segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Subsidio Betel a geração que duvidou da promessa n.3 2017


                  
                          

                              Subsidio Betel a geração que
                           duvidou da promessa n.3 2017

                              NUMEROS cap. 13V.14-39
                                  INTRODUÇÃO GERAL

                      Escritor Professor Mauricio Berwald

Em conseqüência da desobediência do povo de Israel durante sua peregrinação, os que pecaram, rebelando-se contra o Todo-Poderoso, morreram, e seus corpos caíram no deserto. De acordo com o juramento de Deus, os desobedientes não entraram no seu repouso. Que isto jamais venha a acontecer conosco!
Nesta lição, veremos em que consiste o repouso espiritual reservado aos crentes fiéis.

I. AS BOAS NOVAS FORAM PREGADAS

1. Ouviram mas não obedeceram. Segundo cálculos razoáveis, os israelitas tirados do Egito pela poderosa mão de Deus foram cerca de três milhões de pessoas. Somente os homens de guerra somavam 600.000 (Êx 12.37). Desses, só entraram em Canaã, dois: Josué e Calebe (Dt 1.36,37). Por causa da desobediência e da incredulidade, o juízo de Deus prostrou-os no deserto, impedindo-os de chegar à Terra Prometida. Isso mostra que Deus dá mais valor à qualidade do que à quantidade. No Dilúvio, só oito escaparam. Na destruição de Sodoma e Gomorra, somente três ficaram vivos.
2. A pregação sem proveito (v.2). Os israelitas ouviram as “boas novas”. A razão pela qual muitos não entraram no “repouso”, ou seja, em Canaã, é que “a palavra da pregação nada lhes aproveitou, porquanto não estava misturada com a fé naqueles que a ouviram” (v.2). Aí, vemos a importância da fé para a salvação. A Bíblia assevera que sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6).
Hoje, em todo o mundo, é grande a provocação ao Senhor. Os ímpios estão em rebelião aberta e declarada contra Deus. Infelizmente, também há crentes que ouvem a Palavra nas igrejas, mas preferem continuar desobedecendo aos preceitos do Senhor.

II. O DESCANSO PARA O POVO DE DEUS

1. A ilustração do descanso de Deus. O escritor, no v.10, relembra o que está escrito em Gn 2.2, quando Deus, no sétimo dia, descansou de suas obras: “Porque aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou de suas obras, como Deus das suas”. Obviamente que aqui não se trata de descanso físico, pois por ser Espírito, Deus não sofre desgaste.
2. O descanso dos israelitas. O sofrimento dos israelitas no Egito após a morte de José foi cruel. Por mão de Moisés e pelo poder de Deus, o povo foi libertado milagrosamente. Entretanto, por causa da incredulidade e rebeldia, grande parte deles não pôde entrar na Terra Prometida. Foram obrigados a passar 40 anos caminhando no deserto (Hb 3.19; 4.6,11; 1 Co 10.1-11). Somente por misericórdia, Deus lhes destinou a terra de Canaã, onde enfim encontraram o descanso de seus sofrimentos.
3. O descanso (repouso) do povo de Deus (v.9). Aqui o descanso prometido não é físico, mas espiritual, celestial, mirífico, indizível e pleno para os salvos: “Ainda resta um descanso para o povo de Deus”.
Trata-se do bendito estado da alma e do espírito, em que os crentes, obedientes e santos, que ouvem a Palavra e a obedecem, terão direito à paz e a tranqüilidade perene, na comunhão com o Senhor. Lembremo-nos de que o descanso espiritual só se obtém através da nova vida em Cristo (ver Mt 11.28,29). É preciso ouvir e obedecer a Palavra de Deus. “Procuremos pois entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência” (v.11).

III. O PODER PENETRANTE DA PALAVRA DE DEUS

1. Ela é viva. A Palavra de Deus mostra quem vai entrar no repouso eterno. Ela não se constitui de meras argumentações humanas ou filosóficas, que atingem o intelecto, mas não penetram no coração, no mais íntimo do ser humano. A Palavra de Deus é viva, poderosa e vivificante. Jesus afirmou: “as palavras que eu vos disse são espírito e vida” (Jo 6.63). Somente Ele tem palavras de vida eterna (Jo 6.68).
2. Ela é eficaz. A palavra de Deus sempre produz efeitos: “Porque, assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, mas regam a terra e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei” (Is 55.11). Ninguém ouve a palavra de Deus sem ser alcançado por seus resultados. Quem ouve e crê “tem a vida eterna” (Jo 5.24). Quem ouve e não crê “já está condenado” (Jo 3.18).
3. Ela é penetrante. É comparada a uma espada cortante, que “penetra até à divisão da alma e do espírito e das juntas e medulas”. Sendo “espírito e vida”, a palavra de Deus atinge a parte sensorial do homem. O espírito, a alma e o corpo são alcançados pelo poder penetrante da palavra divina. Por quê? Quando o homem ouve a Palavra e crê, no seu interior ocorrem modificações extraordinárias que beneficiam inclusive o funcionamento orgânico do seu corpo.
4. Ela discerne pensamentos e intenções. Muitos filósofos, com seu intelectualismo frio e racionalista, têm confundido os homens afastando-os ainda mais do seu Criador. A Bíblia, no entanto, sendo a Palavra de Deus, tem transformado a vida de inúmeras pessoas, elevando-as à condição de salvas e remidas pelo sangue de Jesus.
No v.13 o escritor adverte que diante do poder penetrante da palavra de Deus, “não há criatura alguma encoberta diante dele”, e todas as coisas estão “nuas e patentes aos seus olhos”, ou seja, não há nada velado diante do Todo-Poderoso.

IV. NOSSO GRANDE SUMO SACERDOTE (vv.14-16)

1. “Jesus, Filho de Deus”. Ele é grande, no sentido absoluto. Os “sumo sacerdotes” de outras religiões jamais chegaram aos céus. Buda pregou que chegaria ao Nirvana (no budismo, estado de ausência total de sofrimento); Chrisna, mentor do Hinduísmo, também não foi aos céus; para seus adeptos, deve estar reencarnando por aí. Os seguidores de Maomé imaginam que ele esteja num “paraíso”, onde há muitas mulheres e tâmaras.
Os sumo sacerdotes do Antigo Testamento só adentravam uma vez por ano, no lugar Santíssimo, onde era manifestada a glória de Deus. Eles não podiam permanecer lá. Mas Jesus, nosso Sumo Sacerdote por excelência, “penetrou nos céus”, “está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34b).
2. Sacerdote compassivo. Em seu ministério terreno, Jesus sempre se preocupou com as multidões sofredoras (Mt 9.36; 14.14). Em sua missão sacerdotal, demonstra grande compaixão por nós: sendo “longânimo e grande em benignidade” (Sl 103.8), Ele suporta as nossas fraquezas, não querendo que ninguém se perca (2 Pe 3.9).
Não perecemos unicamente em razão de sua infinita misericórdia.
3. Em tudo foi tentado. Mesmo com a natureza divina, Jesus “em tudo foi tentado”, diz a Palavra de Deus. Só conhece o que é tentação quem já passou por ela. As tentações de Jesus não partiam de seu íntimo, como ocorre com o “homem natural” (1 Co 2.14). Elas foram provações e provocações externas, advindas do tentador e seus agentes. Além das tentações no deserto, o Mestre certamente experimentou a opressão do Maligno em outras ocasiões. Para nós é muito significativo saber que Jesus, como homem, foi tentado em todas as coisas, “mas sem pecado”. A Bíblia nos assegura: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Co 5.21). Diante disso, compreendemos o grande amor de Jesus por nós: Ele sofre conosco, colocando-se sempre ao nosso lado.
4. Acheguemo-nos ao trono da graça (v.16). Tendo Jesus como nosso Sumo Sacerdote, podemos pela fé adentrar ao trono da graça, à sua santa presença a qualquer momento, e sermos “ajudados em tempo oportuno”. Glória a Ele para todo o sempre.Três das grandes mensagens da lição estudada são: a) Deus tem preparado um verdadeiro descanso espiritual em Cristo para os que a Ele vêm; b) Deus tem um prometido lugar de descanso celestial para seu povo, em sua presença, na eternidade. Para chegarmos lá, só precisamos ser fiéis, obedientes e santos e c) Jesus é o nosso Sumo Sacerdote perfeito, que, como homem, “em tudo foi tentado, mas sem pecado”. Que o Senhor nos ajude a servi-lo conforme a sua vontade; e que jamais venhamos a dar lugar à desobediência.



AUXÍLIOS SUPLEMENTARES

Subsídio Bibliológico

“‘Pareça que algum de vós fique para trás’ (4.1). Deixar de perseverar na fé e na obediência a Jesus resulta em deixar de alcançar o prometido repouso eterno no céu (cf. 11.16; 12.22-24). (1) A expressão ‘pareça que algum de vós’ é falada à luz dessa possibilidade terrível e do juízo de Deus. (2) A perseverança na fé exige que continuemos a nos aproximar de Deus, por meio de Cristo, com sincera resolução (v.16; 7.25).
‘Entramos no repouso’ (4.3). Somente nós, que temos crido na mensagem salvadora de Cristo, entramos no repouso espiritual de Deus. Isto é, Cristo carrega nossos fardos e nossos pecados, e nos dá o ‘repouso’ do seu perdão, da sua salvação e do Espírito Santo (Mt 11.28) Mesmo assim, nesta vida, o nosso repouso é apenas parcial, porque somos como peregrinos que caminham com dificuldade na penosa estrada deste mundo. Ao morrermos no Senhor, entramos no seu repouso perfeito no céu.
‘Resta... um repouso’ (4.9). O repouso prometido por Deus não é somente o terrestre, mas também o celestial (vv.7,8 cf. 13.14). Para os crentes, resta ainda o repouso eterno no céu (Jo 14.1-3; cf. Hb 11.10,16). Entrar nesse repouso final significa cessar do labor, dos sofrimento e das perseguições, tão comuns em nossa vida nesta terra (cf. Ap 14.13); significa participar do repouso do próprio Deus e experimentar eterna alegria. Deleite, amor e comunhão com Deus e com os santos redimidos. Será um descanso sem fim (Ap 21,22). (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, págs. 1902,1905)

Os três capítulos de Romanos que tratam da situação de Israel podem ser divididos em três partes: análise da eleição de Israel no passado (9.6-29); a rejeição do Messias por Israel (9.30-10.21); e Israel ocupa o segundo plano até que a plenitude dos gentios se complete (11.1-36).

I. PROPÓSITOS DE DEUS COM ISRAEL

1. O tríplice propósito. Israel, em relação a Deus, enquadra-se biblicamente no contexto histórico, teológico e escatológico das Sagradas Escrituras. Deus escolheu o povo israelita com um tríplice propósito para a humanidade: revelar Seu poder, dar a Bíblia e enviar o Salvador ao mundo. Sem os três capítulos já mencionados, ficaríamos impossibilitados de entender os discursos dos profetas sobre o futuro de Israel, e o Cristianismo poderia correr o risco de ser interpretado como religião antissemita.
2. Revelar o poder de Deus. Deus mostrou ao mundo a sua grandeza, poder e glória através de Israel (Rm 9.17). Haja vista que Ele suscitou a Faraó para, através da intolerância deste com os israelitas, abater o monarca e dar liberdade ao povo da promessa, e assim mostrar ao mundo o seu grande e eterno poder.
3. Dar a Bíblia ao mundo. O segundo propósito de Deus para com o povo judeu foi trazer ao mundo os seus oráculos. Israel foi receptáculo dos arcanos divinos; a Bíblia foi dada às nações através de Israel.
O apóstolo Paulo pergunta aos irmãos de Roma: “Qual é logo a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em toda a maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhes foram confiadas” (Rm 3.1,2). Então, através de Israel, Deus entregou a Bíblia ao mundo.
4. Dar ao mundo o Salvador. A terceira razão da eleição de Israel por Deus foi para dar o Salvador ao mundo. Deus prometeu a Abraão: “... em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). Jesus disse para a mulher samaritana: “... porque a salvação vem dos judeus” (Jo 4.22).

II. ANÁLISE HISTÓRICA DE ISRAEL

1. A ameaça da dispersão. A segurança do povo de Israel residia na sua obediência a Deus; uma vez rompida esta aliança, o povo estaria vulnerável diante das nações. A diáspora (ou dispersão) ser-lhe-ia uma ameaça constante (Lv 26.36-37; Dt 28.25,36,37).
A primeira diáspora ocorreu nos dias de Nabucodonosor, rei de Babilônia (2Rs 24.10-16). A segunda diáspora dos judeus, veio com a destruição de Jerusalém, em 70 d.C, e deu-se por causa de sua incredulidade — rejeitaram o seu Messias (Lc 21.24; 23.28-31).
2. A incredulidade de Israel. O apóstolo começa o capítulo 9 lamentando a incredulidade de seus compatriotas, e reconhece os privilégios que Deus conferira a Israel no passado (vv.1-5). Em seguida, mostra que o verdadeiro israelita é o que vive pela fé (9.6-8).
3. A soberania de Deus. A seguir, o apóstolo cita exemplos do Antigo Testamento para mostrar a soberania de Deus sobre suas criaturas, e o direito dEle escolher quem Ele quiser para ser o seu povo. Deste modo, Ele escolheu a Jacó e rejeitou a Esaú, antes mesmo do nascimento destes (9.10-16). A partir do v.23, Paulo mostra, citando os profetas Oséias e Isaías, que o plano de Deus, desde o princípio, era salvar os gentios.
4. Israel tropeçou. O apóstolo Paulo conclui dizendo que os gentios, que não buscavam a justiça, alcançaram-na. Porém, a justiça “que é pela fé” (v.30). Israel, entretanto, que buscava a lei da justiça, não a conseguiu (v.31). Por quê? Porque Israel não seguiu o caminho da fé, mas o das obras, e por isso tropeçou (v.32). Israel tropeçou por haver rejeitado o seu Messias (v.33).

III. O VERDADEIRO ISRAEL

1. Deus não rejeitou o seu povo (11.1). Paulo argumenta que Deus não rejeitou o seu povo, cita como prova disso, os judeus cristãos. O exemplo de Elias, que ele apresenta, mostra que os sete mil que não dobraram os joelhos diante de Baal, eram os verdadeiros israelitas (11.2-4). Da mesma forma, a minoria de judeus, que creu em Jesus, são os israelitas de fato (11.5).
2. Os incrédulos. Como fica a situação dos rebeldes? Pode perguntar alguém. Em Roma, nos dias de Paulo, essa questão obrigou o apóstolo a deter-se um bom tempo sobre o assunto. O fato de Israel ter rejeitado o seu Messias não significa ser ele um povo proscrito por Deus. Isto faz parte do gigantesco plano que Deus traçou antes da fundação do mundo (11.7-12).
3. Devemos considerar a bondade de Deus. A triste experiência de Israel deve servir de exemplo para a Igreja. Os israelitas eram os filhos naturais de Deus e, não obstante, foram cortados da verdadeira oliveira por causa da incredulidade (11.17-20). Cada cristão, portanto, deve valorizar a sua posição diante de Deus. O que Deus fez conosco é de uma grandeza infinita. Quem vacilar pode ser cortado por Deus assim como aconteceu com Israel (11.21-24).
4. Israelita espiritual. É o verdadeiro israelita (Rm 4.11-16). O cristão é reconhecido, no Novo Testamento, como judeu, no sentido espiritual. Isto é: pela fé em Jesus, tornou-se ele filho de Abraão (Gl 3.7). “Nem todos que são de Israel são israelitas” (Rm 9.6).
5. O enxerto. É verdade que hoje a “menina dos olhos” de Deus é a Igreja. A nossa posição espiritual está acima da dos judeus. Os ramos foram quebrados, por culpa dos próprios judeus: “Não que a palavra de Deus haja faltado” (9.6).
A promessa de Deus não foi quebrada, mas os judeus é que recusaram a promessa. Somos como zambujeiros enxertados no lugar deles, e, assim, participamos da raiz e da seiva da oliveira (11.15-19).

IV. A SALVAÇÃO DE ISRAEL

1. Restauração nacional. A restauração nacional será seguida da restauração espiritual (Ez 36.24; 37.21). Ou seja: quando todos os ossos se juntarem e formarem os nervos, e as carnes recobrirem os ossos, estará pois o corpo pronto (Ez 36.24; 37,21).
2. Restauração espiritual. Depois, em 36.25 e 37.22 de Ezequiel, vemos a restauração espiritual dos judeus. Diz ainda o profeta depois de haver profetizado acerca da formação do corpo: “Mas não havia neles espírito” (Ez 37.8).
Quando o espírito de graça e de súplica vier sobre os judeus, aí ocorrerá a restauração espiritual (Zc 12.10; Ez 37.23-28). A partir de então os judeus não mais rejeitarão o seu Messias.
3. A salvação de todos os judeus (11.26,27). Quando a plenitude dos gentios se cumprir. Deus voltará a tratar com Israel. A rejeição de Israel é parcial e temporária. Por isso que afirmamos que Israel continua sendo povo de Deus. O apóstolo prevê a salvação em massa dos judeus (11.26,27), quando o Messias voltar (Ap 1.7), algo também previsto pelos profetas do Antigo Testamento (Is 59.20; Zc 12.10).

V. A ELEIÇÃO DE ISRAEL

1. Decreto divino. Os decretos, ou conselhos divinos, são imutáveis, irrevogáveis e incondicionais. São coisas que não dependem da vontade, ou da conduta, do homem, pois nasceram no coração e no propósito de Deus.
2. A promessa do Salvador. Deus prometeu dar à humanidade um Redentor, mas não estabeleceu condições (Gn 3.15). Qualquer que fosse a conduta do homem: crendo nesta promessa ou não; obedecendo a Deus ou não. Ou seja: independentemente de tudo isto, o Salvador viria da mesma forma. E foi o que realmente aconteceu! Este é o conselho divino.
3. A eleição de Israel é irrevogável (11.28-29). Paulo diz que a eleição de Israel é irrevogável porque é decreto divino. Mesmo sendo os judeus indiferentes ao evangelho, não importa, pois os conselhos divinos são incondicionais: “Assim que, quanto ao evangelho, são inimigos por causa de vós; mas, quanto à eleição, amados por causa dos pais. Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento” (11.28,29).
Então, por causa da promessa que Deus fez aos pais Abraão, Isaque e Jacó, Israel continuará sendo o povo escolhido (Hb 6.13-18).Israel é o relógio de Deus na terra. Jesus disse: “Olhai para a figueira (Israel), e para todas as árvores; quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão” (Lc 21.29-30).A figueira é Israel. Pelas palavras de Jesus, conscientizamo-nos de quão próximo está “o verão”, pois a figueira está brotando. A restauração nacional já ocorreu, falta apenas chegar o verão para a restauração espiritual.


AUXÍLIOS SUPLEMENTARES

Subsídio Teológico

A respeito dos três elementos distintos no exame que Paulo fez de Israel no plano divino da salvação, a Bíblia de Estudo Pentecostal traz comentário tratando-os na seguinte perspectiva:
“(1) Esse exame de condição de Israel não se refere à vida ou morte eterna de indivíduos após a morte”. Pelo contrário, Paulo está tratando do modo como Deus lida com nações e povos do ponto de vista histórico, i.é., do seu direito de usar povos e nações conforme Ele quer. Por exemplo, sua escolha de Jacó em lugar de seu irmão Esaú (9.11) teve como propósito fundar e usar as nações de Israel e de Edom, oriundas dos dois. Nada tinha que ver com seu destino eterno, i.é., quanto à sua salvação ou condenação como indivíduos. Uma coisa é certa: Deus tem o direito de chamar as pessoas e nações que Ele quiser, e determinar-lhes responsabilidades a cumprir.

(2) Paulo expressa sua constante solicitude e intensa tristeza pela nação judaica (9.1-3). O próprio fato que Paulo ora para que seus compatriotas sejam salvos, revela que ele não admitia o ensino teológico da predestinação, afirmando que todas as pessoas já nascem predestinadas, ou para o céu, ou para o inferno. Pelo contrário, o sincero desejo e oração de Paulo reflete a vontade de Deus para o povo judaico (cf. 10.21). No NT não se encontra o ensino de que determinadas pessoas foram predestinadas ao inferno antes de nascer.
(3) O mais relevante neste assunto é o tema da fé. O estado espiritual de perdido, da maioria dos israelitas, não fora determinado por um decreto arbitrário de Deus, mas, resultado da sua própria recusa de se submeterem ao plano divino da salvação mediante a fé em Cristo (9.33; 10.3; 11.20). Inúmeros gentios, porém, aceitaram o caminho de Deus, que é o da fé, e alcançaram a justiça mediante a fé. Obedeceram a Deus pela fé e se tornaram ‘filhos do Deus vivo’ (9.25,26). Esse fato ressalta a importância da obediência mediante a fé (1.5; 16.26) no tocante à chamada e eleição da parte de Deus.
(4) A oportunidade de salvação está perante a nação de Israel, se ela largar sua incredulidade (11.23). Semelhantemente, os crentes gentios que agora são parte da Igreja de Deus são advertidos de que também correm o mesmo risco de serem cortados da salvação (11.13-22). Eles devem sempre perseverar na fé com temor. A advertência aos crentes gentios em 11.20-23, pelo fato da falha de Israel, é tão válida hoje quando o foi no dia em que Paulo a escreveu.
(5) As Escrituras estão repletas de promessas de uma futura restauração de Israel ao aceitarem o Messias. Tal restauração terá lugar ao findar-se a Grande Tribulação, na iminência da volta pessoal de Cristo” (Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD).
ntrodução
É uma história memorável e muito melancólica que é relatada neste e no capítulo seguinte, do afastamento de Israel das fronteiras de Canaã, quando eles estavam apenas prontos para pisar nele, ea sentença deles para vaguear e perecer No deserto por sua incredulidade e murmuração. É referido Salmo 95: 7-11Salmo 95: 7-11 , & c, e melhorado para advertir aos cristãos,. Hebreus 3: 7-19Hebreus 3: 7-19 , & c. Neste capítulo temos, I. O envio dos doze espias antes deles em Canaã, Números 13: 1-16Números 13: 1-16 . II. As instruções dadas a estes espiões, Números 13: 17-20Números 13: 17-20 . III. Sua execução a sua comissão de acordo com as suas instruções, e seu retorno a partir da busca, Números 13: 21-25Números 13: 21-25 . IV. O relatório que trouxe de volta para o acampamento de Israel, Números 13: 26-33Números 13: 26-33 , & c.

Versículos 1-20

Missões dos Doze Espiões.  

1 E o L ORD falou a Moisés, dizendo: 2Send tu homens, para que possam procurar a terra de Canaã, que eu dou aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais vos enviará um homem, sendo cada qual príncipe entre eles . 3 E Moisés, segundo o mandado do L ORD enviou-os do deserto de Parã; todos aqueles homens eram cabeças dos filhos de Israel. 4 E estes foram os seus nomes: da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur. 5 da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori. 6 da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné. 7 Da tribo de Issacar, Igal, filho de José. 8 da tribo de Efraim, Oséia, filho de Num. 9 da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rufu. 10 Da tribo de Zebulom, Gaddiel, filho de Sodi. 11Of da tribo de José, isto é, da tribo de Manassés, Gadi, filho de Susi. 12 Da tribo de Dã, Amiel, filho de Gaimali. 13 Da tribo de Aser, Setur, filho de Micael. 14 Da tribo de Naftali, Nabbi, filho de Vofsi. 15 da tribo de Gade, Geuel, filho de Machi. 16 Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar a terra. E Moisés chamou Oséia, filho de Nun Jehoshua. 17 E Moisés mandou espiar a terra de Canaã, e disse-lhes: Levantai-vos desta maneira para o sul, e subi à montanha: 18 e vê a terra, o que é e as pessoas que nela habita, se eles ser forte ou fraco, poucos ou muitos 19 e o que a terra é em que habita, se é bom ou ruim e que as cidades sejam em que habita, se arraiais ou fortalezas 20 e o que a terra é, se ser gorda ou magra; se nela há árvores, ou não. Sejam de bom ânimo, e tragam do fruto da terra. Agora o tempo foi o tempo das uvas temporãs.

Aqui temos, I.

 Ordens dadas para enviar espias para procurar a terra de Canaã. Ele é dito aqui, Deus a Moisés para enviá-los ( Números 13: 1,2 ), mas parece que pela repetição da história depois ( Deuteronômio 01:22 ) que o movimento veio originalmente do povo que veio a Moisés, e disse: Vamos enviar homens adiante de nós e foi o fruto da incredulidade deles. Eles não aceitaram a palavra de Deus de que era uma boa terra, e que ele, sem falta, os colocaria em posse dela. Eles não podiam confiar no pilar de nuvem e fogo para lhes mostrar o caminho, mas tinham uma opinião melhor de sua própria política do que da sabedoria de Deus. Quão absurdo era para eles enviarem para espiar uma terra que o próprio Deus tinha espiado para eles, para perguntar o caminho para lá quando o próprio Deus se comprometera em mostrar-lhes o caminho! Mas assim, arruinar-nos, dando mais crédito para os relatórios e representações de sentido do que a revelação divina andamos pela visão, não pela fé que, se nós vai receber o testemunho dos homens, sem dúvida, o testemunho de Deus é maior. As pessoas que faziam essa moção a Moisés, ele (talvez não ciente da incredulidade no fundo dela) consultaram Deus no caso, que mandou agradar o povo nesta questão, e enviar espias antes deles: "Deixem-nos andar em seus Próprios conselhos ". Contudo, Deus não era um acessório para o pecado que se seguiu, pois o envio desses espiões estava tão longe de ser a causa do pecado que, se os espiões tivessem cumprido seu dever eo povo deles, poderia ter sido a confirmação de seu Fé e de bom serviço a eles.Números 13: 1 , 2Deuteronômio 1:22

II. As pessoas designadas que estavam a ser utilizados neste serviço ( Números 13: 4-15Números 13: 4-15 , & c.), Um de cada tribo, que pode parecer ser o ato do povo em geral e governantes, uma pessoa de figura em sua respectiva Tribos, alguns dos governantes de milhares ou centenas, para dar maior crédito à sua embaixada. Este foi projetado para o melhor, mas provou ter esse efeito doente que a qualidade das pessoas ocasionadas o relatório do mal que trouxeram para ser o mais creditado eo povo a ser mais influenciado por ele. Alguns pensam que todos são nomeados por causa de dois bons que estavam entre eles, Caleb e Joshua. Aviso é tomado da mudança do nome de Josué nessa ocasião, Números 13:16Números 13:16 . Ele era ministro de Moisés, mas tinha sido empregado, embora da tribo de Efraim, como general das forças que foram enviadas contra Amaleque. O nome pelo qual ele foi geralmente chamado e conhecido em sua própria tribo era Oséias, Moisés, porém, chamou-o Joshua, em sinal de sua afeição a ele e poder sobre ele e agora, deve parecer, ele ordenou que os outros a chamá-lo assim, e Fixado que para ser seu nome doravante. Oséias significa uma oração para a salvação, Salvar tu Joshua significa uma promessa de salvação, Ele vai economizar, em resposta a essa oração: tão perto é a relação entre orações e promessas. As orações prevalecem para as promessas, e as promessas diretas e encorajam as orações. Alguns pensam que Moisés concebido, tomando a primeira sílaba do nome de Jeová e antepondo-o a seu nome, que virou Oséias em Jehoshua, para colocar uma honra sobre ele, e para encorajá-lo neste e em todos os seus futuros serviços com as garantias de A presença de Deus. No entanto, após isso, ele é chamado Oséias, Deuteronômio 32:44Deuteronômio 32:44 . Jesus é o mesmo nome com Josué, e é o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, de quem Joshua era um tipo como sucessor de Moisés, capitão de Israel, e conquistador de Canaã. Havia um outro com o mesmo nome, que também era um tipo de Cristo, Zacarias 6:11Zacarias 06:11 . Josué era o salvador do povo de Deus dos poderes de Canaã, mas Cristo é o Salvador deles dos poderes do inferno.

III. As instruções dadas a esses espiões. Eles foram enviados para a terra de Canaã, a maneira mais próxima, para atravessar o país, e para ter em conta o seu estado atual, Números 13:17Números 13:17 . 

Duas cabeças de inquérito foram dadas-los no comando, 1. No que respeita à própria terra: Veja o que é isso ( Números 13:18Números 13:18 , e novamente, Números 13:19Números 13:19 ), consulte quer seja bom ou mau, e ( Números 13:20Números 13:20 ) se gorda ou magra. Todas as partes da terra não compartilham iguais na bênção da fecundidade alguns países são abençoados com um solo mais rico do que outros. Moisés estava muito satisfeito que Canaã era uma terra muito boa, mas enviou esses espias para trazer um relato disso para satisfação do povo como João Batista enviou a Jesus, para perguntar se ele era o Cristo, para não se informar, Mas para informar aqueles que ele enviou. Eles devem tomar conhecimento se o ar era saudável ou não, o que era o solo, e o que as produções e, para a melhor satisfação do povo, eles devem trazer alguns dos frutos. 2. Relativamente aos habitantes - o seu número, poucos ou muitos - o seu tamanho e a sua estatura, quer sejam homens fortes ou fracos, - as suas habitações, quer vivam em tendas ou casas, quer em aldeias abertas ou em cidades muradas - se os bosques estavam de pé como nos países que não são cultivados, por causa da inepteza e da preguiça dos habitantes, ou se os bosques foram cortados, e o país fez o campo, para a conveniência da lavoura. Estas eram as coisas que eles estavam a perguntar. Talvez não houvesse havido nos últimos anos tal comércio entre o Egito e Canaã, como havia no tempo de Jacó, senão eles poderiam ter se informado dessas coisas sem enviar homens de propósito para procurar. Veja a vantagem que podemos derivar dos livros e da aprendizagem, que familiarizam aqueles que são curiosos e curiosos com o estado de países estrangeiros, a uma distância muito maior do que Canaã era agora de Israel, sem este problema e despesa.

IV. Moses descarta os espiões com este responsável, Tem bom ânimo, dando a entender, não só que eles deveriam ser eles mesmos encorajados contra as dificuldades da expedição, mas que eles devem trazer uma conta encorajador para as pessoas e fazer o melhor de cada coisa. Não foi apenas uma grande empreitada, que exigiu boa gestão e resolução, mas foi uma grande confiança depositada neles, que exigiu que fossem fiéis.

Versículos 21-25

21 Subiram, pois, e percorreram a terra, desde o deserto de Zim até Reobe, quando chegaram a Hamate. 22 E subindo para o sul, e vieram até Hebrom, onde estavam Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Enac, eram. (Ora, Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã no Egito.) 23 E eles vieram até e vale de Escol, e dali cortaram um ramo com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens em cima de uma equipe e eles trouxeram também romãs , E dos figos. 24 O lugar foi chamado de ribeiro Eshcol, por causa do cacho de uvas que os filhos de Israel cortaram de lá. 25 E, depois de quarenta dias, voltaram da busca da terra.

Temos aqui um pequeno relato do levantamento que os espiões fizeram da terra prometida. 1. Eles foram bastante através dele, de Zin, no sul, até Reobe, perto de Hamate, no Norte, Números 13:21Números 13:21 . Ver Números 34: 3,8 . É provável que eles não fossem todos em um corpo, para que não fossem suspeitos e tomados, o que seria o maior perigo de se os cananeus soubessem (e se pensaria que não podiam deixar de saber) quão perto os israelitas estavam Para eles, mas eles se dividiram em várias empresas, e assim passou insuspeitado, como homens way-faring. 2. Tomaram conhecimento específico de Hebron ( Números 13:22 ), provavelmente porque ali perto foi o campo de Macpela, onde os patriarcas foram enterrados ( Gênesis 23: 2 ), cujos corpos fez, por assim dizer, manter a posse desse Terra para sua posteridade. A este sepulcro fizeram uma visita particular, e encontraram a cidade adjacente na posse dos filhos de Anak, que são aqui nomeados. Naquele lugar, onde esperavam os maiores encorajamentos, encontraram-se com os maiores desânimos. Onde os corpos de seus antepassados ​​tinham posse para eles, os gigantes mantiveram posse contra eles. Subindo para o sul, e vieram até Hebrom, isto é, "Caleb", dizem os judeus ", em particular," para a sua presença ali encontramos referência expressa, Joshua 14: 9,12,13 . Mas que outros dos espiões estavam lá também aparece pela sua descrição do Anakim, Números 13:33 . 3. Trouxeram um cacho de uvas com eles, e alguns outros frutos da terra, como uma prova da extraordinária bondade do país. Provavelmente eles se forneceram estes frutos quando eles estavam deixando o país e voltando. O cacho de uvas era tão grande e tão pesadas que pendurou em cima de um bar, e levou-a entre dois deles, Números 13: 23,24 . O lugar de onde eles tomaram foi, desta circunstância, o chamado vale do cluster, esse famoso cacho que foi a Israel tanto a sério e o modelo de todos os frutos de Canaã. Tais são os conselhos atuais que temos em comunhão com Deus, por causa da plenitude de alegria que esperamos na Canaã celestial. Podemos ver por eles o que é o céu.Números 34: 3 , 8Números 13:22Gênesis 23: 2Josué 14: 9 , 12 , 13Números 13:33Números 13:23 , 24

Versículos 26-33

26 E foram, e foram a Moisés, e a Arão, ea toda a congregação dos filhos de Israel, até o deserto de Parã, a Cades, e trouxeram-lhes a palavra, ea toda a congregação, e lhes mostraram o fruto Da terra. 27 E contaram-lhe, e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste, em verdade, mana leite e mel e este é o fruto dela. 28 Contudo o povo seja forte que habitam na terra, e as cidades são murada, e muito grande; e também ali vimos os filhos de Anaque. 29 Os amalequitas habitam na terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus, habitam nos montes; e os cananeus habitam junto ao mar e ao litoral do Jordão. 30 E Calebe imobilizou o povo diante de Moisés, e disse: Subamos imediatamente, e possuí-lo, porque somos capazes de vencê-lo. 31But os homens que subiram com ele disseram: Não poderemos subir contra o povo porque eles são mais fortes do que nós. 32 E eles trouxeram um relatório mal da terra que haviam procurado aos filhos de Israel, dizendo: A terra, pela qual passamos para a espiar, é terra que devora os seus habitantes e todas as pessoas que vimos nela são homens de grande estatura. 33 E vimos ali gigantes, filhos de Anaque, que vêm dos gigantes: e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.

É uma maravilha como o povo de Israel teve paciência para ficar quarenta dias para o retorno de seus espiões, quando eles estavam apenas prontos para entrar em Canaã, sob todas as garantias de sucesso que poderia ter do poder divino, e uma série constante de Milagres que até então haviam assistido a eles, mas desconfiavam do poder e da promessa de Deus, e estavam dispostos a ficar suspensos pelos seus próprios conselhos, em vez de serem levados a uma certeza pela aliança de Deus. Quanto ficamos em nossa própria luz por nossa incredulidade! Bem, finalmente os mensageiros retornam, mas eles concordam não em seu relatório.

I. A maior parte desencoraja o povo de avançar para Canaã e justamente são os israelitas deixados a esta tentação, por colocar tanta confiança no julgamento dos homens, quando eles tinham a palavra de Deus em que confiar. É uma coisa justa com Deus dar a esses até delírios fortes que não receberão sua verdade no amor dela.

1. Observar seu relatório. (1.)

 Eles não podiam negar, mas que a terra de Canaã era uma terra muito proveitosa do cacho de uvas que trouxeram com eles foi uma demonstração ocular dele, Números 13:27Números 13:27 . Deus lhes havia prometido uma terra que transborda de leite e mel, e os próprios espias malignos se dão conta de que é tal terra. Assim, mesmo da boca dos adversários Deus será glorificado ea verdade de sua promessa atestada. E ainda depois eles se contradizem, quando eles dizem ( Números 13:32Números 13:32 ), É uma terra que devora os seus habitantes como se, embora ele tinha leite e mel, e as uvas, mas ele queria outra disposição necessária alguns pensam que Havia uma grande praga no país no momento em que a examinaram, o que eles deveriam ter imputado à sabedoria da Providência divina, o que diminuiu assim o número de seus inimigos, para facilitar suas conquistas, mas eles invidiously imputou-o para o unwholesomeness Do ar, e daí tomou a ocasião para menosprezar o país. Para este medo irracional de uma praga em Canaã, eles foram justamente cortado imediatamente por uma praga no deserto, Números 14:37Números 14:37 . Mas, (2) Eles representavam a conquista dela como totalmente impraticável, e que não tinha intenção alguma tentá-la. As pessoas são fortes ( Números 13:28Números 13:28 ), homens de grande estatura ( Números 13:32Números 13:32 ), mais forte do que nós, Números 13:31Números 13:31 . As cidades são representados como fortalezas inexpugnáveis: eles são fortificadas e muito grandes, Números 13:28Números 13:28 . Mas nada serviu o seu propósito doentes mais do que uma descrição dos gigantes, sobre quem eles colocam um grande esforço: Nós vimos os filhos de Enaque ( Números 13:28Números 13:28 ), e novamente, nós vimos ali gigantes, aqueles homens de um tamanho prodigioso , os filhos de Anaque, que vêm dos gigantes, Números 13:33Números 13:33 . Eles falaram como se estivessem prontos a tremer ao falar deles, como haviam feito ao vê-los. "O estes enormes gigantes! Quando estávamos perto deles, estávamos em nossos olhos como gafanhotos, não só pequenos e fracos, mas trêmulos e assustados." Compare Jó 39:20Job 39:20 , Fizeste-o pular como o gafanhoto? "Não, e então nós éramos aos seus olhos olharam para nós com tanto desprezo e desdém, como fizemos em cima deles com temor e tremor." Assim que sobre toda a matéria que deram em como o seu julgamento, Nós não somos capazes de ir contra eles ( Números 13:31Números 13:31 ), e, portanto, deve pensar em tomar algum outro curso.

2. Agora, mesmo que tivessem sido julgar apenas por probabilidades humanas, não poderiam ter sido dispensados ​​da imputação de covardia. 

Não foram os anfitriões de Israel muito numerosos? 600.000 homens eficazes, bem organizados e modelados, estreitamente incorporados e inteiramente unidos em interesse e afeição, constituíam um exército tão formidável como talvez alguma vez foi trazido para o campo muitos menos fez mais do que talvez a conquista de Canaã foi, testemunhe o exército de Alexandre . Moisés, seu comandante-em-chefe, era sábio e corajoso, e se o povo tivesse resolvido e se comportado corajosamente, o que poderia ter estado diante deles? É verdade que os cananeus eram fortes, mas eles foram dispersos ( Números 13:29Números 13:29 ): Alguns habitam no sul e outros nas montanhas de modo que em razão da sua distância não poderá em breve ficar juntos, e em razão de seus interesses divididos Eles não poderiam manter-se juntos, para se oporem a Israel. O país que era abundante subsistria um exército, e, embora as cidades fossem muradas, se pudessem as bater no campo os fortes prendem naturalmente em suas mãos. E, finalmente, quanto aos gigantes, sua estatura superdimensionada faria com que eles fossem a melhor marca, e os homens mais volumosos nem sempre têm o melhor valor.

3. Mas, embora eles mereciam ser postados para covardes, este não era o pior, a escritura as marca para os incrédulos. Não eram quaisquer probabilidades humanas de que eles precisassem depender, mas, 
(1) Eles tinham os sinais manifestos e sensíveis da presença de Deus com eles, eo envolvimento de seu poder para eles. Os cananeus eram mais fortes do que Israel supostamente, mas eram mais fortes do que o Deus de Israel? Nós não somos capazes de lidar com eles, mas o Deus Todo-Poderoso não é capaz? Não o temos nós no meio de nós? Ele não vai antes de nós? E alguma coisa é muito difícil para ele? Eram como gafanhotos diante dos gigantes, e não são menos que gafanhotos diante de Deus? As suas cidades estão muradas contra nós, mas elas podem ser muradas contra o céu? Além disso,
 (2) Eles haviam tido uma grande experiência do comprimento e força do braço de Deus, levantado e desnudado em seu favor. Os egípcios não eram tão mais fortes do que os cananeus? E, no entanto, sem uma espada desarmada por Israel ou um golpe acertado, os carros e cavaleiros do Egito foram completamente derrotados e arruinados os amalequitas tomaram-los em grandes desvantagens, e ainda estavam desconcertados. Milagres eram, nessa época, o pão de cada dia, não havia mais nada, um exército tão bem abastecido como o deles, tão constantemente, tão abundantemente, e tudo em custo livre, teria uma vantagem contra qualquer outra força. Não, 
(3) Eles tinham promessas particulares feitas de vitória e sucesso em suas guerras contra os cananeus. Deus havia dado Abraham todas as garantias possíveis de que ele iria colocar sua semente em posse daquela terra, Genesis 15: 18,17: 8 . Ele tinha expressamente prometido por Moisés que ele iria expulsar os cananeus a partir antes deles ( Êxodo 33: 2 ), e que ele iria fazê-lo , pouco a pouco, Exodus 23:30 . E, depois de tudo isso, para eles dizer, nós não são capazes de ir contra eles, estava em vigor a dizer: "O próprio Deus não é capaz de fazer as suas palavras bem". Era com efeito dar-lhe a mentira, e dizer-lhe que ele tinha empreendido mais do que ele poderia executar. Nós temos um breve relato de seu pecado, com a qual eles infectaram toda a congregação, Salmo 106: 24 . Eles desprezaram a terra; não confiaram na sua palavra. Porém, sobre a pesquisa, eles tinham encontrado tão bom como ele tinha dito, uma terra que mana leite e mel, mas não quiseram acreditar que tão certo como ele tinha dito, mas perdido a esperança de tê-lo, embora a própria verdade eterna havia se envolvido lo para eles. E agora esta é a representação dos espiões malignos.Gênesis 15:18 , 17 :Êxodo 33: 2 Êxodo 23:30Salmos 106: 24

II. Caleb encorajou-os a ir para a frente, embora ele foi apoiada apenas por Josué ( Números 13:30Números 13:30 ): Caleb fez calar o povo, quem já viu colocadas em um fermento, mesmo antes de Moisés ele próprio, cujo rosto brilhando não poderia assustar-los, quando eles começaram Para crescer indisciplinado. 

Caleb significa todo o coração, e ele respondeu ao seu nome, foi farto si mesmo, e teria feito as pessoas para que se dariam ouvidos a ele. Se Josué tivesse começado a contornar a maré, ele teria sido suspeito de parcialidade com Moisés, cujo ministro era ele e, portanto, ele prudentemente deixou a direção de Calebe, primeiro, que era da tribo de Judá, a tribo principal e, portanto, a Mais apto a ser ouvido. Caleb tinha visto e observado a força dos habitantes, tanto quanto seus companheiros, e sobre toda a matéria, 
1. Ele fala muito confiante do sucesso: Somos bem capazes de superá-los, tão forte como eles são. 
2. Ele anima as pessoas a continuar, e, seu lote deitado na van, ele fala como alguém resolveu levá-los com coragem: " Vamos subir ao mesmo tempo, um passo ousado, um golpe ousado mais, vai fazer nosso negócio é tudo a nossa própria, se temos, mas coragem para fazê-lo assim: . vamos subir e possuí-lo "ele não diz," vamos subir e conquistá-lo ", ele olha para que para ser tão bom quanto done Já, mas: "Vamos subir e possuí-lo, não há nada a fazer senão entrar e tomar a posse que Deus nosso grande Senhor está pronto para nos dar". Nota, os justos são ousados como o leão. As dificuldades que se encontram no caminho da salvação diminuem e desaparecem diante de uma viva fé ativa no poder e na promessa de Deus. Todas as coisas são possíveis, se forem mas prometeu, ao que crê..(comentário Mathew Henrys).


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