos grosseiros e denúncias insensíveis; Quando crianças e jovens esquecem sua estação e falam em tons severos e autoritários aos idosos, estão violando os primeiros princípios do evangelho: a mansidão, o respeito e o amor. Dê homenagem a quem a honra é devida, e seja gentil, seja cortês. Podemos ter certeza de que não o farão quando abusarmos deles e fiquemos bravos. Nós os endurecemos contra a verdade e confirmamos-nos na opinião de que a religião não tem valor. Nosso Salvador sempre foi amável e amável ", e em nenhum caso ele fez violência às leis da relação social, ou falhou no respeito devido de um homem para outro." Quando com dureza as pessoas falam com seus superiores; Quando os abusam com palavras indecentes, epítetos grosseiros e denúncias insensíveis; Quando crianças e jovens esquecem sua estação e falam em tons severos e autoritários aos idosos, estão violando os primeiros princípios do evangelho: a mansidão, o respeito e o amor. 
Dê homenagem a quem a honra é devida, e seja gentil, seja cortês. Podemos ter certeza de que não o farão quando abusarmos deles e fiquemos bravos. Nós os endurecemos contra a verdade e confirmamos-nos na opinião de que a religião não tem valor. Nosso Salvador sempre foi amável e amável ", e em nenhum caso ele fez violência às leis da relação social, ou falhou no respeito devido de um homem para outro." Quando com dureza as pessoas falam com seus superiores; Quando os abusam com palavras indecentes, epítetos grosseiros e denúncias insensíveis; Quando crianças e jovens esquecem sua estação e falam em tons severos e autoritários aos idosos, estão violando os primeiros princípios do evangelho: a mansidão, o respeito e o amor. Dê homenagem a quem a honra é devida, e seja gentil, seja cortês. E confirmá-los na opinião de que a religião não tem valor. Nosso Salvador sempre foi amável e amável ", e em nenhum caso ele fez violência às leis da relação social, ou falhou no respeito devido de um homem para outro." Quando com dureza as pessoas falam com seus superiores; Quando os abusam com palavras indecentes, epítetos grosseiros e denúncias insensíveis; Quando crianças e jovens esquecem sua estação e falam em tons severos e autoritários aos idosos, estão violando os primeiros princípios do evangelho: a mansidão, o respeito e o amor. Dê homenagem a quem a honra é devida, e seja gentil, seja cortês. 
E confirmá-los na opinião de que a religião não tem valor. Nosso Salvador sempre foi amável e amável ", e em nenhum caso ele fez violência às leis da relação social, ou falhou no respeito devido de um homem para outro." Quando com dureza as pessoas falam com seus superiores; Quando os abusam com palavras indecentes, epítetos grosseiros e denúncias insensíveis; Quando crianças e jovens esquecem sua estação e falam em tons severos e autoritários aos idosos, estão violando os primeiros princípios do evangelho: a mansidão, o respeito e o amor. Dê homenagem a quem a honra é devida, e seja gentil, seja cortês. "Quando com dureza as pessoas falam com seus superiores; Quando os abusam com palavras indecentes, epítetos grosseiros e denúncias insensíveis; Quando crianças e jovens esquecem sua estação e falam em tons severos e autoritários aos idosos, estão violando os primeiros princípios do evangelho: a mansidão, o respeito e o amor. Dê homenagem a quem a honra é devida, e seja gentil, seja cortês. "Quando com dureza as pessoas falam com seus superiores; Quando os abusam com palavras indecentes, epítetos grosseiros e denúncias insensíveis; Quando crianças e jovens esquecem sua estação e falam em tons severos e autoritários aos idosos, estão violando os primeiros princípios do evangelho: a mansidão, o respeito e o amor. Dê homenagem a quem a honra é devida, e seja gentil, seja cortês.

3. Cristo dá um encorajamento especial à oração, Mateus 7: 7-11 . Especialmente suas observações se aplicam aos jovens. Qual criança está lá que não iria para o pai e pediria as coisas que eram necessárias? O que a criança duvida da vontade de um pai amável de dar o que ele pensa que será melhor para ele? Mas Deus está mais disposto a dar do que o melhor pai. Nós precisamos de "ele" presentes de muito mais importância do que nunca de um pai terrenal. Ninguém além de Deus pode perdoar, iluminar, santificar e salvar-nos. Quão estranho que muitos perguntem favores de um pai "terrestre" diariamente e por hora, e nunca peça ao Grande Pai Universal uma única benção por tempo ou eternidade!

4. Existe o perigo de perder a alma, Mateus 7: 13-14 . O caminho para a ruína é amplo; O caminho para o céu é estreito. As pessoas continuam natural e prontamente na primeira; Eles nunca vão para o último sem design. Quando entramos na jornada da vida, naturalmente caímos no caminho largo e cheio de ruínas. Nossa propensão original, nossa depravação nativa, nossa falta de inclinação para Deus e religião, nos conduzem a isso, e nunca a deixamos sem esforço. Quanto mais natural de seguir em uma maneira em que as multidões vão, do que em um lugar onde há poucos viajantes, e que exige um esforço para encontrá-lo! E quanto perigo há para continuar caminhando assim até que termine em nossa ruína! Ninguém é salvo sem esforço. Ninguém entra no caminho estreito sem design; Ninguém seguindo sua inclinação e propensão naturais. E, no entanto, quão indisposto estamos com o esforço! Quão dispostos a ouvir as exortações que nos chamariam do largo caminho para um curso mais estreito e menos freqüentado! Quão propensas são as pessoas a sentir que estão seguras se estiverem com muitos, e que a multidão que os assiste constitui uma salvaguarda do perigo!

"Envolvido por uma multidão,
Em <números 'eles dependem;
Eles dizem que muitos não podem estar errados,
E sinto falta de um fim feliz. "

No entanto, Deus nunca poupou uma cidade culpada porque era grande? Ele salvou o exército de Senaquerib do anjo destruidor porque era poderoso? Ele hesita em cortar as pessoas pela praga, a peste e pela fome, porque são numerosas? Ele é impedido de enviar as pessoas ao túmulo porque enxerram sobre a terra e porque uma multidão poderosa morreu? Então, no caminho do inferno. Não há números, nem poder, nem poder, nem talento tornarão assim seguro; Nem o caminho para o céu será uma estrada perigosa porque poucos são vistos viajando para lá. O Salvador sabia e sentia que as pessoas estão em perigo; E, portanto, com muita solenidade, ele avisou-os quando ele viveu, e agora nos adverte, para se esforçar para entrar no portão estreito.

5. A sinceridade é necessária na religião, Mateus 7: 15-23 Mateus 7: 15-23 . A profissão não tem valor sem ele. Deus vê o coração, e o dia está próximo, quando ele cortará e destruirá todos os que não produzem os frutos da justiça em suas vidas. Se em qualquer coisa devemos ser honestos e sinceros, certamente deve estar nas coisas da religião. Deus nunca é enganado Gálatas 6: 7Gálatas 6: 7 , e as coisas da eternidade são de muita conseqüência, para se perderem se iludindo ou a outras pessoas. Podemos enganar nossos semelhantes, mas não enganamos o nosso Criador; E logo Ele tira nossa cobertura fina e mostra-nos como somos para o universo. Se alguma coisa tem um valor proeminente na religião, é "honestidade" - honestidade para nós mesmos, para nossos companheiros e para Deus. Esteja disposto a conhecer o pior do seu caso. Esteja disposto a ser pensado, por Deus e pelo povo, "como você é". Suponha nada que você não possui e não faça nada que não tenha feito. Julgue-se como você faz dos outros - não por palavras e promessas, mas pela vida. Julgue-se como você faz de árvores; Não por folhas e flores, mas pela fruta.

6. Podemos aprender a importância de construir nossas esperanças do céu em uma base firme, Mateus 7: 24-27 Mateus 7: 24-27 . Nenhum outro fundamento pode colocar alguém do que o que é colocado, que é Jesus Cristo, 1 Coríntios 3:11 1 Coríntios 3:11 . Ele é o Try Corner Stone, 1 Pedro 2: 6 1 Peter 2: 6 ; Efésios 2:20Efésios 2:20 . Em um edifício criado nessa base, as tempestades de perseguição e calamidade irão vencer em vão. As esperanças assim criadas nos sustentam em todas as adversidades, permanecerão inabaláveis ​​pelos terrores da morte e nos protegerão das tempestades da ira que vencerão os culpados. Quão horrível, no dia do julgamento, será ter sido enganado! Quão terrível o choque de encontrar, então, que a casa foi construída sobre a areia! Quão terrível as emoções, Para ver nossas esperanças irremendo à ruína; Para ver a areia depois que a areia foi lavada, e a roda da moradia sobre a profundidade, e cair no abismo para não se levantar mais! Ruína, ruim e eterna ruína, aguarda aqueles que assim se enganam, e que confiam em um nome para viver, enquanto estão mortos.

7. Sob que obrigações somos para este "Sermão da Montanha!" Em todas as línguas não existe um discurso que possa ser comparado com ele por pureza, verdade, beleza e dignidade. Se não houvesse outra evidência da missão divina de Cristo, isso só seria suficiente para provar que ele foi enviado de Deus. Se essas doutrinas obedeciam e amaram, quão puro e pacífico seria o mundo! Como a hipocrisia ficaria envergonhada e confusa! Como a impureza cabia na cabeça! Como a paz reinará em cada família e nação! Como a ira e a ira fugirão! E como a raça - as tribos de pessoas perdidas e ignorantes, pobres e necessitadas e dolorosas - se dobrará diante de seu Pai comum, e buscará a paz e a vida eterna nas mãos de um deus misericordioso e fiel!
FONTE WWW.MAURICIOBERWALDOFICIAL.BLOGSPOT.COM