sábado, 5 de agosto de 2017

Subsidio juvenis resultados ou efeitos do avivamento n.7





INTRODUÇÃO
A COMUNHÃO DOS SANTOS


A comunhão observada na Igreja de Cristo não é um mero fenômeno social. É o resultado da ação direta do Espírito Santo na vida daqueles que recebem a Jesus como o seu único e suficiente Salvador (Ef 2.19). É uma comunhão, aliás, que ultrapassa ao ajuntamento da congregação dos filhos de Israel que, nos momentos de crise, reuniam-se como se fossem um só homem (Jz 20.1). Hoje, a Igreja permanece unida, universal e invisível, no Espírito Santo e assim estará para todo o sempre.
1. O que é a comunhão. A comunhão é o “vínculo de unidade fraternal mantida pelo Espírito Santo e que leva os cristãos a se sentirem um só corpo em Jesus Cristo” (Dicionário Teológico, CPAD). A palavra grega koinonia traz a ideia de cooperação e relacionamento espiritual entre os santos. A comunhão da Igreja Primitiva era completa (At 2.42). Reuniam-se em oração e súplica, mas também reuniram-se para socorrer os mais necessitados.
A comunhão de sua igreja tem como modelo os cristãos de Jerusalém? Ou não passa de um mero ajuntamento social?
2. A unidade do corpo de Cristo. Eis um dos mais preciosos capítulos da doutrina da Igreja: sua unidade. O apóstolo Paulo tinha uma perfeita compreensão desse mistério (Ef 4.1-7). Somente pelo Espírito Santo podemos compreender a unidade de judeus, árabes, gregos e bárbaros que, apesar de suas diferenças culturais e étnicas, não apenas sentem-se e agem como irmãos, mas acham-se espiritualmente vinculados num só corpo pela ação direta e distintiva do Espírito Santo.
Cada membro, neste corpo, tem uma função específica, mas todos trabalham pelo bem comum: “Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também” (1 Co 12.12). Quando um de seus membros sofre, todos sofrem com ele. Por isso, preocupamo-nos uns com os outros e mutuamente nos socorremos (Ef 4.1-6). Você tem preservado a unidade do Corpo de Cristo? Ou tem promovido divisões e dissensões entre os santos?
3. A comunhão da Igreja agrada a Deus. Deus quer e exige que seu povo permaneça unido (1 Co 1.10). Em sua oração sacerdotal, o Senhor Jesus roga ao Pai pela unidade de seus discípulos (Jo 17.11). Portanto, se mantemos o vínculo da comunhão, agradamos a Deus (Ef 4.3). Sim, esse é o vínculo da perfeição que tem como base o amor, conforme ensina o apóstolo Paulo: “com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor” (Ef 4.2).A comunhão da Igreja não é um mero ajuntamento de pessoas, é o relacionamento espiritual e pessoal dos santos, sob a ação do Espírito Santo. 
II. A COMUNHÃO CRISTÃ CARACTERIZA-SE PELA UNIDADE

A comunhão cristã constitui-se num grande mistério. É algo que a própria sociologia não pode explicar. Nem o próprio Israel de Deus, no Antigo Testamento, logrou alcançar tamanha perfeição e excelência. Aliás, as diferenças entre as doze tribos tornou-lhes impossível a unidade (1 Rs 12.1-16). Vejamos, pois, em que consistia a comunhão da Igreja Primitiva. Que este seja o nosso modelo até que o Cristo de Deus venha buscar-nos.
1. Unidade doutrinária. Não pode haver perfeita união sem unidade doutrinária. Informa-nos Lucas que os cristãos primitivos “perseveravam na doutrina dos apóstolos” (At 2.42). Não era uma doutrina qualquer; tratava-se do ensinamento emanado do colégio apostólico constituído pelo Senhor Jesus Cristo. Paulo, ao discorrer sobre o mistério do corpo de Cristo, fala de uma só fé (Ef 4.5) que deve ser preservada zelosamente pelos santos (Jd v.3).
Na autêntica comunhão cristã, por conseguinte, não há lugar para heresias nem apostasias. Estejamos, pois, sempre alertas. Nestes últimos dias, muitos aparecerão em nosso meio dissimulando suas inverdades doutrinárias, com o único intuito de destruir a comunhão dos santos (2 Ts 2.3; 2 Pe 2.1).
2. Unidade na própria comunhão. A unidade doutrinária conduz a uma comunhão perfeita. Isto significa que não pode haver genuína comunhão cristã com dois ou três pensamentos teológicos díspares e contrastantes. As seitas aparecem quando um indivíduo, ou grupo, apresenta uma doutrina contrária aos profetas e apóstolos de Nosso Senhor. Lembra-se da doutrina de Balaão? (Jd v.11; Ap 2.14). E dos ensinos de Jezabel? (Ap 2.20). Muitos são os que mergulham nas profundezas de Satanás e apresentam-se como especialistas no conhecimento de Deus (Ap 2.24).
Se quisermos, portanto, uma comunhão perfeita, lutemos por manter a sã doutrina. A heresia causa divisão. Ou melhor: a heresia em si já é uma divisão. Esta recomendação de Paulo não deve ser esquecida: “Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o” (Tt 3.10).
3. Unidade no partir do pão. Os crentes primitivos mantinham uma comunhão tão intensa entre si que se reuniam com alegria e singeleza de coração para celebrar a Santa Ceia. Era o seu “partir do pão” (At 2.42). Eles em Cristo e Cristo em cada um deles. Pode haver comunhão mais plena? Não era simplesmente uma cerimônia; era a festa na qual lembravam a morte e ressurreição de Jesus — a expressão mais sublime do amor divino.
Voltemos a participar, ou melhor, a celebrar a Santa Ceia como a reunião mais importante e solene da Igreja. Todas as vezes que nos congregamos com essa finalidade, lembramo-nos de que Cristo morreu e ressuscitou e certificamo-nos de que, em breve, virá Ele arrebatar-nos.
4. Unidade nas orações. Informa-nos Lucas, também, que a comunhão da igreja Primitiva tinha como base a oração. O autor sagrado é enfático: “e nas orações” (At 2.42). Isto significa que as reuniões de clamor e intercessão eram-lhes frequentes e poderosas. Haja vista que, certa ocasião, a força da oração daqueles santos chegou a abalar a estrutura do prédio em que estavam reunidos (At 4.31). Sem oração, a comunhão da Igreja perde a sua força e influência. Sua igreja é uma comunidade de clamor e intercessão? Ela ainda move o coração de Deus? É hora de clamar!A unidade doutrinária, a unidade entre os irmãos, a unidade no partir do pão e a unidade nas orações é o que caracteriza a comunhão da Igreja Cristã. 
III. OS FRUTOS DA COMUNHÃO CRISTÃ

Estes são os frutos gerados pela comunhão cristã, conforme facilmente depreendemos da leitura do capítulo dois de Atos dos Apóstolos:
1. Temor a Deus. A verdadeira comunhão frutifica, na vida da igreja como um todo e na vida de cada crente em particular, um santo temor a Deus. Lucas destaca: “Em cada alma havia temor” (At 2.43). E o temor a Deus, como todos sabemos, é o princípio do saber (Pv 1.7).
Quando os crentes temem e amam a Deus, a igreja mostra-se sabia não apenas diante do Senhor, mas também do mundo. Ainda há temor a Deus em seu coração?
2. Sinais e maravilhas. Pentecostais que somos, acreditamos piamente que Deus ainda opera sinais e maravilhas entre o seu povo. Mas, para que isso ocorra, é urgente que vivamos uma perfeita comunhão com o Pai e com cada um de seus filhos. Lucas realça que, na Igreja Primitiva, o sobrenatural era algo bastante natural entre os crentes: “e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos” (At 2.43). O segredo? A comunhão.
3. Assistência social. Uma igreja que cultiva a verdadeira comunhão cristã não permitirá que nenhum de seus membros passe necessidade. Eis o que testemunha o autor sagrado: “Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade” (At 2.44,45). Não se tratava de um comunismo cristão, mas da autêntica comunhão que o Espírito Santo nos esparge na alma. O comunismo só espalha o medo, a miséria e o ateísmo. A Igreja de Cristo não precisa dessa ideologia para socorrer os seus membros; ela tem o amor de Deus.
4. Crescimento. Uma igreja que cultiva a comunhão e não se acha dividida só tem a crescer: “[...] E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar” (At 2.47b). A Igreja como a agência por excelência do Reino de Deus não pode ficar estagnada. Haverá de crescer local e universalmente.
5. Adoração. A Igreja Primitiva era também uma comunidade de adoração “louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo” (At 2.47). Sim, a Igreja que louva a Deus jamais deixará de ser reconhecida, até mesmo por seus inimigos, como um povo especial. Voltemos ao altar da verdadeira adoração. Louvemos a Deus com salmos e hinos. Abramos a Harpa Cristã e celebremos os grandes atos de Deus.

COMENTARIO BIBLICO ATOS 2.37-47

Verso 37 
Agora, quando ouviram isso - Quando ouviram esta declaração de Pedro, e essa prova de que Jesus era o Messias. Não houve fanatismo em seu discurso; Foi um raciocínio legal, próximo e pungente. Ele provou a eles a verdade do que ele estava dizendo, e assim preparou o caminho para esse efeito.

Eles foram picados em seu coração - A palavra traduzida foi " pitada ", κατενύγησαν katenugēsanis não usada em outras partes do Novo Testamento. Ele denota adequadamente "para perfurar ou penetrar com uma agulha, lanceta ou instrumento afiado"; E depois "para perfurar com tristeza ou dor aguda de qualquer tipo". Corresponde precisamente à nossa palavra "compunção". Isso implica também a idéia de sofrimento súbito e agudo. Neste caso, significa que eles foram de repente e profundamente afetados com angústia e alarme sobre o que Pedro havia dito. As causas de sua dor podem ter sido estas:

(1) Sua tristeza de que o Messias tinha sido morto por seus próprios compatriotas.

(2) o seu profundo sentimento de culpa em ter feito isso. Seria misturado aqui uma lembrança da ingratidão e uma consciência de que eles haviam sido culpados de assassinato do tipo mais agravado e horrível, o de ter matado seu próprio Messias.
(3) o medo de sua ira. Ele ainda estava vivo; Exaltado de ser roubado Senhor; E confiado com todo o poder. Eles tinham medo de sua vingança; Eles estavam conscientes de que eles merecessem isso; E eles supuseram que estavam expostos a isso.
(4) o que eles fizeram não poderia ser desfeito. A culpa permaneceu; Eles não conseguiram lavá-lo. Eles haviam roubado as mãos no sangue da inocência, e a culpa daquilo oprimia suas almas. Isso expressa os sentimentos habituais que os pecadores têm quando são condenados pelo pecado.
Homens e irmãos - Esta era uma expressão que dizia seriedade carinhosa. Antes disso, eles se burlavam dos discípulos e os acusavam de serem cheios de vinho novo, Atos 2:13Atos 2:13 . Eles agora os trataram com respeito e confiança. As visões que os pecadores têm de cristãos e ministros cristãos são muito alteradas quando estão sob convicção pelo pecado. Antes disso, podem ridicularizar-se e opor-se a eles; Então, eles são felizes por serem ensinados pelo cristão mais obscuro, e até se apegam a um ministro do evangelho como se ele pudesse salvá-los por seu próprio poder.
O que devemos fazer? - O que devemos fazer para evitar a ira desse Messias crucificado e exaltado? Eles estavam apreensivos com sua vingança, e eles desejavam saber como evitá-lo. Nunca foi feita uma pergunta mais importante do que isso. É a questão que todos os pecadores condenados perguntam. Isso implica uma apreensão de perigo, uma sensação de culpa e uma prontidão para "ceder a vontade" às ​​reivindicações de Deus. Esta foi a mesma pergunta feita por Paulo Atos 9: 6Atos 9: 6 , "Senhor, o que você quer que eu faça?" E pelo carcereiro Atos 16:30Atos 16:30 "Ele ... veio, tremendo ... e disse: Senhores, o que devo fazer Para ser salvo? "O estado de espírito neste caso - o caso de um pecador condenado - consiste em:
(1) Um sentido profundo do mal da vida passada; Lembrança de mil crimes talvez antes esquecidos; Uma convicção penetrante e aprofundada de que o coração, a conversa e a vida foram malignos e merecem uma condenação.
(2) Apreensão sobre a justiça de Deus; Alarme quando a mente olha para cima para ele, ou até o dia da morte e do julgamento.
(3) um desejo sincero, às vezes agonizante, ser liberado desse sentimento de condenação e essa apreensão do futuro.
(4) facilidade para sacrificar tudo à vontade de Deus; Para entregar o propósito governamental da mente e fazer o que ele precisa. Neste estado, a alma está preparada para receber as ofertas da vida eterna; E quando o pecador chega a isso, as ofertas de misericordia encontram o seu caso, e ele cede ao Senhor Jesus, e encontra a paz.
Em relação a este discurso de Pedro, e este resultado notável, podemos observar:
(1) Que este é o primeiro discurso que foi pregado após a ascensão de Cristo, e é um modelo que os ministros da religião devem imitar.
(2) é um argumento claro e próximo. Não há discursos, nenhuma declamação, nada além da verdade apresentada de forma clara e impressionante. É abundante com a prova de seu ponto principal, e supõe que seus ouvintes eram seres racionais e capazes de serem influenciados pela verdade. Os ministros não têm o direito de abordar as pessoas como incapazes de raciocinar e pensar, nem de imaginar, porque estão falando em assuntos religiosos, que, portanto, eles estão livres para falar sem sentido.
(3), embora estes fossem eminentes pecadores, e haviam acrescentado ao crime de assassinar o Messias, que derrubasse o Espírito Santo e os ministros do evangelho, mas Pedro raciocinou com eles com frieza e tentou convencê-los de sua culpa. As pessoas devem ser tratadas como dotadas de razão e capazes de ver a força e a beleza das grandes verdades da religião.
(4) os argumentos de Peter foram adaptados para produzir esse efeito em suas mentes e impressioná-los profundamente com o senso de sua culpa. Ele provou-lhes que tinham sido culpados de matar o Messias; Que Deus o levantou e que agora estavam no meio das cenas que estabeleceram uma forte prova da verdade do que ele estava dizendo. Nenhuma classe de verdades poderia ter sido tão bem adaptada para fazer uma impressão de sua culpa como estas.
(5) A convicção pelo pecado é um processo racional na mente do pecador. É o estado adequado produzido por uma visão de pecados passados. Está sofrendo verdade para fazer uma impressão apropriada; Sofrendo a mente para sentir como deve sentir. O homem culpado deve estar disposto a ver e confessar. Não há desgraça para confessar um erro, ou para sentir profundamente quando sabemos que somos culpados. A desgraça consiste em um desejo hipócrita de ocultar o crime; No orgulho que não está disposto a confessar; Na falsidade que nega isso. Senti-lo e reconhecer é a marca de uma mente aberta e ingênua.
(6) essas mesmas verdades ainda estão adaptadas para produzir convicção pelo pecado. O tratamento do pecador contra o Messias deve produzir dor e alarme. Ele não o matou, mas o rejeitou; Ele não o coroou com espinhos, mas ele o desprezou; Ele não o insultou quando estava pendurado na cruz, mas ele tem mil vezes insultado desde então; Ele não percorreu seu lado com a lança, mas ele perdeu seu coração, rejeitando-o e desprezando sua misericórdia. "Por estas coisas, ele deve chorar". Na ressurreição do Salvador, ele também tem um profundo interesse. Ele levantou-se como a promessa de que possamos subir; E quando o pecador olha para a frente, ele deve lembrar que ele deve encontrar o Filho de Deus ascendido. O Salvador reina; Ele vive, Senhor de todos. As ações do pecador agora são direcionadas ao seu trono, seu coração e sua coroa. Todos os seus crimes são vistos por seu soberano, E não é seguro zombar do Filho de Deus no seu trono, nem desprezar aquele que logo irá julgar. Quando o pecador sente essas verdades, ele deve tremer e gritar, o que devo fazer?
(7) vemos aqui como o Espírito opera na produção da convicção do pecado. Não é de forma arbitrária; Está de acordo com a verdade e com a verdade. Nem temos o direito de esperar que ele convença e converta as pessoas exceto quando a verdade é apresentada às suas mentes. Os que desejam o sucesso no evangelho devem apresentar uma verdade clara, impressionante e impressionante, pois tal Deus só está acostumado a abençoar.
(8) temos na condução de Pedro e os outros apóstolos um exemplo impressionante do poder do evangelho. Pouco antes, Pedro, tremendo e com medo, havia negado seu Mestre com um juramento; Agora, na presença dos assassinos do Filho de Deus, ele os acusou com coragem de seu crime e ousou sua fúria. Logo antes, todos os discípulos abandonaram o Senhor Jesus e fugiram; Agora, na presença de seus assassinos, levantaram a voz e proclamaram sua culpa e seu perigo, mesmo na cidade onde ele havia sido acusado e morto. O que poderia ter produzido essa mudança, mas o poder de Deus? E não há aqui a prova de que uma religião que produz tais mudanças veio do céu?
Verso 38 
Então Pedro disse-lhes: Pedro tinha sido o principal orador, embora outros também se dirigissem a eles. Ele agora, em nome de todos, dirigiu a multidão o que fazer.Arrependa-se - Veja as notas sobre Mateus 3: 2Mateus 3: 2 . O arrependimento implica a tristeza pelo pecado como cometido contra Deus, juntamente com o propósito de abandoná-lo. Não é meramente um medo das conseqüências do pecado ou da ira de Deus no inferno. É uma visão do pecado, como um mal em si, como para levar a mente a detestá-la e a abandonar. Deixando de lado toda visão da punição do pecado, o verdadeiro penitente odeia isso. Mesmo que o pecado fosse o meio de lhe proporcionar felicidade; Se promovesse sua gratificação e fosse desatendido com qualquer castigo futuro, o odiaria e se afastaria disso. O simples fato de que é mau e de que Deus odeia isso é uma razão suficiente para que aqueles que são verdadeiramente penitentes o odeiam e abandonem. O falso arrependimento teme as conseqüências do pecado; O verdadeiro arrependimento teme o próprio pecado. Essas pessoas, a quem Peter dirigiu, ficaram apenas alarmadas; Eles tinham medo da ira, e especialmente da ira do Messias. Eles não tinham o verdadeiro senso de pecado como um mal, mas simplesmente estavam com medo do castigo. Este alarme que Peter não considerava como de modo algum o arrependimento genuíno. Essa convicção pelo pecado logo desapareceria, a menos que seu arrependimento se tornasse completo e completo. Por isso, disse-lhes que se arrependessem, que se afastassem do pecado, exercitassem tristeza por ele como uma coisa má e amarga, e expressassem a sua tristeza da maneira correta. Podemos aprender aqui: A menos que seu arrependimento se tornasse completo e completo. Por isso, disse-lhes que se arrependessem, que se afastassem do pecado, exercitassem tristeza por ele como uma coisa má e amarga, e expressassem a sua tristeza da maneira correta. Podemos aprender aqui: A menos que seu arrependimento se tornasse completo e completo. Por isso, disse-lhes que se arrependessem, que se afastassem do pecado, exercitassem tristeza por ele como uma coisa má e amarga, e expressassem a sua tristeza da maneira correta. Podemos aprender aqui:

(1) Que não há segurança em mera convicção pelo pecado: pode logo passar e deixar a alma tão irrefletida como antes.
(2) não há bondade ou santidade em mero alarme ou convicção. Os demônios ... tremem. Um homem pode temer quem ainda tem um propósito firme de fazer o mal, se ele pode fazê-lo com impunidade.
(3) muitos estão muito preocupados e alarmados, que nunca se arrependem. Não há uma situação em que as almas sejam tão facilmente enganadas como aqui. O alarme é tomado para o arrependimento; Tremendo por tristeza piedosa; E o medo da ira é considerado o verdadeiro medo de Deus.
(4) O verdadeiro arrependimento é o único em tal estado de espírito que pode dar qualquer alívio. Uma ingênua confissão de pecado, um propósito solene de abandoná-lo, e um verdadeiro ódio disso, é o único que pode dar à mente a compostura. Tal é a constituição da mente que nada mais dará alívio. Mas no momento em que estamos dispostos a fazer uma confissão aberta de culpa, a mente é libertada de seu fardo, e a alma condenada encontra a paz. Até que isso seja feito, e o poder do pecado é quebrado, não pode haver paz.
(5) vemos aqui qual direção deve ser dada a um pecador condenado. Não devemos fazê-lo esperar; Nem para levá-lo a supor que ele está de boa maneira; Nem para dizer-lhe para continuar a procurar; Nem para chamá-lo de sofredor; Nem para tomar partido com ele, como se Deus estivesse errado e áspero; Nem para aconselhá-lo a ler, e procurar e adiar o assunto para um futuro. Devemos direcioná-lo a arrepender-se; Para lutar pelos seus pecados e para abandoná-los. A religião exige que ele imediatamente se entregue a Deus por arrependimento genuíno; Pela confissão de que Deus está certo e de que ele está errado; E por um propósito firme de viver uma vida de santidade.
Seja batizado - Veja as notas sobre Mateus 3: 6 Mateus 3: 6 , Mateus 3:16 Mateus 3:16 . A direção que Cristo deu a seus apóstolos era que batizassem a todos os que creram, Mateus 28:19 Mateus 28:19 ; Marcos 16:16Marcos 16:16 . Os judeus não foram batizados; E um batismo agora seria uma profissão da religião de Cristo, ou uma declaração feita diante do mundo que eles abraçaram Jesus como seu Messias. Era equivalente a dizer que eles deveriam abraçar publicamente e professamente Jesus Cristo como seu Salvador. O evangelho exige tal profissão, e ninguém tem a liberdade de recusá-la. Uma declaração semelhante deve ser feita para todos os que estão perguntando o caminho da vida. Eles devem exercer arrependimento; E então, sem qualquer atraso desnecessário, Para provar isso participando das ordenanças do evangelho. Se as pessoas não estão dispostas a professar religião, elas não têm nenhuma. Se eles não quiserem, de acordo com a maneira correta, mostrarem que estão verdadeiramente unidos a Cristo, é prova de que eles não têm tal apego. O batismo é a aplicação da água, como expressivo da necessidade de purificação, e como emblemático das influências de Deus que podem, por si só, limpar a alma. É também uma forma de dedicação ao serviço de Deus.
Em nome de Jesus Cristo - Não εἰς eisinto, mas ἐπί epiupon. A forma usual de batismo é em nome do Pai, etc. - εἰς eisHere não significa ser batizado pela autoridade de Jesus Cristo, mas significa ser batizado por ele e seu serviço; Para ser consagrado dessa maneira, e por esta profissão pública, a ele e à sua causa. A expressão é literalmente sobre o nome de Jesus Cristo: isto é, como fundamento do batismo, ou como aquela em que sua propriedade descansou ou se baseou. Em outras palavras, é com um reconhecimento dele naquele ato como sendo o que seu nome importa a única Esperança do pecador, seu Redentor, Senhor, Justifier, King (Prof. Hackett, in loco). O nome de Jesus Cristo significa o mesmo que o próprio Jesus Cristo. Ser batizado ao seu nome é dedicar-se a ele. A palavra "nome" geralmente é usada. A profissão que eles deveriam fazer correspondia a isto: uma confissão de pecados; Um propósito saudável de se afastar deles; Uma recepção de Jesus como o Messias e como um Salvador; E a determinação de se tornar seus seguidores e dedicar-se ao seu serviço. Assim, 1 Corinthians 10: 2 , para ser batizado para Moisés significa levá-lo como líder e guia. Não se segue que, ao administrar a ordenança do batismo, eles usaram apenas o nome de Jesus Cristo. É muito mais provável que eles usassem a forma prescrita pelo próprio Salvador, Mateus 28:19 ; Entretanto, como a marca especial de um cristão é que ele recebe e honra Jesus Cristo, esse nome é usado aqui como implicando o todo. 1 Coríntios 10: 2 Mateus 28:19 Atos 19: 5.
Para a remissão dos pecados - Não apenas o pecado de crucificar o Messias, mas de todos os pecados. Não há nada no próprio batismo que possa lavar o pecado. Isso só pode ser feito pela misericórdia de Deus por meio da expiação de Cristo. Mas o batismo é expressivo de uma vontade de ser perdoado dessa maneira, e é uma declaração solene de nossa convicção de que não existe outra maneira de remissão. Aquele que vem a ser batizado, vem com uma convicção professada de que ele é um pecador; Que não há outro meio de misericórdia, mas no evangelho, e com uma vontade professada de cumprir os termos da salvação e recebê-lo como é oferecido por meio de Jesus Cristo.
E você receberá ... - O dom do Espírito Santo aqui não significa seus dons extraordinários, nem o poder de fazer milagres, mas simplesmente significa que você deve participar das influências do Espírito Santo "na medida em que possam ser adaptadas Para o seu caso "- na medida em que seja necessário para o seu conforto, paz e santificação. Não há provas de que todos eles estavam dotados do poder de fazer milagres, nem a conexão da passagem exige que assim entendamos. Isso não significa que eles não foram despertados "por suas influências". Toda a verdadeira convicção é dele, João 16: 8-10 João 16: 8-10 . Mas também é o ofício do Espírito para consolar, iluminar, dar paz e, assim, provar que a alma nasceu de novo. Para isso, provavelmente, Peter se refere; E todos esses que nasceram novamente e professam a fé em Cristo possuem. Há paz, calma, alegria; Há evidências de piedade, e essa evidência é o produto das influências do Espírito. Gálatas 5:22 "O fruto do Espírito é amor, alegria, paz", etc., Gálatas 5:22 , Gálatas 5:24Gálatas 5:24 .

Verso 39 
Para a promessa - Ou seja, a promessa em relação ao particular de que ele estava falando - as influências do Espírito Santo. Esta promessa que ele havia provocado no início de seu discurso, Atos 2:17Atos 2:17 , e ele agora aplica-se a eles. Como o Espírito prometeu descer sobre judeus e seus filhos e filhas, era aplicável a eles nas circunstâncias em que eram então. A única esperança de pecadores perdidos está nas promessas de Deus, e a única coisa que pode dar conforto a uma alma condenada pelo pecado é a esperança de que Deus perdoe e salve.
A você - Para você judeus, mesmo que tenha crucificado o Messias. A promessa tinha uma referência especial ao povo judeu.
Para seus filhos - Em Joel, para seus filhos e filhas, que, no entanto, terão idade suficiente para profetizar. Promessas semelhantes ocorrem em Isaías 44: 3 Isaías 44: 3: "Derramarei o meu Espírito na tua semente, e a minha benção na tua prole"; E em Isaías 59:21Isaías 59:21 : "O meu Espírito que está sobre ti, e as minhas palavras que coloquei na tua boca, não se afastarão da tua boca, nem da boca da tua semente, nem da boca do teu Semente da semente, diz o Senhor, de agora em diante e para sempre ". Nestes lugares e semelhantes, os descendentes ou a posteridade são denotados. Não se refere meramente a crianças como crianças, e não deve ser aduzido como aplicável exclusivamente para bebês. É uma promessa aos pais que as bênçãos da salvação não sejam confinadas aos pais, Mas deve ser estendido também para a sua posteridade. Sob essa promessa, os pais podem ser encorajados a treinar seus filhos para Deus; Eles estão autorizados a dedicá-los a ele na ordenança do batismo cristão, e eles podem confiar em seu propósito gracioso, assim, para perpetuar as bênçãos da salvação de idade em idade.
Para todos - Para toda a raça; Não limitado aos judeus.
Afar off - Para aqueles em outras terras. É provável que Pedro referisse-se aos judeus que estavam espalhados por outras nações; Pois ele ainda não parece ter entendido que o evangelho deveria ser pregado aos gentios. Veja Romanos 10:12 Romanos 10:12Romanos 10: 14-20 Efésios 2:13 Efésios 2:17 , Romanos 10: 14-20 ; 11 . Os gentios às vezes são claramente indicados pela expressão "longe de Ephesians 2:13 , Efésios 2:17 ; E eles são representados como tendo sido trazidos perto do sangue de Cristo. A frase é igualmente aplicável àqueles que foram longe de Deus por seus pecados e suas afeições malignas. Para eles também a promessa é estendida se eles retornarem.
Mesmo tantos ... - A promessa não é para aqueles que não ouvem o evangelho, nem para aqueles que não o obedecem; Mas é para aqueles a quem Deus em sua graciosa providência o envie. Ele tem o poder e o direito ao perdão. O significado de Pedro é que a promessa é amplo, cheia, livre; Que é adequado para todos, e pode ser aplicado a todos; Que não há defeito ou falta de disposições ou promessas, mas que Deus possa estendê-lo a quem quiser. Vemos aqui quão amplo e completo são as ofertas de misericórdia. Deus é calor limitado nas provisões de sua graça; Mas o plano é aplicável a toda a humanidade. É também o propósito de Deus enviá-lo a todas as pessoas, e ele deu uma carga solene à sua igreja para fazê-lo. Não podemos refletir, mas com profundas dores no fato de que, embora essas disposições tenham sido feitas - totalmente feitas; Que são adaptados a todas as pessoas; Mas isso ainda foi prolongado por seu povo a tão pequena parte da família humana. Se a promessa da vida é para todos, é dever da igreja enviar a toda a mensagem de misericórdia.

Verso 40 
Muitas outras palavras - Este discurso, embora um dos mais longos do Novo Testamento, é apenas um esboço. Contudo, contém a substância do plano de salvação, e é admiravelmente organizado para atingir seu objetivo.
Testifique - testemunhe. Ele testemunhou as promessas do cristianismo; Às verdades relativas ao perigo dos pecadores; E à verdade respeitando o caráter dessa geração.

Exortar - Ele os suplicou por argumentos e promessas.
Salve-se - Esta expressão aqui indica, preservar-se da influência, das opiniões e do destino desta geração. Isso implica que eles deveriam usar diligência e esforço para entregar-se. Deus lida com as pessoas como agentes livres. Ele os convida a apresentar seu próprio poder e esforço para serem salvos. A menos que apresentem sua própria força, nunca serão salvos. Quando forem salvos, atribuirão a Deus o louvor por terem inclinado-os a buscá-lo, e pela graça pela qual são salvos.
Esta geração - Esta idade ou raça de pessoas; Os judeus então vivem. Não deveriam apreender o perigo deles de onde deveriam entregar-se; Mas eles deveriam apreender o perigo de estar com eles, unidos em seus planos; Desenhos e sentimentos. Da influência de suas opiniões, etc., eles deveriam escapar. Essa geração foi significativamente corrompida e perversa. Veja Mateus 12:39 Mateus 12:39 ; Mateus 16: 4 Mateus 16: 4 ; Marcos 8:38Marcos 8:38 . Eles crucificaram o Messias; E eles foram, pelos seus pecados, logo serão destruídos.
Ordem? Essa geração desagradável? - Untoward: "Perverso, refratário, não facilmente guiado ou ensinado" (Webster). O mesmo caráter que nosso Salvador havia dado a essa geração em Mateus 11: 16-19Mateus 11: 16-19 . Esse personagem que eles haviam mostrado uniformemente. Eles eram lisos, astutos, plausíveis; Mas eles eram corruptos em princípio, e perversos na conduta. Os fariseus tinham um grande domínio sobre as pessoas. Separar-se deles era desafiar todo o seu poder e doutrinas; Para alienar-se de seus professores e amigos; Para enfrentar a autoridade dos que estão no cargo, e aqueles que há muito reivindicaram o direito de ensinar e orientar a nação. O principal perigo daqueles que agora foram despertados era daquela geração; Que eles ridicularizassem, denunciariam ou perseguiriam, e induzi-los a abandonar sua seriedade, E volte para seus pecados. E, portanto, Pedro os exortou de uma vez a romper com eles e entregar-se a Cristo. Podemos, portanto, aprender:
(1) Que, se os pecadores serão salvos, devem fazer um esforço. Não há nenhuma promessa a menos que eles se exercitam.
(2) o principal perigo que ataca aqueles que são despertos surge de seus ex-companheiros. Eles são muitas vezes perversos, astutos, ricos, poderosos. Eles podem ser seus parentes, e tentarão tirar suas impressões sérias por escárnio, argumento ou perseguição. Eles têm um poderoso controle sobre as afeições, e eles procurarão usá-lo para impedir que aqueles que são despertados se tornem cristãos.
(3) aqueles que são despertos devem resolver de uma só vez para se separar de seus companheiros malignos e unir-se a Cristo e ao seu povo. Pode não haver outra maneira de fazer isso do que resolvendo abandonar completamente a sociedade daqueles que são infiéis e escarnecedores e profanos. Eles devem abandonar o mundo e entregar-se a Deus, e resolverem ter apenas tanto contato com o mundo, em qualquer aspecto, conforme exigido pelo dever, e como pode ser consistente com um propósito supremo de viver para a honra de Deus.
Verso 41 
Os que receberam com alegria - A palavra "alegremente" significa "livremente, alegremente, alegremente". Isso implica que eles fizeram isso sem compulsão e com alegria. A religião não é compulsão. Os que se tornam cristãos fazem isso alegremente; Eles fazem isso regozijando-se com o privilégio de se reconciliar com Deus através de Jesus Cristo. Embora tantos tenham recebido sua palavra e tenham sido batizados, está implicado que havia outros que não o fizeram. É provável que existam multidões assustadas, mas que não receberam a palavra com alegria. Em todos os avivamentos, há muitos que ficam alarmados e que estão preocupados com suas almas, mas que se recusam a abraçar o evangelho, e novamente tornam-se irreflexivos e estão arruinados.

Sua palavra - A mensagem que Pedro falou respeitando o perdão do pecado através de Jesus Cristo.Foram batizados - isto é, aqueles que professaram a prontidão para abraçar as ofertas de salvação. A narrativa claramente implica que isso foi feito no mesmo dia. Sua conversão foi instantânea. A demanda sobre eles era render-se de uma só vez a Deus. E sua profissão foi feita, e a ordenança que selou sua profissão administrada sem demora.
E no mesmo dia - O discurso de Pedro começou às nove horas da manhã, Atos 2:15Atos 2:15 . Quanto tempo ele continuou não é dito; Mas a cerimônia de admitir a igreja e de batizá-los foi evidentemente realizada no mesmo dia. O modo em que isso é feito não é mencionado; Mas é altamente improvável que, no meio da cidade de Jerusalém, três mil pessoas fossem inteiramente imersas em um dia. Toda a narrativa supõe que tudo foi feito na cidade; E ainda não há probabilidade de haver conveniências lá para imergir tantas pessoas em um único dia. Além disso, na maneira comum de administrar o batismo por imersão, é difícil conceber que tantas pessoas poderiam ter sido imersas em tão pouco tempo. Existe, de fato, Aqui nenhuma prova positiva de que eles não estavam imersos; Mas a narrativa é uma dessas circunstâncias incidentais, muitas vezes muito mais satisfatória do que a discussão filológica, que mostram a extrema improbabilidade de que tudo isso foi feito imergindo-os totalmente na água. Pode-se observar ainda que aqui é um exemplo de admissão muito rápida à igreja. Foi a primeira ótima obra de graça sob o evangelho. Era o modelo de todos os avivamentos da religião. E foi sem dúvida que esse deveria ser um modelo da maneira pela qual os ministros da religião deveriam agir em relação às admissões na igreja cristã. Prudência é realmente necessária; Mas este exemplo não fornece nenhum mandado para aconselhar aqueles que professam sua vontade de obedecer a Jesus Cristo, adiar a união com a igreja. Se as pessoas dão provas de piedade, de verdadeiro ódio ao pecado, E de apego ao Senhor Jesus; Eles devem se unir a seu povo sem demora.

Foram acrescentados - À companhia de discípulos, ou aos seguidores de Cristo.
Almas - Pessoas. Compare 1 Pedro 3:20 1 Pedro 3:20 ; Gênesis 12: 5Gênesis 12: 5 . Não se afirma que tudo isso ocorreu em uma parte de Jerusalém, ou que tudo foi feito de uma só vez; Mas é provável que este seja o que depois foi verificado para ser o fruto do trabalho deste dia, resultado desse avivamento da religião. Esta foi a primeira efusão do Espírito Santo sob a pregação do evangelho; E mostra que tais cenas são esperadas na igreja, e que o evangelho é adequado para trabalhar uma mudança rápida e poderosa no coração das pessoas.

Verso 42 
E eles continuaram com firmeza - Eles perseveraram, ou aderiram. Este é o registro inspirado do resultado. Que qualquer um desses apostatados não esteja registrado em nenhum lado e não deve ser presumido. Embora tenham sido repentinamente convertidos; Embora de repente fossem admitidos na igreja; Apesar de estarem expostos a muita perseguição e desprezo, e a muitas provações, o registro é que aderiram às doutrinas e deveres da religião cristã. A palavra traduzida "continuou stedfastly " - προσκαρτεροῦντες proskarterountes - significa "atender a um, permanecer ao seu lado, não sair ou demiti-lo".
A doutrina dos apóstolos - Isso não significa que eles mantiveram ou acreditavam nas doutrinas dos apóstolos, embora isso fosse verdade; Mas significa que eles aderiram, ou participaram, seus ensinamentos ou instruções. A palavra doutrina tem agora um sentido técnico, e significa uma coleção e arranjo de pontos de vista abstratos que devem ser contidos na Bíblia. Nas Escrituras a palavra significa simplesmente "ensinar"; E a expressão aqui denota que eles continuaram a atender suas instruções. Uma evidência de conversão é um desejo de ser instruído nas doutrinas e deveres da religião, e uma vontade de participar da pregação do evangelho.
E a comunhão - A palavra traduzida "companheirismo", κοινωνία koinōniais muitas vezes traduziu a "comunhão". Ela denota adequadamente "ter coisas em comum, participação, sociedade, amizade". Pode ser aplicável a qualquer coisa que possa ser possuída em comum, ou em que Todos podem participar. Assim, todos os cristãos têm a mesma esperança do céu; As mesmas alegrias; O mesmo ódio do pecado; Os mesmos inimigos a enfrentar. Assim, eles têm os mesmos assuntos de conversa, de sentimento e de oração; Ou eles têm comunhão nessas coisas. E assim os primeiros cristãos tinham sua propriedade em comum. A palavra aqui pode ser aplicada a qualquer uma ou a todas essas coisas para sua conversa, suas orações, seus perigos ou suas propriedades; E significa que eles estavam unidos aos apóstolos, e participaram com eles em qualquer coisa que acontecesse. Pode-se acrescentar que o efeito de um ressurgimento da religião é unir os cristãos cada vez mais e trazer aqueles que antes estavam separados para união e amor. Os cristãos sentem que são uma banda de irmãos e, por mais que fossem separados antes de se tornarem cristãos, agora eles têm interesses importantes e importantes em comum; Eles estão unidos em sentimentos, em interesses, em perigos, em conflitos, em opiniões e na esperança de uma imortalidade abençoada.
Quebra de pão - O Syriac torna esta "a Eucaristia" ou a Ceia do Senhor. No entanto, não pode ser determinado se isso se refere à participação de seus alimentos comuns juntos, ou às festas da caridade, ou à Ceia do Senhor. O pão dos hebreus foi feito geralmente em bolos, finos, duros e quebradiços, de modo que estava quebrado em vez de ser cortado. Assim, para denotar "intimidade ou amizade", a frase "quebrar o pão em conjunto" seria muito expressiva da mesma forma que os gregos o denotaram bebendo juntos, συμπόσιον sumposion Da expressão usada em Atos 2:44 Atos 2:44 , compare com Atos 2:46Atos 2 : 46 , que eles tinham todas as coisas comuns, preferiria estar implícito que isso se referia à participação de suas refeições comuns.
Em orações - Este foi um efeito da influência do Espírito, e uma evidência de sua mudança. Um avivamento genuíno será sempre seguido por um amor de oração.

Verso 43 
E o medo veio - Ou seja, houve uma grande reverência ou admiração. A multidão tinha acabado de ridicularizar-lhes Atos 2:13Atos 2:13 ; Mas tão impressionante e manifesto foi o poder de Deus nessa ocasião, que silenciou todos os clamores e produziu uma veneração geral e um admiração. O efeito de uma ótima obra da graça de Deus é geralmente produzir uma seriedade e solenidade incomum em uma comunidade, mesmo entre aqueles que não são convertidos. Ele restringe, subjuga e silencia a oposição.
Toda alma - Toda pessoa ou indivíduo; Isto é, sobre as pessoas em geral; Não apenas sobre aqueles que se tornaram cristãos, mas sobre as multidões que testemunharam essas coisas. Todas as coisas eram adequadas para produzir esse medo: a recente crucificação de Jesus de Nazaré; As maravilhas que participaram desse evento; Os eventos do dia de Pentecostes; E os milagres realizados pelos apóstolos, todos se adequavam para difundir a solenidade, o pensamento e a ansiedade através da comunidade.
Muitas maravilhas e sinais - Veja as notas em Atos 2:22 Atos 2:22 . Isto foi prometido pelo Salvador, Marcos 16:17Marcos 16:17 . Alguns dos milagres que realizaram são especificados nos capítulos seguintes.
Verso 44 
Tudo o que acreditava - Isto é, que acreditava que Jesus era o Messias; Pois esse era o ponto distintivo pelo qual eles eram conhecidos dos outros.
Estavam juntos - estavam unidos; Foram juntados no mesmo. Isso não significa que eles viveram na mesma casa, mas eles estavam unidos na mesma comunidade, ou se engajaram no mesmo. Eles, sem dúvida, estão juntos no mesmo lugar para oração e louvor. Um dos melhores meios para fortalecer a fé dos jovens convertidos é que muitas vezes se reúnem para orar, conversar e louvar.
Tinha todas as coisas comuns - Ou seja, todas as suas propriedades ou bens. Veja Atos 4: 32-37 Atos 4: 32-37 ; Atos 5: 1-10 Atos 5: 1-10 . Os apóstolos, no tempo do Salvador, evidentemente tinham todas as suas propriedades em estoque comum, e Judas foi feito seu tesoureiro. Eles se consideravam como uma família, tendo necessidades comuns, e não havia nenhum uso ou propriedade em possuir uma propriedade extensa por si só. No entanto, mesmo assim, é provável que alguns deles tenham mantido um interesse em sua propriedade, que não era necessário que fosse dedicado ao uso comum. É evidente que João possuía propriedade que ele manteve, João 19:27 João 19:27 . E é claro que o Salvador não lhes ordenou que abandonassem suas propriedades em uma ação comum, nem os apóstolos o impusessem: Atos 5: 4Atos 5: 4 , "Enquanto permaneceu, não era seu? E depois que foi vendido, não estava no seu próprio poder? "Foi, portanto, perfeitamente voluntário, e foi tão evidentemente adaptado às circunstâncias especiais dos primeiros convertidos. Muitos vieram do exterior. Eles eram da Parthia, Media e Arábia, e Roma e África, etc. É provável, também, que eles agora ficaram mais longos em Jerusalém do que tinham proposto pela primeira vez; E não é de todo improvável que eles negassem agora as habituais hospitalidades dos judeus, e excluídos de sua bondade habitual, porque tinham abraçado Jesus de Nazaré, que acabara de morrer. Nessas circunstâncias, era natural e apropriado que eles compartilhassem seus bens enquanto permaneceram juntos. Não era seu? E depois que foi vendido, não estava no seu próprio poder? "Foi, portanto, perfeitamente voluntário, e foi tão evidentemente adaptado às circunstâncias especiais dos primeiros convertidos. Muitos vieram do exterior. Eles eram da Parthia, Media e Arábia, e Roma e África, etc. É provável, também, que eles agora ficaram mais longos em Jerusalém do que tinham proposto pela primeira vez; E não é de todo improvável que eles negassem agora as habituais hospitalidades dos judeus, e excluídos de sua bondade habitual, porque tinham abraçado Jesus de Nazaré, que acabara de morrer. Nessas circunstâncias, era natural e apropriado que eles compartilhassem seus bens enquanto permaneceram juntos. Não era seu? E depois que foi vendido, não estava no seu próprio poder? "Foi, portanto, perfeitamente voluntário, e foi tão evidentemente adaptado às circunstâncias especiais dos primeiros convertidos. Muitos vieram do exterior. Eles eram da Parthia, Media e Arábia, e Roma e África, etc. É provável, também, que eles agora ficaram mais longos em Jerusalém do que tinham proposto pela primeira vez; E não é de todo improvável que eles negassem agora as habituais hospitalidades dos judeus, e excluídos de sua bondade habitual, porque tinham abraçado Jesus de Nazaré, que acabara de morrer. Nessas circunstâncias, era natural e apropriado que eles compartilhassem seus bens enquanto permaneceram juntos. E foi, como evidentemente, adaptado às circunstâncias especiais dos primeiros convertidos. Muitos vieram do exterior. Eles eram da Parthia, Media e Arábia, e Roma e África, etc. É provável, também, que eles agora ficaram mais longos em Jerusalém do que tinham proposto pela primeira vez; E não é de todo improvável que eles negassem agora as habituais hospitalidades dos judeus, e excluídos de sua bondade habitual, porque tinham abraçado Jesus de Nazaré, que acabara de morrer. Nessas circunstâncias, era natural e apropriado que eles compartilhassem seus bens enquanto permaneceram juntos. E foi, como evidentemente, adaptado às circunstâncias especiais dos primeiros convertidos. Muitos vieram do exterior. Eles eram da Parthia, Media e Arábia, e Roma e África, etc. É provável, também, que eles agora ficaram mais longos em Jerusalém do que tinham proposto pela primeira vez; E não é de todo improvável que eles negassem agora as habituais hospitalidades dos judeus, e excluídos de sua bondade habitual, porque tinham abraçado Jesus de Nazaré, que acabara de morrer. Nessas circunstâncias, era natural e apropriado que eles compartilhassem seus bens enquanto permaneceram juntos. E não é de todo improvável que eles negassem agora as habituais hospitalidades dos judeus, e excluídos de sua bondade habitual, porque tinham abraçado Jesus de Nazaré, que acabara de morrer. Nessas circunstâncias, era natural e apropriado que eles compartilhassem seus bens enquanto permaneceram juntos. E não é de todo improvável que eles negassem agora as habituais hospitalidades dos judeus, e excluídos de sua bondade habitual, porque tinham abraçado Jesus de Nazaré, que acabara de morrer. Nessas circunstâncias, era natural e apropriado que eles compartilhassem seus bens enquanto permaneceram juntos.

Verso 45 
E vendido - Ou seja, eles venderam o quanto era necessário para obter os meios de atender as necessidades umas das outras.

Possessões - Propriedade, particularmente imobiliário. Esta palavra, κτήματα ktēmatarefers adequadamente à sua propriedade fixa, como terras, casas, vinhas, etc. A palavra "bens", " ὑπάρξεις huparxeisrefers para sua" propriedade "pessoal ou móvel.
E partiu para todos - Eles os distribuíram para atender as necessidades de seus irmãos mais pobres, de acordo com suas necessidades.
Como todo homem precisava - Esta expressão limita e corrige o significado do que foi dito antes. A passagem não significa que eles venderam todas as suas posses, ou que renunciaram ao título de todas as suas propriedades, mas que, até agora, consideravam tudo tão comum como disposto a separar-se se fosse necessário atender às necessidades da outras. Assim, a propriedade foi posta à disposição dos apóstolos, e eles foram desejados distribuí-la livremente para atender às necessidades dos pobres, Atos 4: 34-35Atos 4: 34-35 .

Este foi um incidente importante na propagação precoce da religião, e pode sugerir muitas reflexões úteis:
1. Vemos o efeito da religião. O amor à propriedade é uma das afecções mais fortes que as pessoas têm. Não há nada que venha superar isso, mas religião. Aquilo vai; E um dos primeiros efeitos do evangelho foi afrouxar o domínio dos cristãos na propriedade.
2. É dever da igreja providenciar as necessidades de seus membros pobres e necessitados. Não há dúvida de que a propriedade deve agora ser considerada tão comum quanto as necessidades dos pobres devem ser fornecidas por aqueles que são ricos. Compare Mateus 26:11Mateus 26:11 .
3 . Se for perguntado por que os discípulos primitivos evidenciaram essa disposição para se separar de suas propriedades dessa maneira, pode ser respondido:
(1) Que os apóstolos o fizeram antes deles. A família do Salvador tinha todas as coisas comuns.
(2) era a natureza da religião para fazê-lo.
(3) as circunstâncias das pessoas reunidas nesta ocasião foram de tal forma que exigi-lo. Eles eram muitos deles de regiões distantes, e provavelmente muitos deles da classe mais pobre do povo em Jerusalém. Nisto, eles mostraram o que deve ser feito em favor dos pobres da igreja em todos os momentos.
4. Se for perguntado se isso foi feito comumente entre os primeiros cristãos, pode-se responder que não há evidências de que fosse. É mencionado aqui, e em Atos 4: 32-37 Atos 4: 32-37 , e Atos 5: 1-7 Atos 5: 1-7 . Não parece que foi feito mesmo por todos os que depois foram convertidos na Judéia; E não há provas de que foi feito em Antioquia, Efésio, Corinto, Filipos, Roma, etc. Que o efeito da religião era tornar as pessoas liberais e dispostas a providenciar os pobres, não pode haver dúvida. Veja 2 Coríntios 8:19 2 Coríntios 8:19 ; 2 Coríntios 9: 2 2 Coríntios 9: 2 ; 1 Coríntios 16: 2 1 Coríntios 16: 2 ; Gálatas 2:10Gálatas 2:10 . Mas não há provas de que fosse comum separar seus bens e colocá-los aos pés dos apóstolos.
5. Se for solicitado, então, se todos os arranjos da propriedade devem ser quebrados agora, e os crentes têm todas as coisas em comum, estamos preparados para responder "Não". Porque:
(1) Este foi um caso extraordinário.
(2) nem sequer foram ordenados pelos apóstolos sobre eles.
(3) não foi praticado em nenhum outro lugar.
(4) seria impraticável. Nenhuma comunidade onde todas as coisas foram mantidas em comum prosperou por muito tempo. Muitas vezes, foi tentado pelos pagãos, pelos infiéis e pelas seitas fanáticas dos cristãos. Termina logo em anarquia, licenciosidade, ociosidade e desgraça; Ou a mais astuta assegura a massa da propriedade e controla o todo. Até que todas as pessoas sejam feitas, não haveria esperança de tal comunidade; E se pudesse existir, não seria desejável. Deus evidentemente pretendia que as pessoas estivessem ansiosas para a indústria pela esperança de ganhar; E então ele exige que seus ganhos sejam dedicados ao seu serviço. Ainda assim, este era um nobre exemplo de generosidade cristã, e evidenciava o poder da religião ao perder o controle que as pessoas costumam ter no mundo. Repreende também os professores de religião, de quem, infelizmente, há muitos,
Verso 46 
Com um acordo - Compare as Atos 1:14 Leis 1:14 ; Atos 2: 1Atos 2: 1 .
No templo - Este era o lugar público de adoração; E os discípulos não estavam dispostos a deixar o lugar onde seus pais adoravam tanto Deus. Isso não significa que eles estavam constantemente no templo, mas apenas nas horas habituais de oração - às nove horas da manhã e às três horas da tarde.
E quebrar o pão - Veja as notas sobre Atos 2:42Atos 2:42 .
De casa em casa - Na margem, "em casa". Então, o siríaco e o árabe. A interpretação comum, no entanto, é que eles fizeram isso em suas várias casas, agora neste e agora naquilo, como seria conveniente. Se se refere às suas refeições comuns, significa que eles compartilharam o que possuíam, e a expressão "comer sua carne" parece implicar que isso se refere às refeições comuns e não à Ceia do Senhor.
Comeu comer carne - Participaram da comida. A palavra "carne" conosco é aplicada a "carne". Na Bíblia, e em autores de inglês antigo, ela é aplicada a "provisões" de qualquer tipo. Aqui significa todos os tipos de sustento; O que os nutriu - τροφῆς trophēs - e o uso desta palavra prova que não se refere à Ceia do Senhor; Pois essa ordenança não é representada em nenhum lugar como projetada para uma refeição comum, ou para nutrir o corpo. Compare 1 Coríntios 11: 33-341 Corinthians 11: 33-34 .
Com alegria - Com alegria. Este é um dos efeitos da religião. Está longe de escuridão; Difunde a felicidade sobre a mente; Ele concede alegria adicional na participação de até mesmo os nossos prazeres comuns.
Singularidade do coração - Isto significa com um coração sincero e puro. Ficaram satisfeitos e agradecidos. Eles não estavam perplexos nem ansiosos; Nem eram solícitos para a vida luxuosa, nem aspiravam pelos objetos vãos das pessoas do mundo. Compare Romanos 12: 8 Romanos 12: 8 ; 2 Coríntios 1:12 2 Coríntios 1:12 ; Colossenses 3:22 Colossenses 3:22 ; Efésios 6: 5Efésios 6: 5 .

Verso 47 
Louvando a Deus - veja Lucas 24:53Lucas 24:53 .
E tendo o favor - Veja Lucas 2:52Luke 2:52 .
Com todas as pessoas - isto é, com a grande massa das pessoas; Com as pessoas em geral. Isso não significa que todas as pessoas se reconciliaram com o cristianismo; Mas suas vidas humildes, sérias e devotadas ganharam o favor da grande massa da comunidade, e silenciaram a oposição e a força. Este foi um efeito notável, mas Deus tem poder para silenciar a oposição; E não há nada tão adequado para fazer isso como a vida humilde e consistente de seus amigos.
E o Senhor acrescentou - Veja Atos 5:14 Atos 5:14 ; Atos 11:24Atos 11:24 , etc. Foi o Senhor que fez isso. Não havia poder no homem para fazê-lo; E o cristão ama traçar todo aumento da igreja para a graça de Deus.

Adicionado - Causou, ou inclinou-os a se juntarem à igreja.
A igreja - À assembléia dos seguidores de Cristo - τῇ ἐκκλησίᾳ tē ekklēsia A palavra dada "igreja" significa apropriadamente "aqueles que são chamados", e é aplicado aos cristãos como sendo chamados ou separados do mundo. É usado apenas três vezes nos evangelhos, Mateus 16:18 Mateus 16:18 ; Mateus 18:17 Mateus 18:17 , duas vezes. Ocorre freqüentemente em outras partes do Novo Testamento, e geralmente como aplicado aos seguidores de Cristo. Compare Atos 5:11 Atos 5:11 ; Atos 7:38 Atos 7:38 ; Atos 8: 1 Atos 8: 1 , Atos 8: 3 Atos 8: 3 ; Atos 9:31 Atos 9:31 ; Atos 11:22 Atos 11:22 , Atos 11:26 Atos 11:26 ; Atos 12: 1 Atos 12: 1 , Atos dos 12: 5 Atos 12: 5 , etc. Atos 19:39 Atos 19 : 41.
Tal como deve ser salvo - Toda essa frase é uma tradução de um particípio - τοὺς σωζομένους tous sōzomenousIt não expressa qualquer propósito de que eles sejam salvos, mas simplesmente o fato de que eles eram aqueles que seriam ou que estavam prestes a ser salvos . É claro, no entanto, a partir desta expressão, que aqueles que se tornaram membros da igreja eram aqueles que continuavam a adornar sua profissão, ou que deram a prova de que eram cristãos sinceros. É implícito aqui, também, que aqueles que devem ser salvos juntar-se-ão à igreja de Deus. Isso é necessário em todos os lugares; E constitui uma evidência de piedade quando eles estão dispostos a enfrentar o mundo, e se entregam imediatamente ao serviço do Senhor Jesus. Duas observações podem ser feitas no último verso deste capítulo; um é, Que o efeito de uma vida cristã consistente será comandar o respeito do mundo; E o outro é, que o efeito será continuamente aumentar o número daqueles que devem ser salvos. Neste caso, eles foram adicionados diariamente; A igreja estava aumentando constantemente; E o mesmo resultado pode ser esperado em todos os casos em que exista um zelo semelhante, abnegação, consistência e oração.
Já contemplamos o fundamento da igreja cristã e o primeiro avivamento glorioso da religião. Este capítulo merece ser profundamente estudado por todos os ministros do evangelho, bem como por todos os que oram pela prosperidade do reino de Deus. Isso deve excitar nossa fervorosa gratidão de que Deus tenha deixado este registro da primeira grande obra de graça e nossas orações fervorosas de que ele se multiplicaria e estender tais cenas até que a terra se encha de Sua glória.(ALBERT BARNES COMENTARIO BIBLICO).

“A Comunhão dos Santos na Bíblia
A comunhão dos santos é uma expressão teológica e historicamente forte. Quer na comunidade de Israel, quer na Igreja Primitiva, seu conceito não é um mero casuísmo; é uma prática que leva o povo de Deus a sentir-se como um só corpo”.

“A comunhão dos Santos em Israel
Nos momentos de emergência nacional, levantavam-se os hebreus como um só homem. Isto mostra que, se um israelita sofria, os demais padeciam; se uma tribo via-se em perigo, as outras sentiam-se ameaçadas. A fim de manter o seu povo unido, suscitava-lhe o Senhor líderes carismáticos como Gideão e Davi.
O amor entre os israelitas era realçado na Lei e nos Profetas. Os hebreus, por exemplo, não podiam emprestar com usura para seus irmãos. Quando da colheita, eram obrigados a deixar, aos mais pobres, as respigas. Foi o que aconteceu a moabita Rute.
Quando a comunhão dos santos em Israel era quebrantada, instalava-se a injustiça social, a opressão e a violência. Para conter todas essas misérias, erguia Deus os seus profetas que, madrugando, repreendiam os injustos, buscando reconduzi-los aos princípios da Lei de Moisés”.

“A Comunhão dos santos em o Novo Testamento
Ao retratar a comunhão entre os santos, escreve o português Camilo Castelo Branco: ‘O amor de Deus é inseparável do amor do próximo. É impossível no coração humano o incêndio suavíssimo do amor de Deus, quando o grito da miséria não desperta no coração a mágoa das aflições do próximo’.
Mais adiante, acrescenta Camilo: ‘Vede como eles se amam diziam os pagãos, quando a sociedade cristã repartia seus haveres em comunas, onde grande despojado de suas galas, vinham sentar-se ao lado dos pobres, vestido de uma mesma túnica, e nutrido por um semelhante quinhão nos ágapes da caridade’.
Sem a comunhão dos santos não pode haver cristianismo. Aliás, protestou alguém certa vez: ‘O amor é a única forma de nos sentirmos realmente cristãos’. Todos os escritores do Novo Testamento, a exemplo do Salvador, realçaram a comunhão dos santos.
No Sermão do Monte, ensinou Jesus os seus discípulos a se amarem uns aos outros; doutra forma: não seriam contados entre os seus seguidores”.
(ANDRADE, C. As Disciplinas da Vida Cristã. RJ: CPAD, 2008, pp.117-19)
fonte www.mauricioberwaldoficial.blogspot.com


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