segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

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1 TRIMESTRE 2017

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Lições Betel Deus realiza milagres n.2 20117


                       ESCOLA DOMINICAL BETEL 




                   Conteúdo da Lição 2  Revista Betel 

Deus quer realizar grandes milagres em nossa vida
8 de Janeiro de 2017 


Texto Áureo

“Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará, e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará”. Hc 2.3


Verdade Aplicada

A visão dada por Deus é como uma semente que necessita de tempo para amadurecer. Tanto o que somos quanto o que iremos realizar dependerá da fé que projetarmos nessa visão.

                                         Textos de Referência.

Êxodo 14.2-4, 17

2 Fala aos filhos de Israel que voltem e que acampem diante de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baal-Zefom; em frente dele assentareis o campo junto ao mar.
3 Então, Faraó dirá dos filhos de Israel: Estão embaraçados na terra, o deserto os encerrou.
4 E eu endurecerei o coração de Faraó, para que os persiga, e serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército; e saberão os egípcios que eu sou o Senhor. E eles fizeram assim.

17 E eis que endurecerei o coração dos egípcios, para que entrem nele atrás deles; e eu serei glorificado em Faraó, e em todo o seu exército, e nos seus carros, e nos cavaleiros.

Introdução

Existem situações em nossas vidas que tudo parece estar ao contrário. Nesses momentos, devemos estar firmados na certeza de que o que Deus prometeu, Ele também é poderoso para cumprir.

1. Mudando a geografia da mente.

O capítulo 14 de Êxodo descreve uma das situações mais delicadas já enfrentadas pelo povo de Israel. O povo sobreviveu e a história se tornou o evento mais celebrado em toda a existência judaica. Eles viram a morte, mas Deus viu um marco na história.

1.1. A visão determina nosso alcance.

Toda conquista está relacionada à revelação que carregamos conosco. Deus não revela nada sem propósito, Ele deseja que avancemos, sempre de acordo com Suas orientações. Estamos nesse mundo para brilhar (Fp 2.15). Por esse motivo, precisamos entender os processos da vida, pois as realizações dependem da forma como entendemos esses processos. Quando Deus nos dá uma visão, Seu intento é que venhamos também realiza-la. Ao olhar na ótica divina, as coisas terão outro sentido, tanto para os possuidores da visão quanto para os que as observam (1Co 2.12).

1.2. Um grande inimigo, uma grande vitória.

Um milagre desencadeia uma grande história. Porém, uma grande história jamais poderá desencadear um grande milagre. Quando, vivendo dentro da orientação do Senhor, Ele permite que nos defrontemos com situações perigosas ou grandes ameaças, é porque tem algo a nos ensinar e o Seu agir redundará em maior glória ao Seu Nome (Êx 14.13-14, 18). Infelizmente, somos uma geração acostumada a viver sem grandes milagres. Contamos boas histórias, falamos muito das coisas do passado, mas esquecemos que em nosso tempo Deus é Poderoso para continuar a operar grandes coisas (Hb 13.8).

1.3. A visão correta.

As pessoas podem estar em um mesmo lugar e ver coisas diferentes (1Co 2.14-15). Dos doze espias, dez viram apenas os gigantes e as dificuldades, enquanto dois deles, Calebe e Josué, viram as possibilidades (Nm 14.7-9). Os israelitas haviam visto coisas tremendas, milagres que indicavam veracidade nas palavras dita por Deus. Eles não tinham motivos para duvidar, porque Deus anunciava antecipadamente o que ia realizar. Era uma questão de ter a visão correta das coisas ao redor. Deus é sobrenatural e não existe outro modo de caminhar com Ele, a não ser vivendo em esferas sobrenaturais (Mc 9.23).

2. A estrada da liberdade.

Depois de quatrocentos anos de escravidão, os israelitas caminham em liberdade e Deus vai se apresentando para eles em forma de milagres. O maior desafio de Moisés não foi tirar o povo do Egito. Sua maior batalha era tirar o Egito de dentro do povo.

2.1. O caminho da liberdade é mais longo.

A estrada que nos conduz à Terra Prometida tem percursos totalmente contrários aos que chamamos óbvios. Deus conduziu o Seu povo pelo caminho mais longo do deserto, perto do Mar Vermelho (Êx 13.18). O Mar Vermelho fazia parte do aprendizado que aquele povo deveria passar. A Jornada estava apenas começando e Deus queria ensinar valiosas lições a esse povo. A cada passo que Israel dava, Deus se manifestava de uma forma que pudessem entender que Ele estava presente. Quanto mais longo o caminho, maior será a glória revelada (Dt 29.29).

2.2. A estrada exige paciência e confiança.

Antes que o povo avançasse pelo caminho do mar, Deus ordenou que o mesmo retrocedesse (Êx 14.2). Mas qual seria o intento de tão estranha ordem, visto que Faraó vinha ao encontro de Israel para exterminar a todos? Deus faz seu líder entender o porquê (Êx 14.3-4). Nem sempre retroceder é perder. Às vezes, significa reorganizar.

2.3. A estrada troca orgulho por dependência.

O povo de Israel estava com muito medo (Êx 14.10). Então, algo interessante acontece. Aqueles que caminhavam de forma orgulhosa e independente, agora clamam a uma só voz. É a primeira vez que aquele povo orgulhoso clama em massa. Não são raras as vezes em que o Senhor nos conduz a situações difíceis para confrontar nosso espírito orgulhoso e fazer brotar em nós uma dependência em Sua pessoa.

3. Nova geração, novas diretrizes.

O caminho aberto pelo meio do Mar vermelho revela não somente o que Deus é capaz de fazer por Seu povo, mas com Ele cria caminhos diferentes e extraordinários quando está a conduzir Seu povo com Sua potente mão. Ser aliado do Todo Poderoso é sempre a opção para quem deseja alcançar o cumprimento das promessas do Senhor.

3.1. O problema humano nunca foi externo.

“Deixa-nos, que sirvamos aos egípcios? Pois que melhor nos fora servir aos egípcios do que morrermos no deserto” (Êx 14.12). Essa palavra é sempre interpretada como incredulidade ou ingratidão, mas a situação era de pânico. Por um dado momento, esse povo temeu um sistema que durante anos o escravizou. Parece incrível, mas eles ainda estavam aprendendo a confiar em Deus. O Senhor, para eles, era apenas um sonho da liberdade. Embora Moisés lhes dissesse que Deus havia preparado tudo para que Faraó e seu exército sucumbissem, o conflito deles ainda era escrava. O seu maior inimigo eram os pensamentos que portavam dentro de si. Muito mais que tirá-los do Egito, o desafio era livrá-los do sistema escravo que havia em suas almas.

3.2. Caminhos seguros.

Deus poderia ter resolvido o problema desde o momento em que enviou Moisés diante de Faraó. Mas por que motivo Deus age assim? Deus age com cada pessoa de acordo com o que planejou para ela. Ele não precisava pedir que Abraão sacrificasse Isaque, nem precisava sacrificar Seu Filho Jesus. Mas Ele estabelece regras, cria caminhos e em cada gesto Seu aprendemos mais e mais sobre a Sua grandeza (Is 64.4).

3.3. Deus sempre criará uma saída para os Seus escolhidos.

Quando não havia mais saída, Deus abriu o mar. A diferença entre o natural e o espiritual é que o natural escraviza e o espiritual liberta. Deus é Espírito e onde estiver haverá liberdade (2Co 3.17). A vida sobrenatural só assusta a quem não conhece a Deus, porque Ele é sobrenatural e não trabalha no âmbito da lógica humana. Assim, a realidade de nossas vidas será determinada pelo nível de revelação que tivermos de Deus. O intelecto faz com que nos conformemos com uma vida natural e esse será sempre o limite de quem não rompe. Deus não abriu somente o mar; Ele rasgou o véu, Ele enviou o Espírito para revelar as coisas mais profundas que a humanidade é capaz de ver (1Co 2.10-11).

Conclusão.

Nestes dias em que estamos vivendo, mais do que nunca a oração da Igreja deve ser para que nossa geração se volte para o Eterno Deus, torne-se urgentemente sensível a Sua voz e ande pelo caminho que Ele deseja conduzi-la.

Questionário.

1. O que o capítulo 14 de Êxodo descreve? 
2. O que é preciso para que nosso testemunho adquira poder entre os homens? 
3. Como o povo de Israel estava? 
4. Na ótica divina, o que significa retroceder? 
5. Por que Deus enviou o Espírito?


Subsidio Betel Deus realiza milagres n.2 2017










I. Natureza do milagre.

1. Ideia geral:

"Milagre" é o termo geral para os fenômenos maravilhosos que acompanharam a revelação judaica e cristã, especialmente em momentos críticos, e que alegadamente foram continuados, sob certas condições, na história da igreja cristã. O milagre é uma obra de Deus (Êxodo 7: 3, Deuteronômio 4:34, Deuteronômio 4:35, João 3: 2, João 9:32, João 9:33, João 10:38, Atos 10 : 38, etc.); Mas como atos sobrenaturais, os milagres são reconhecidos como possíveis para agências perversas (Mateus 24:24, 2 Tessalonicenses 2: 9, Apocalipse 13:14, Apocalipse 16:14, etc.).

                    2. Termos Bíblicos Empregados:

A idéia bíblica do milagre como uma extraordinária obra de Deus, geralmente, embora não invariavelmente (milagres "providenciais" - ver abaixo, II, 6), transcendendo os poderes ordinários da Natureza, operados em conexão com os fins da revelação, é ilustrada pela Termos usados ​​para descrever milagres no Antigo Testamento e no Novo Testamento. Uma classe de termos destaca o caráter incomum, excepcional e marcante das obras, como פּלא, pele ', נפלאות, niphlā'ōth (Êxodo 3:20, Êxodo 15:11, etc.), τέρας, téras, literalmente, "Um portento" (no plural Mateus 24:24, Atos 2:22, Atos 2:43, etc.); Outro põe ênfase no poder exibido neles, como גּבוּרה, gebhūrāh, δύναμις, dúnamis (no plural "poderosas obras", a versão Revisada "poderes", Mateus 11:20, Mateus 11:21, Mateus 11:23, Mateus 13:54, Mateus 14: 2, 2 Coríntios 12:12, etc.); Um terceiro dá destaque ao seu significado teleológico - o seu caráter de "signos", como אות, ōth (plural a Versão Revisada (britânica e americana) "sinais," Números 14:22, Deuteronômio 11: 3, etc), σημεῖον , Sēmeıon (plural a Versão Revisada (Britânica e Americana) "sinais", João 2:11, João 2:23, e freqüentemente, Atos 4:16, Atos 4:22, Atos 6: 8, Apocalipse 13:14, etc. .). Outra palavra do Velho Testamento para "maravilha" ou "milagre" é מופת, mōphēth (Êxodo 7: 9, Deuteronômio 29: 3).

Embora os falantes ingleses usem regularmente o "milagre" para se referir a uma ampla gama de eventos maravilhosos, o conceito bíblico se limita àqueles que não são explicáveis ​​apenas por processos naturais, mas que requerem a agência causal direta de um ser sobrenatural, geralmente Deus. Estes ocorrem em todas as eras principais da história, mas aparecem com maior frequência em períodos-chave da auto-revelação de Deus.

Gênesis. A Bíblia começa com um dos maiores milagres de Deus - a criação do universo a partir do nada. No entanto, literalmente, os vários detalhes são tomados, Gênesis 1-2 descreve principalmente não o "como", mas o "quem" da criação. Contra histórias semelhantes nas religiões politeístas, Gênesis afirma a soberania cósmica completa do Senhor Deus. Tudo o mais é subordinado e nunca deve ser adorado. A humanidade é categoricamente distinta do resto da criação em virtude de ter sido criada à imagem de Deus (Gênesis 1: 26-28). A queda, seguida por um aumento do mal, começa a frustrar os propósitos criativos de Deus. O próximo grande milagre, o dilúvio, afirma assim o julgamento de Deus sobre a maldade extrema e sua graça ao prometer nunca mais destruir a humanidade tão completamente (6: 3; 9: 15-16). A promessa não exclui julgamentos de natureza menor, como, por exemplo, Babel (11: 1-9) ou Sodoma e Gomorra (19: 1-29). Os milagres em todo o resto do Gênesis lidam principalmente com a preservação de Deus da sua linhagem escolhida, quando suas promessas a Abraão (Gênesis 12: 1-3) parecem prestes a ser quebradas, principalmente a concepção de Isaque em uma idade avançada (21: 7). Uma provisão aparentemente milagrosa de água no deserto preserva Agar e Ismael (21: 14-21), lembrando-nos também do cuidado de Deus por outros povos.

Êxodo-Deuteronômio. O primeiro grande conjunto de milagres bíblicos envolve o ato central do Velho Testamento de redenção do êxodo dos israelitas do Egito. Aqui também aparecem treze dos dezoito usos do Antigo Testamento de "sinais e maravilhas", uma expressão que se concentra no significado redentor dos milagres. Na sarça ardente, Deus revela seu nome (Yahweh) a Moisés como o eternamente existente e promete sua presença com seu servo que está aterrorizado com o que Deus está pedindo que ele faça (Êxodo 3). Outros sinais são prometidos para encorajá-lo a superar Faraó e os egípcios (4: 1-17). Dizem-se dez pragas, das quais os israelitas são miraculosamente protegidos (7: 14-11: 10). Nenhuma das pragas em si é necessariamente sobrenatural; Na verdade, sua seqüência é muitas vezes cientificamente lógico. Mas seu tempo e limitações geográficas apontam para a intervenção soberana de Deus em favor de Israel. A praga climática da morte dos primogênitos finalmente motiva o faraó a deixar Moisés e seu povo ir.

Faraó rapidamente muda de idéia, porém, e parece que seus exércitos vão obliterar Israel. A miraculosa travessia do Mar de Juncos (14: 21-31), portanto, torna-se o milagre prototípico do Velho Testamento da libertação do povo de Deus e da destruição de seus inimigos (15.1-2). Ele também revela as iniciativas misericordiosas de Deus antes de dar a lei (20: 1-2); No Antigo Testamento como no Novo Testamento, a salvação pela graça precede as exigências de Deus para boas obras. A errância dos israelitas no deserto é pontuada por vários milagres de preservação e resgate de juízo quando parece que eles perecerão (pela provisão contínua de maná e codorna, capítulo 16, e disposições especiais em momentos-chave, principalmente a água da rocha 17: 1 E a destruição daqueles que desobedecem a Deus e desafiam os seus líderes designados (mais notavelmente a morte súbita de Nadabe e Abiú, Levítico 10: 1-7, eo terremoto que engole Coré e seus companheiros rebeldes, Números 16). As pragas também exigem que a intervenção divina seja interrompida e a vara de Aarão brota para autenticá-lo como o sacerdote legítimo (cap 17). Em resumo, os Poderosos Atos de Deus pretendem fomentar a dependência de seu povo sobre ele, para que não confiem em si mesmos ou em quaisquer outros deuses. E, como acontece com Hagar, ele ocasionalmente lembra-lhes que ele pode trabalhar para e através de pessoas fora da linha escolhida, mesmo de maneiras humorísticas (burro de Balaão Números 22: 21-35).

II. Milagre no Novo Testamento.

1. Milagres na História do Evangelho:

O assunto dos milagres deu origem a muita discussão abstrata; Mas é melhor abordar considerando os fatos reais envolvidos, e é melhor começar com os fatos mais próximos a nós: aqueles que estão registrados no Novo Testamento. O ministério de nosso Senhor foi atendido de primeira a última por eventos inteiramente além do curso normal da Natureza. Ele nasceu de uma Virgem, e seu nascimento foi anunciado por anjos, tanto para sua mãe, como para o homem a quem ela estava prometida (Mateus e Lucas). Ele sofreu a morte na cruz como um homem comum, mas no terceiro dia depois de Sua crucificação Ele ressuscitou do sepulcro no qual Ele foi sepultado e viveu com Seus discípulos por 40 dias (Atos 1: 3), comendo e bebendo com eles , Mas com um corpo superior às condições físicas normais. Por fim, subiu aos céus, e uma nuvem o recebeu fora de seus olhos. Mas além destes dois grandes milagres de Seu nascimento e Sua ressurreição, Jesus estava continuamente realizando milagres durante Seu ministério. Suas próprias palavras fornecem a melhor descrição dos fatos. Em resposta à pergunta de João Batista, seu predecessor, ele disse: "Vai e diz a João o que ouves e vê; os cegos vêem, e os coxos andam, os leprosos são purificados, e os surdos ouvem, E os mortos são ressuscitados, e os pobres têm boas-novas anunciadas a eles "(Mateus 11: 4, Mateus 11: 5). Espécimes desses milagres são dados em detalhes nas narrativas evangélicas; Mas é um erro considerar a questão, como muitas vezes é feito, como se esses milagres em particular fossem os únicos em questão. Mesmo se eles pudessem ser explicados, como muitas vezes foi tentado, permaneceriam reiteradas declarações dos evangelistas, como o de Mateus, que Ele "andou por toda a Galiléia, ensinando em suas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando Todo o tipo de doença e todo tipo de doença entre o povo "(Mateus 4:23), ou" E um grande número do povo de toda a Judéia e Jerusalém, eo litoral de Tiro e Sidom, que vieram para ouvi-lo, E curados de suas enfermidades, e os que foram perturbados com espíritos imundos foram curados, e toda a multidão procurou tocá-lo, porque o poder saiu dele e os curou a todos "(Lucas 6: 17-19).

2. Testemunho Especial de Lucas:

Deve-se ter em mente que, se houver qualquer resultado assegurado da crítica moderna, é que esses relatos procedem de contemporâneos e testemunhas oculares, e com respeito ao terceiro evangelista há uma única consideração de grande importância. As pesquisas do Dr. Hobart provaram a satisfação de um erudito como Harnack, que Luke era um médico treinado. Seu testemunho dos milagres é, portanto, a coisa mais próxima possível à evidência que muitas vezes foi desejada - a de um homem de ciência. Quando Lucas, por exemplo, nos fala da cura de uma febre (Lucas 4:38).



                        Introdução Exodo cap.14.

                 Professor Escritor MauricioBerwald
  
A saída dos filhos de Israel do Egito (que foi de fato o nascimento da igreja judaica) é ainda mais memorável por outras obras de admiração, que foram feitas imediatamente sobre ele. Testemunhe os registros deste capítulo, o conteúdo do qual, juntamente com uma chave para ele, temos, Hebreus 11:29. "Eles passaram pelo Mar Vermelho como por terra seca, o que os egípcios tentando fazer foram afogados" e isto fizeram pela fé, o que indica que havia algo típico e espiritual nela. Aqui está, I. A extrema angústia e perigo que Israel estava no Mar Vermelho. 1. Foi dado aviso a Moisés antes, Êxodo 14: 1-4. 2. A causa disso foi a violenta perseguição de Faraó a eles, Êxodo 14: 5-9. 3. Israel estava em grande consternação sobre ele, Êxodo 14: 10-12. 4. Moisés se esforça para encorajá-los, Êxodo 14:13. II. A maravilhosa libertação que Deus operou para eles fora desta angústia. 1. Moisés é instruído a respeito disso, Êxodo 14: 15-18. 2. Linhas que não puderam ser forçadas são estabelecidas entre o acampamento de Israel eo acampamento de Faraó, Êxodo 14: 19,20. 3. Pelo poder divino o Mar Vermelho é dividido (Êxodo 14:31), e é feito, (1.) Uma pista para os israelitas, que marcharam com segurança através dela, Êxodo 14: 22,29. Mas, (2.) Para os egípcios foi feita, [1.] Uma emboscada em que foram desenhados, Êxodo 14: 23-25. E, [2.] Um túmulo em que todos foram enterrados, Êxodo 14: 26-28. III. As impressões que isto fez sobre os israelitas, Êxodo 14: 30,31.

Versículos 1-9

Os israelitas perseguidos pelo Faraó

1E o Senhor falou a Moisés, dizendo: 2 Fala aos filhos de Israel que se viraram e acamparam diante de Pi-Hahiroth, entre Migdol e o mar, em frente de Baal-Zefom; antes de acamparem junto ao mar. 3 Pois Faraó dirá dos filhos de Israel: Estão emaranhados na terra, o deserto os encerrará. 4 E endurecerei o coração de Faraó, para que ele os siga e serei honrado com Faraó e com todo o seu exército Para que os egípcios saibam que eu sou o SENHOR. E eles fizeram isso. 5 E foi dito ao rei do Egito que o povo fugia; eo coração de Faraó e de seus servos se voltou contra o povo, e disseram: Por que fizemos isto, que deixemos Israel partir de servir-nos? 6 E preparou o seu carro, e levou consigo o seu povo. 7 E tomou seiscentos carros escolhidos, e todos os carros do Egito, e capitães sobre cada um deles. 8 E o Senhor endureceu o coração de Faraó, rei do Egito, e perseguiu os filhos de Israel; e os filhos de Israel saíram com uma mão alta. 9 Mas os egípcios os perseguiram, todos os cavalos e carros de Faraó, e os seus cavaleiros, e o seu exército, e os alcançaram acampados junto ao mar, junto a Pi-hahiroth, diante de Baal-Zefon.

Temos aqui,


I. Instruções dadas a Moisés em relação aos movimentos e acampamentos de Israel, que foram tão surpreendentes que, se Moisés não tivesse ordens expressas sobre eles antes que eles fossem praticamente persuadidos a seguir a coluna de nuvem e fogo. Para que, portanto, não haja escrúpulo nem insatisfação com isso, Moisés é dito antes, 1. Para onde devem ir, Êxodo 14: 1,2. Eles chegaram à beira do deserto (Êxodo 13:20), e um ou dois estágios mais os levariam a Horeb, o lugar indicado para servir a Deus, mas, em vez de seguir adiante, eles são ordenados a desativar , À direita de Canaã, e marchar em direção ao Mar Vermelho. Onde eles estavam, em Etham, não havia mar em seu caminho para obstruir a sua passagem: mas Deus mesmo os ordena em estreitamentos, o que poderia dar-lhes uma garantia de que quando seus propósitos foram servidos ele iria sem falha levá-los para fora desses estreitos. Note-se, Deus às vezes levanta dificuldades no caminho da salvação do seu povo, para que ele tenha a glória de subjugá-los e ajudar o seu povo sobre eles. 2. O que Deus projetou nessas ordens estranhas. Moisés teria dado uma obediência implícita, embora Deus não lhe tivesse dado nenhuma razão, mas ele deve esconder de Moisés o que ele faz? Não, Moisés deve saber, (1.) Que Faraó tem um projeto para arruinar Israel, Êxodo 14: 3. (2) Que, portanto, Deus tem um design para arruinar Faraó, e ele leva este caminho para efetuá-lo, Êxodo 14: 4. A sagacidade do faraó concluiria que Israel estava enredado no deserto e assim se tornaria uma presa fácil para ele e, para que ele pudesse ser mais apto a pensar assim, Deus os ordena em enredos ainda maiores, por transformá-los tanto de seus Estrada, ele o surpreende ainda mais, e dá-lhe mais ocasião de supor que eles estavam em um estado de embaraço e perigo. E assim (diz Deus) serei honrado em Faraó. Note, [1.] Todos os homens sendo feitos para a honra de seu Criador, aqueles a quem ele não é honrado por ele será honrado em cima. [2] O que parece tender à ruína da igreja é muitas vezes substituído pela ruína dos inimigos da igreja, cujo orgulho e malícia são alimentados pela Providência, que eles podem ser amadurecidos para destructiOn.II. A perseguição de Faraó a Israel, em que, enquanto ele gratifica sua própria malícia e vingança, ele está promovendo a realização dos conselhos de Deus a seu respeito. Disseram-lhe que o povo fugia, Êxodo 14: 5. Tal susto ele estava quando ele lhes deu permissão para ir, que quando o susto foi um pouco mais, ou esqueceu, ou não próprio, que partiram com o seu consentimento, e, portanto, estava disposto a que ele deve ser representado para ele Como uma revolta de sua lealdade. Assim, o que pode ser facilmente justificado é facilmente condenado, colocando falsas cores sobre ele. Agora, a seguir, 1. Ele reflete sobre ele com pesar que ele tinha conivente em sua partida. Ele e seus servos, embora fosse com a maior razão no mundo que tinham deixado ir Israel, mas agora estavam irritados consigo mesmos por isso: Por que fizemos assim? (1) Ele irritou-os que Israel tinha a sua liberdade, que eles perderam o lucro de seus trabalhos, eo prazer de castigá-los. É carne e bebida para perseguidores orgulhosos para pisotear sobre os santos do Altíssimo, e dizer às suas almas: Inclinai-se, para que possamos passar e, por isso, vexes-los a ter as mãos amarradas. Note, A liberdade do povo de Deus é uma queixa pesada para seus inimigos, Ester 5: 12,13; Atos 5: 17,33. (2) Ele agravou a vexação que eles próprios tinham consentido a ela, pensando agora que eles poderiam ter impedido, e que eles precisavam não ter rendido, embora eles tinham estado até a última extremidade. Assim, Deus faz a inveja eo furor dos homens contra seu povo um tormento para si mesmos, Salmo 112: 10. Estava bem feito deixar Israel ir, eo que eles teriam refletido com conforto se eles tinham feito isso de um princípio honesto, mas fazê-lo por constrangimento, eles chamaram-se mil tolos para fazê-lo, e apaixonadamente desejava desfeito novamente. Note-se, é muito comum, mas muito absurdo e criminoso, para as pessoas se arrepender de suas boas ações a sua justiça e caridade, e até mesmo seu arrependimento, são arrependidos. Veja um exemplo como este, Jeremias 34: 10,11.2. Resolve, se possível, reduzi-los ou vingá-los, para isso, ele levanta um exército, reúne toda sua força de carros e cavaleiros, Êxodo 14: 17,18 (pois, ao que parece, ele tomou Nenhum pé com ele, porque o negócio do rei exigia pressa), e assim ele duvida, mas ele deve re-escravizá-los, Êxodo 14: 6,7. É fácil imaginar em que raiva o faraó estava agora, rugindo como um leão decepcionado de sua presa, como seu coração orgulhoso agravou a afronta, inchado de indignação, desprezado para ser confundido, ansiado para ser vingado: e agora todas as pragas são Como se nunca tivessem sido. Ele esqueceu completamente os funerais pesarosos de seu primogênito e não pode pensar em nada além de fazer Israel sentir seus ressentimentos agora ele acha que pode ser muito difícil para o próprio Deus, senão poderia ter esperado conquistar um povo tão querido para ele? Deus o entregou a essas paixões de seu próprio coração, e assim o endureceu. É dito (Êxodo 14: 8), os filhos de Israel saíram com uma mão alta, isto é, com muita coragem e coragem, triunfando em sua libertação, e resolvidos a quebrar as dificuldades que estavam em seu caminho . Mas os egípcios (Êxodo 14: 9) perseguiram após eles. Note: Aqueles que com toda a seriedade colocam suas faces para o céu, e viverão piedosamente em Cristo Jesus, devem esperar ser atacados pelas tentações e pelos terrores de Satanás. Marcos 9: 26. 10 E quando Faraó se aproximou, os filhos de Israel levantaram os olhos, e eis que os egípcios marcharam para a frente, Depois deles e eles ficaram com medo; e os filhos de Israel clamaram ao Senhor. 11 E disseram a Moisés: Porquanto não havia sepulcros no Egito, nos levastes a morrer no deserto? Por que fizeste assim conosco, para nos transportares do Egito? 12 Não é esta a palavra que vos dissemos no Egito, dizendo: Deixai-nos, para que sirvamos aos egípcios? Pois foi melhor para nós servir aos egípcios do que morrermos no deserto. 13E Moisés disse ao povo: Não temais, parai, e olhai para a salvação do Senhor, que ele vos mostrará hoje; porque os egípcios que hoje vistes, não os vereis mais para sempre . 14O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis. Temos aqui, I. O espanto que os filhos de Israel tiveram quando perceberam que o faraó os perseguia, Êxodo 14:10. Eles sabiam muito bem a força e a raiva do inimigo, e sua própria fraqueza, de fato muito numerosos, mas todos a pé, desarmados, indisciplinados, inquietos por uma longa servidão e (o pior de tudo) agora pendurados pela situação de Seu acampamento, para que não pudessem fugir. Por um lado estava Pi-hahiroth, uma variedade de rochas escarpadas intransponíveis por outro lado foram Migdol e Baalzephon, o que, alguns pensam eram fortes e guarnições sobre as fronteiras do Egito antes E eles eram o mar atrás deles eram os egípcios; de modo que não havia caminho aberto para eles senão para cima, e daí veio a sua libertação. Nota: Podemos estar no caminho do nosso dever, seguindo a Deus e apressando-nos para o céu, e ainda assim podermos estar em grandes dificuldades, atribulados de todos os lados, 2 Coríntios 4: 8. Nessa angústia, não admirava que os filhos de Israel tivessem muito medo de que seu pai Jacó estivesse assim em um caso semelhante (Gênesis 32: 7), quando sem lutas são, não pode ser de outra forma senão que dentro há temores: Esse medo De acordo com isso, o medo era bom ou mau. 1. Alguns deles clamaram ao Senhor, o seu temor os fez orar, e isso foi um bom efeito disso. Deus nos leva ao estreitamento para que ele possa nos colocar de joelhos. 2. Outros deles clamaram contra Moisés e seu medo os fez murmurar: Êxodo 14: 11,12. Eles se entregam por perdidos e como se o braço de Deus estivesse encurtado de repente, e ele não fosse capaz de fazer milagres hoje, como era ontem, eles desesperam de libertação, e não podem contar com nada além de morrer no deserto . Quão imperdoável era sua desconfiança! Não se viram sob a orientação e proteção de uma coluna do céu? E pode o poder todo poderoso falhá-los, ou infinita bondade ser falsa para eles? No entanto, este não era o pior que eles discutiam com Moisés para trazê-los do Egito, e, em briga com ele, voar na face do próprio Deus, e provocá-lo à ira cujo favor agora era o único socorro que tinham de fugir. Como os egípcios estavam zangados com eles mesmos pela melhor ação que eles fizeram, então os israelitas ficaram zangados com Deus pela maior bondade que jamais lhes foi feita, tão grosseiros são os absurdos da incredulidade. Elas expressam aqui: (1) Um desprezo sórdido da liberdade, preferindo a servidão diante dela, só porque ela foi acompanhada de algumas dificuldades. Um espírito generoso teria dito: "Se o pior chegar ao pior", como dizemos: "É melhor morrer no campo da honra do que viver nas cadeias da escravidão", e sob a conduta de Deus, eles não poderiam E, portanto, eles poderiam dizer: "Melhor viver os homens livres de Deus ao ar livre de um deserto do que os escravos dos egípcios na fumaça dos fornos de tijolos". Mas porque, por enquanto, eles estão um pouco envergonhados, eles estão com raiva que eles não foram deixados enterrados vivos em sua casa de escravidão. (2) Ingratação básica a Moisés, que tinha sido o instrumento fiel de sua libertação. Condenam-no, como se ele tivesse tratado mal e mal com eles, enquanto era evidente, irrecusável, que tudo o que ele fez, e não importa como ele emitiu, foi por direção de seu Deus, e com design para seu bem. O que eles disseram em um fermento anterior (quando não ouviram a Moisés por angústia de espírito), eles repetem e justificam isto: Nós dissemos no Egito, Deixe-nos sozinhos e foi mal-dito, ainda mais desculpável, porque então eles Não tinham tido tanta experiência como tinham agora das maravilhosas aparições de Deus a seu favor. Mas eles tinham esquecido tão logo os milagres da misericórdia como os egípcios tinham esquecido os milagres da ira e eles, bem como os egípcios, endureceu seus corações, finalmente, para sua própria ruína como o Egito depois de dez pragas, assim Israel após dez provocações , Dos quais este foi o primeiro (Números 14:22), foram condenados a morrer no deserto. O encorajamento razoável que Moisés lhes deu nesta angústia, Êxodo 14: 13,14. Ele não respondeu a esses tolos de acordo com sua loucura. Deus suportou com a provocação que deram a ele, e não (como ele poderia justamente ter feito) escolheu os seus delírios, e trazer seus medos sobre eles e, portanto, Moisés poderia muito bem passar pela afronta que eles colocaram sobre ele. Em vez de repreendê-los, ele os conforta, e com uma presença admirável e compostura de mente, não desanimado nem pelas ameaças do Egito nem pelos tremores de Israel, ainda murmura, com a certeza de uma pronta e completa libertação: . Note-se: É nosso dever e interesse, quando não podemos sair de nossos problemas, ainda a superar nossos medos, de modo que eles só podem servir para acelerar as nossas orações e esforços, mas não pode prevalecer para silenciar nossa fé e esperança. 1. Ele lhes assegura que Deus os livraria, para que ele realizasse a sua libertação, e que o fizesse na completa ruína de seus perseguidores: O Senhor pelejará por vocês. Este Moisés estava confiante de si mesmo, e queria que fossem assim, embora ainda não soubesse como ou de que modo seria levado a cabo. Deus lhe tinha assegurado que Faraó e seu exército seriam arruinados, e ele os confortava com os mesmos confortos com que tinha sido consolado. 2. Ele os ordena que deixem a Deus, em uma expectativa silenciosa do evento: "Fiquem quietos, e não pensem em salvar-se, quer combatendo ou voando, esperem as ordens de Deus e observem que não estão planejando o caminho a seguir, mas Siga o seu líder espere as aparições de Deus, e tome conhecimento deles, para que você possa ver como tolo Você deve desconfiar deles. Compõem-se, com toda a confiança em Deus, numa perspectiva pacífica da grande salvação que Deus está agora prestes a trabalhar para vocês. Mantenha sua paz, você não precisa tanto como dar um grito contra o inimigo, como Josué 6:16. (1) Se o próprio Deus trouxer o seu povo ao estreito, ele próprio descobrirá um meio de trazê-los de volta. (2) Em tempos de grande dificuldade e grandes dificuldades Nossa sabedoria é manter nosso espírito calmo, tranqüilo e tranquilo, pois então estamos no melhor quadro para fazer nossa própria obra e para considerar a obra de Deus. "Sua força é ficar quieto (Isaías 30: 7) , Pois os egípcios ajudarão em vão e ameaçarão magoar em vão. "Vs. 15-20 A Coluna de Nuvem" "E o SENHOR disse a Moisés:" Por que clamas a mim, fala aos filhos de Israel, 16 E levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e divide-a; e os filhos de Israel irão sobre a terra seca, pelo meio do mar. 17 E eu eis que endurecerei a Corações dos egípcios, e eles os seguirão; e farei com que eu seja honrado sobre Faraó, e sobre todo o seu exército, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros. 18 E os egípcios saberão que eu sou o SENHOR, quando me tenho honrado com Faraó, com os seus carros e com os seus cavaleiros. 19 E o anjo de Deus, que ia adiante do arraial de Israel, retirou-se e foi atrás deles, ea coluna de nuvem partiu de diante de seu rosto, e ficou atrás deles. 20 E foi entre o arraial dos egípcios eo acampamento De Israel, e foi uma nuvem e uma escuridão para eles, mas deu luz à noite para estes: de modo que um não veio perto do outro durante toda a noite. Temos aqui, eu. Direção dada ao líder de Israel.1. O que ele deve fazer. Ele deve, por enquanto, deixar de orar, e aplicar-se ao seu negócio (Êxodo 14:15): Por que clamas a mim? Moisés, embora tivesse certeza de uma boa questão para o presente sofrimento, ainda não negligenciou a oração. Não lemos uma palavra que ele tenha dito em oração, mas ele elevou a Deus seu coração, a linguagem de que Deus bem entendia e tomava conhecimento. As silenciosas orações de fé de Moisés prevaleceram mais com Deus do que os altos clamores de medo de Israel, Êxodo 14:10. Note, (1.) Orar, se do tipo certo, está chorando a Deus, o que denota que é a linguagem de um desejo natural e importuno. (2) Para acelerar sua diligência. Moisés tinha outra coisa a fazer além de orar que ele devia comandar as hostes de Israel, e agora era necessário que ele estivesse em seu posto. Cada coisa é bonita em seu season.2. O que ele deve ordenar a Israel que faça. Fale com eles, que eles vão para a frente. Alguns pensam que Moisés tinha orado, não tanto por sua libertação (ele tinha certeza disso) como para o perdão de suas murmurações herdeiro, e que Deus ordená-los a ir em frente era uma indicação do perdão. Não há nenhum avançar com qualquer conforto, mas no sentido de nossa reconciliação com Deus. Moisés tinha-lhes ordenado que ficasse quieto, e esperassem ordens de Deus e agora as ordens são dadas. Eles pensavam que deveriam ter sido direcionados para a direita ou para a esquerda. "Não", diz Deus, "fale-lhes que avancem, diretamente para o mar", como se houvesse uma frota de navios de transporte preparados para embarcarem. Dever, embora tenhamos encontrado dificuldades, devemos seguir adiante, e não ficar em espanto mudo, devemos nos ocupar do trabalho presente e depois deixar o mesmo a Deus, usar meios e confiar nele com a questão. O que ele poderia esperar que Deus fizesse. Os filhos de Israel irão até onde puderem em terra seca, e então Deus dividirá o mar, e abrirá uma passagem para eles através dele, Êxodo 14: 16-18. Deus planeja, não só para livrar os israelitas, mas para destruir os egípcios eo plano de seus conselhos é, portanto,. (1) Ele mostrará favor a Israel, as águas serão divididas para que eles passem, Êxodo 14:16. O mesmo poder poderia ter congelado as águas para que eles passassem, mas a Sabedoria Infinita escolheu antes dividir as águas para que eles passassem, porque esse caminho de salvação é sempre lançado sobre o qual é mais humilhante. Assim é dito, com referência a isto (Isaías 63: 13,14), Ele os conduziu através do abismo, como um animal desce para o vale, e assim se fez um nome glorioso. (2.) Ele fará com que ele honre o Faraó. Se o devido aluguel de honra não for pago ao grande senhorio, por quem e de quem temos e mantém nossos seres e confortos, ele vai distrair para ele, e recuperá-lo. Deus será um perdedor por nenhum homem. Para isso, ela está ameaçada: Eu, eis que eu endurecerei o coração do Faraó, Êxodo 14:17. A maneira de expressão é observável: Eu, eis que eu, vou fazê-lo. "Eu, que pode fazê-lo" por isso é a linguagem de sua soberania. Nós não podemos contribuir para o endurecimento do coração de qualquer homem, nem reter qualquer coisa que podemos fazer para o amolecimento dela, mas a graça de Deus É dele mesmo, ele tem misericórdia de quem ele tem misericórdia, e a quem ele endurecerá. "Eu, que pode fazê-lo", por isso é a linguagem de seu poder, mas o Todo-Poderoso pode tornar o coração suave (Jó 23:16), nem qualquer outro ser pode torná-lo difícil. "Eu, que o farei", pois é a linguagem de sua justiça, é justo com Deus colocar aqueles sob as impressões de sua ira que há muito resistem às influências de sua graça. É falado em um modo de triunfo sobre este rebelde obstinado e presunçoso: "Eu mesmo, vou tomar um curso eficaz para humilde ele quebrará que não iria dobrar." É uma expressão como essa (Isaías 1:24), Ah, eu me aliviarei dos meus adversários. Uma guarda colocada sobre o acampamento de Israel, onde agora estava mais exposta, que estava na retaguarda, Êxodo 14: 19,20. O anjo de Deus, cujo ministério foi usado na coluna de nuvem e fogo, saiu do arraial de Israel, onde eles não precisavam de um guia (não havia perigo de perder o caminho pelo mar, nem precisava Eles tinham outra palavra de ordem do que seguir adiante), e ela veio atrás deles, onde agora eles precisavam de uma guarda (os egípcios estavam apenas prontos para agarrar o último deles), e assim foi um muro de divisão entre eles. Lá era de utilidade para os israelitas, não só para protegê-los, mas para iluminá-los através do mar, e, ao mesmo tempo, confundiu os egípcios, de modo que eles perderam de vista as suas presas apenas quando estavam prontos para estabelecer Mãos sobre ele. A palavra ea providência de Deus têm um lado negro e escuro em relação ao pecado e aos pecadores, mas um lado brilhante e agradável para com aqueles que são realmente israelitas. O que é um sabor de vida para a vida de alguns é um sabor de morte para morte para os outros. Esta não foi a primeira vez que aquele que no princípio dividia entre luz e escuridão (Gênesis 1: 4), e ainda formas ambas (Isaías 45: 7), tinha, ao mesmo tempo, atribuído escuridão aos egípcios e luz para Os israelitas, um espécime da distinção infinita que será feita entre a herança dos santos na luz e aquela escuridão total que para sempre será a porção de hipócritas. Deus separará entre o precioso eo vil. A destruição dos egípcios. 211. E Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, eo Senhor fez o mar recuar por um forte vento oriental toda aquela noite, e fez o mar secar, e as águas se dividiram. 22E os filhos de Israel foram para o meio do mar, sobre a terra seca, e as águas eram um muro para eles à sua direita e à sua esquerda. 23 E os egípcios perseguiram, e entraram depois deles no meio do mar, todos os cavalos de Faraó, os seus carros e os seus cavaleiros. 24 E aconteceu que, à vigília de manhã, o Senhor olhou para o exército dos egípcios, por meio da coluna de fogo e da nuvem, e perturbou o exército dos egípcios, 25 e tirou as suas rodas de carruagem, De modo que os egípcios disseram: Fujamos da face de Israel, porque o Senhor peleja por eles contra os egípcios. 26 E disse o SENHOR a Moisés: Estende a tua mão sobre o mar, para que as águas voltem sobre os egípcios, sobre os seus carros e sobre os seus cavaleiros. 27 E Moisés estendeu a sua mão sobre o mar, eo mar voltou à sua força quando apareceu a manhã, e os egípcios fugiram contra ela, eo Senhor derrubou os egípcios no meio do mar. 28 E as águas voltaram, e cobriram os carros, e os cavaleiros, e todo o exército de Faraó que veio ao mar depois deles, não ficou nem um deles. 29 Mas os filhos de Israel andaram sobre a terra seca no meio do mar, e as águas eram um muro para eles à sua direita e à sua esquerda. 30 Assim o Senhor salvou a Israel naquele dia, da mão dos egípcios, e Israel viu os egípcios morrerem na praia do mar. 31 E Israel viu aquela grande obra que o Senhor fez aos egípcios; eo povo temeu ao Senhor, e crê no Senhor, e no seu servo Moisés. Temos aqui a história daquela obra de admiração que é tantas vezes mencionada tanto no Antigo E no Novo Testamento, a divisão do Mar Vermelho perante os filhos de Israel. Foi o terror dos cananeus (Josué 2: 9,10), o louvor e o triunfo dos israelitas, cvi. 9 cxxxvi. 13,14. Era um tipo de batismo, 1 Coríntios 10: 1,2. A passagem de Israel por ela era típica da conversão das almas (Isaías 11:15), e a perdição dos egípcios nela era típica da ruína final de todos os pecadores impenitentes, Apocalipse 20:14. Aqui temos, eu. Um exemplo do poder todo-poderoso de Deus no reino da natureza, ao dividir o mar e abrir uma passagem pelas águas. Era uma baía, ou golfo, ou braço do mar, duas ou três léguas ao longo, que foi dividido, Êxodo 14:21. O sinal instituído usado foi de Moisés estendendo a mão sobre ele, para significar que foi feito em resposta à sua oração, para a confirmação de sua missão, e em Favor das pessoas que liderou. O sinal natural era um forte vento oriental, significando que ele foi feito pelo poder de Deus, a quem os ventos e os mares obedecem. Se há alguma passagem no livro de Jó que faz referência aos milagres feitos para a libertação de Israel do Egito, é que em Jó 26:12, Ele divide o mar com o seu poder, e pelo seu entendimento ele sorri através de Rahab Assim a palavra é), isto é, Egito. Note, Deus pode trazer o seu povo através das maiores dificuldades, e forçar um caminho onde ele não encontrá-lo. O Deus da natureza não se amarrou às suas leis, mas, quando quiser, dispensa-as, e então o fogo não queima, nem a água flui. Um exemplo de seu maravilhoso favor a seu Israel. Eles atravessaram o mar até a margem oposta, pois não posso imaginar, com alguns, que eles pegaram uma bússola e saíram novamente do mesmo lado, Êxodo 14:22. Andaram em terra seca no meio do mar, Êxodo 14:29. E a coluna de nuvem, aquela glória do Senhor, sendo a sua retaguarda (Isaías 58: 8), para que os egípcios não os carregassem no flanco, as águas eram um muro para eles (é mencionado duas vezes) à sua direita E à sua esquerda. É provável que Moisés e Arão se aventurassem primeiro para este caminho não trilhado, e então todo o Israel depois deles e esta marcha pelos caminhos das grandes águas tornariam sua marcha depois, pelo deserto, menos formidável. Aqueles que haviam seguido a Deus através do mar não precisavam temer segui-lo aonde quer que os guiasse. Esta marcha pelo mar era de noite, e não uma noite lua-brilhante, pois era sete dias após a lua cheia, de modo que eles não tinham luz senão o que tinham da coluna de nuvem e fogo. Isso o tornou mais terrível, mas onde Deus nos conduz, ele nos iluminará enquanto seguimos sua conduta, não queremos seus confortos. Isto foi feito e registrado para encorajar o povo de Deus em todas as eras a confiar nele na Maiores estresses. O que ele não pode fazer quem fez isso? O que ele não fará por aqueles que temem e amam aquele que fez isso por esses murmurantes incrédulos de Israel, que ainda eram amados por causa de seus pais e por causa de um remanescente entre eles? Encontramos os santos, muito tempo depois, fazendo-se partícipes nos triunfos desta marcha (Salmos 66: 6): Eles passaram pelo dilúvio a pé e lá nos regozijamos nele; e vemos como esta obra de maravilha é melhorada, Salmo 77 : 11,16,19.III. Um exemplo de sua ira justa e justa sobre os inimigos dele e de seu povo, os egípcios. Observe aqui, 1. Como eles estavam apaixonados. No calor da sua perseguição, eles seguiram os israelitas para o meio do mar, Êxodo 14:23. "Por que", pensaram eles, "não podemos nos aventurar onde Israel fez?" Uma ou duas vezes os mágicos do Egito fizeram o que Moisés fez, com seus encantamentos, o Faraó lembrou-se disso, mas esqueceram como finalmente ficaram enojados. Eles eram mais vantajosamente fornecidos com carruagens e cavalos, enquanto os israelitas estavam a pé. Faraó tinha dito, eu não conheço o Senhor e por isso pareceu que não, de outra forma ele não teria aventurado assim. Ninguém tão ousado como aqueles que são cegos. A raiva contra Israel tornou-os assim ousados ​​e desconsiderados: há muito que endureceram seus próprios corações, e agora Deus os endureceu para a sua ruína, e escondeu dos seus olhos as coisas que pertenciam à sua paz e segurança. Certamente, em vão, a rede se espalha à vista de qualquer ave (Provérbios 1:17), mas tão cega que os egípcios se apressaram ao laço, Provérbios 7:23. Note, A ruína dos pecadores é trazida sobre por sua própria presunção, que os apressa headlong no poço. Eles são auto-destruidores. 2. Como eles estavam perturbados e perplexos, Êxodo 14: 24,25. Durante algumas horas, marcharam pelas águas divididas com segurança e triunfo, como fez Israel, não duvidando, porém, de que, em pouco tempo, deveriam ganhar o seu ponto de vista. Mas, à vigília da manhã, o Senhor olhou para o exército dos egípcios, e os perturbou. Algo ou outro viram ou ouviram da coluna de nuvem e do fogo que os colocou em grande consternação, e lhes deu uma apreensão de sua ruína antes de ser trazido sobre eles. Agora parece que o triunfo dos ímpios é curto, e que Deus tem maneiras de assustar os pecadores no desespero, antes de mergulhá-los na destruição. Ele corta o espírito dos príncipes, e é terrível para os reis da terra. (1) Eles haviam se gabado e se vangloriado como se o dia fosse o seu próprio, mas agora eles estavam preocupados e assustados, atingidos com medo de pânico. (2) Eles haviam dirigido furiosamente, mas agora eles dirigiam pesadamente, e se achavam enfeitiçados e envergonhados a cada passo que o caminho crescia profundamente, seus corações ficaram tristes, suas rodas caíram, e os eixos-árvores falharam. Assim, pode Deus verificar a violência daqueles que estão em busca de seu povo. (3) Eles haviam voado sobre as costas de Israel, como o falcão sobre a pomba trêmula, mas agora eles clamaram: Vamos fugir da face de Israel, que havia se tornado para eles como um tOrquídea de fogo em um feixe, Zacarias 12: 6. Israel, de repente, tornou-se um terror tanto para eles quanto para Israel. Eles poderiam ter deixado Israel sozinho e não agora eles iriam fugir da face de Israel e não podem. Os homens não se convencerão, até que seja tarde demais, que aqueles que se intrometerem com o povo de Deus se intrometem em sua própria dor quando o Senhor vier com dez milhares de seus santos, para executar o juízo, os poderosos vão em vão procurar se abrigar Sob rochas e montanhas do rosto de Israel e do Rei de Israel, Apocalipse 6:15. Compare com esta história, Jó 27:20, & c. 3. Como eles foram todos afogados. Assim que os filhos de Israel chegaram à margem, Moisés recebeu ordem para estender a mão sobre o mar, e assim dar um sinal para que as águas se fechassem novamente, como antes, quando ele mandasse Aberto à direita e à esquerda, Êxodo 14:29. Assim fez, e imediatamente as águas voltaram ao seu lugar, e dominaram todo o exército dos egípcios, Êxodo 14: 27,28. Faraó e seus servos, que se tinham endurecido uns aos outros em pecado, agora caíram juntos, e ninguém escapou. Uma tradição antiga diz que os magos de Faraó, Jannes e Jambres, morreram com os demais, como Balaão com os midianitas, a quem ele seduzira, Nm 31: 8. E agora, (1) Deus vingou sobre os egípcios o sangue do primogênito que eles haviam afogado. E o principal é pago com juros, é recompensado dobro, egípcios crescidos para os israelitas recém-nascidos, assim o Senhor é justo e precioso É o sangue do seu povo à sua vista, Salmos 72:14. (2) Deus contou com Faraó por toda a sua conduta orgulhosa e insolente para Moisés, seu embaixador. Mocking os mensageiros do Senhor, e tocando o tolo com eles, trazer a ruína sem remédio. Agora Deus lhe deu honra sobre Faraó, olhando para aquele soberbo e humilhando-o, Jó 40:12. Vem e vê a desolação que ele fez, e escreve-a, não na água, mas com uma pena de ferro na rocha para sempre. Aqui está aquele tirano sanguinário que desafia o seu Criador, a suas exigências, ameaças e julgamentos, um rebelde a Deus e um escravo de suas próprias paixões bárbaras perfeitamente perdidas para a humanidade, a virtude e toda a verdadeira honra aqui que ele mente, enterrado em O profundo, um monumento perpétuo da justiça divina. Aqui ele desceu à cova, embora fosse o terror dos poderosos na terra dos vivos. Este é Faraó e toda a sua multidão, Ezequiel 31:18. Aqui está a notícia que os israelitas tomaram desta maravilhosa obra que Deus realizou para eles, e as boas impressões que ela fez sobre eles para o presente. Eles viram os egípcios mortos nas areias, Êxodo 14:30. Providência assim ordenou que a próxima maré vomitou os cadáveres, (1.) Para a maior desgraça dos egípcios. Ora, os animais e as aves de rapina eram chamados a comer a carne dos capitães e dos homens poderosos, Apocalipse 19: 17,18. Os egípcios eram muito bonitos e curiosos em embalsamar e preservar os corpos de seus grandes homens, mas aqui o maior desprezo é derramado sobre todos os grandes do Egito vêem como eles se encontram, montes sobre montões, como esterco sobre a face da terra. (2) Para o maior triunfo dos israelitas, e para afetá-los mais com a sua libertação para o olho afeta o coração. Veja Isaías 66:24: Eles sairem e olharão para os cadáveres dos homens que transgrediram contra mim. Provavelmente eles despojaram os mortos e, tendo emprestado jóias de seus vizinhos antes, o que (os egípcios tendo por esta perseguição hostil deles quebraram sua fé com eles) doravante eles não estavam sob qualquer obrigação de restaurar, eles agora tem armas deles, o que , Alguns pensam, eles não foram fornecidos antes. Assim, quando Deus quebrou as cabeças do Leviatã em pedaços, deu-lhe para ser carne para as pessoas que habitam o deserto, Salmos 74: 14.2. A visão desta grande obra os afetou muito, e agora eles temiam ao Senhor, e creram no Senhor, e no seu servo Moisés, Êxodo 14:31. Agora eles estavam envergonhados de suas desconfianças e murmurações, e, na boa mente em que estavam, nunca mais iriam desesperar da ajuda do Céu, não, na maior dificuldade nunca mais iriam discutir com Moisés, nem falar de voltar a Egito. Eles foram agora batizados com Moisés no mar, 1 Coríntios 10: 2. Esta grande obra que Deus operou para eles pelo ministério de Moisés os obrigou efetivamente a seguir suas instruções, sob Deus. Isto confirmou sua fé nas promessas que ainda estavam para ser cumpridas e, sendo trazido assim triunfantemente para fora do Egito, eles não duvidaram que eles deveriam estar em Canaã em breve, tendo um tal Deus em quem confiar e tal mediador entre eles e ele. Oh, que houvesse tal coração neles como agora parecia haver! As misericórdias sensíveis, quando estão frescas, fazem impressões sensatas, mas com muitas dessas impressões logo desaparecem: enquanto vêem as obras de Deus e sentem o benefício delas, elas temem-no e confiam nele, mas logo se esquecem de suas obras.(notas comentário Mathew Henrys, de Exodo).