quarta-feira, 30 de março de 2016

Lições antigas parabolas de Jesus (4)

                                 
                                  Lição 4 - Parábolas 
                  A EXPANSÃO DO REINO DOS CÉUS


2º Trimestre 2005 - As Parábolas De Jesus

                                   


TEXTO ÁUREO:
“O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu campo” (Mt 13.31).

VERDADE PRÁTICA:

A Igreja é o Reino de DEUS em franca expansão sobre a terra, conforme o Senhor JESUS nos revela na parábola do grão de mostarda.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE:

MATEUS 13.31,32; = 31 Outra parábola lhes propôs, dizendo: O Reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem, pegando dele, semeou no seu campo; 32 o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu e se aninham nos seus ramos.

AO GRÃO DE MOSTARDA. A parábola do grão de mostarda e a do fermento, que se lhe segue, completam-se entre si. Falam do crescimento do mal dentro do atual reino visível de DEUS. A parábola do grão de mostarda fala do pequeno começo desse reino e seu desenvolvimento subseqüente no decurso do tempo. Ele começou apenas com JESUS e um grupo de discípulos dedicados (ver Jo 20.22; At 2.4). No entanto, a manifestação atual e visível do reino crescerá até tornar-se grande, organizado e poderoso. Ele aceitará, nos seus ramos , (i.e., na sua comunhão) as aves do céu, i.e., elementos malignos que removem as sementes da verdade. Ver Mt 13.4,19, onde as aves figuram os agentes do mal. Ver também Ap 18.2, onde a grande Babilônia (representando a igreja apóstata) torna-se morada de demônios e esconderijo de toda ave imunda e aborrecível (ver o comentário de Ap 2,3, a descrição de CRISTO sobre a decadência
espiritual infiltrando-se na maioria das sete igrejas; Ap 18.4)

Ap 18.4 - SAI DELA, POVO MEU. Esta é a chamada profética de DEUS à última geração de fiéis para que saiam da grande Babilônia (v. 2), pois quem do povo de DEUS permanecer no seu sistema ímpio, será inevitavelmente "participante dos seus pecados" e, por isso, incorrerá "nas suas pragas". A chamada para separação do mundo e das instituições religiosas falsas tem sido um aspecto essencial da salvação em toda a história da redenção (cf. Is 52.11; Jr 51.45; 1 Co 11.32)

ATOS 2.44-47 = 44 Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo nem comum. 45 Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade. 46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, 47 louvando a DEUS se caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

Ef 6.18 - 6.18 ORANDO... NO ESPÍRITO. A guerra do cristão contra as forças espirituais de Satanás exige dedicação a oração, i.e., orando "no Espírito", "em todo tempo", "com toda oração e súplica", "por todos os santos", "com toda perseverança". A oração não deve ser considerada apenas mais uma arma, mas parte do conflito propriamente dito, onde a vitória é alcançada, mediante a cooperação com o próprio DEUS. Deixar de orar diligentemente, sob todas as formas de oração, em todas as situações, é render-se ao inimigo e deixar de lutar (Lc 18.1; Rm 12.12; Fp 4.6; Cl 4.2; 1 Ts 5.17).


LEITURA DIÁRIA:
Segunda - Mt 28.19,20 Crescimento da igreja segundo a Grande 
Terça - At 1.8,15 O ponto de partida para o crescimento 
Quarta - At 2.41-44 O crescimento corporativo da igreja
Quinta - At 2.41,47; 4.4; 5.14; 9.31; 12.24  O crescimento numérico da igreja 
Sexta - At 1.14; 2.1-4; 4.20, 24, 31; 13.52; 16.5 O crescimento qualitativo da igreja 
Sábado - Mc 16.15-20; Ef 4.13,14 Evangelização, nutrimento e

OBJETIVOS:
Após esta aula, seu aluno deverá estar apto a:
Interpretar os principais elementos da parábola.
Destacar a idéia central da narrativa.
Relacionar o grão e a mostardeira com o Reino dos céus

PONTO DE CONTATO:
Professor, as lições deste trimestre contêm belíssimas histórias repletas de figuras e ilustrações que representam o cotidiano da sociedade dos tempos de JESUS. Ao narrar essas histórias, o Mestre tinha por objetivo cativar a atenção de seus ouvintes e ensinar-lhes as verdades do Reino dos Céus. JESUS era um exímio contador de histórias. A Pedagogia moderna reascendeu nos educadores a paixão de contar histórias.Dinamize a Leitura Bíblica na sala de aula! Leia o texto em voz alta! Tente representá-lo com o auxílio dos alunos. Ajude-os a criar em suas mentes um cenário imaginário com todos os personagens da história. Uma leitura monótona desencoraja a classe já no início da aula

SÍNTESE TEXTUAL:

Os juDEUS aguardavam a manifestação visível e poderosa do Reino de DEUS (Dn 2.44). A grandeza do Templo do Milênio, descrito na visão de Ezequiel (Ez 41-44), representa claramente o potencial do reino profético que seria estabelecido. Segundo Daniel, por ocasião da inauguração do Reino do Altíssimo na terra, as nações serão esmiuçadas, e somente os fiéis reinarão eternamente (Dn 7.27). Entretanto, o Reino dos Céus, exposto por CRISTO através das parábolas do Reino (Mc 4.11), opera interna, silenciosa e secretamente entre os homens. Sua acanhada manifestação disfarça toda a magnitude.
O pequeno grão de mostarda encobre seu potencial de crescimento, da mesma forma que o modesto movimento iniciado por JESUS, disfarçou o magnífico desenvolvimento do Reino de DEUS.

ORIENTAÇÃO DIDÁTICA:
Para esta lição, utilizaremos como recurso didático o Quadro de Pregas. Este auxílio é versátil e possui várias vantagens, dentre as quais podemos destacar duas: expor apenas os tópicos principais da lição e criar nos alunos expectativa pelo desenvolvimento da aula.
Veja como preparar o quadro: Escreva os tópicos e subtópicos da lição em tiras de papel ou cartolina. Depois, encaixe as tiras referentes aos tópicos na primeira coluna do quadro. As tiras referentes aos subtópicos deverão ser encaixadas na segunda coluna à medida que a aula transcorrer.
A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA
I-   A SEMENTE DE MOSTARDA
1- O grão de mostarda
2- A lição dos contrastes
3- o poder misterioso da fé
4- O campo da semeadura
5- Lições do crescimento
II - A GRANDE ÁRVORE
1- A forma de crescimento
2- As ameaças do crescimento
3- O significado de "Grande Árvore"
III- AS AVES DO CÉU
1- Lição Básica
IV-  CONCLUSÃO
1- Apresentar o crescimento do Reino de DEUS

A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA

COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO

Mostarda: n substantivo feminino
1 Rubrica: angiospermas.design. comum a algumas plantas dos gên. Sinapsis e Brassica, da fam. das crucíferas; mostardeira, mostardeiro
1.1 Rubrica: angiospermas. planta anual (Sinapsis alba), de distribuição cosmopolita, folhas liradas e comestíveis, e silíquas curtas; é planta melífera e constitui bom alimento para aves domésticas e porcos; as sementes maceradas fornecem condimento; mostarda-branca, mostardeira-branca
1.2 Rubrica: angiospermas. MAIS COMUM EM ISRAEL m.q. mostarda-preta (Brassica nigra)
2 semente dessas plantas
3 Rubrica: culinária. pasta feita do pó dessas sementes, à qual ger. são adicionados mosto, vinagre, sal e especiarias, us. como condimento
4 Derivação: por extensão de sentido. Rubrica: culinária. Qualquer molho ou pasta, a que se adiciona ou não a mostarda, us. como aperitivo.
 

A Tendo como base a Parábola do Grão de Mostarda, mostraremos neste domingo a franca expansão do Reino de DEUS sobre a terra através da Igreja. A fim de melhor compreendermos as lições reveladas pelo Mestre, dividiremos o nosso estudo em três pontos principais: a semente, a hortaliça e as aves do céu.
Roguemos ao Senhor, pois, que nos ajude a colocar em prática cada uma das lições encontradas nessa parábola.

I. A SEMENTE DE MOSTARDA (MT 13.31)

1 . O grão de mostarda (v.31). A palavra mostarda é de origem egípcia (sinapis) e aparece por cinco vezes nos três primeiros Evangelhos (Mt 13.31; 17.20; Mc 4.31; Lc 13.19; 17.6). Nos dias de JESUS, a mostarda negra (sinapis nigra) era a mais conhecida. Suas sementes, depois de trituradas, serviam de tempero para os alimentos.
A mostarda era uma planta que, em terra fértil, crescia rapidamente até três ou quatro metros. Em seus ramos, aninhavam-se as aves do céu.

2. A lição dos contrastes. Ao propor esta parábola, JESUS usa um artifício literário a fim de ressaltar o contraste apresentado por esta hortaliça. O grão de mostarda é a menor das sementes; ao crescer, é a maior das hortaliças (v.32). Considerando tal fato, JESUS queria que seus discípulos entendessem que mesmo uma semente tão pequena é capaz de produzir um grande resultado. A operação divina é o elemento que promove o crescimento do Reino de DEUS.
À semelhança do grão de mostarda, o Reino de DEUS surge do nada para demonstrar a plenitude do poder divino. Isto equivale dizer que a Igreja, como grão de mostarda, surpreendeu o mundo com a sua mensagem e com o seu poder irresistível no ESPÍRITO SANTO.
No começo, seu desenvolvimento foi vagaroso por causa das dificuldades a serem vencidas, tanto em relação aos inimigos do reino, quanto à negligência dos lavradores. Mas, como nos diz a Palavra, o grão de mostarda “é realmente a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas e faz-se uma árvore” (Mt 13.32).
3. O poder misterioso da fé. Em outro evento, JESUS usou a figura do “grão de mostarda” para ilustrar o poder misterioso e qualitativo da fé. Ler Mt 17.20.
A dificuldade dos discípulos em curar um menino (Mt 17.14-19) deu a JESUS a oportunidade não só de expulsar o demônio que oprimia a criança, como também de mostrar-lhes que a fé é produtiva quando procede de CRISTO. Esta é posta em ação, como confiança absoluta em DEUS, segundo a sua Palavra. Voltando ao “grão de mostarda”, vejamos as suas características.
4. O campo de semeadura (v.31).
O campo, de acordo com Mateus, a terra, de acordo com Marcos e a horta, de acordo com Lucas, representam o coração dos homens onde a semente a que nos referimos, foi plantada, ou seja todos os seres humanos que habitam a Terra.

O “campo” desta parábola pode ser interpretado como o mundo, onde foi semeado o evangelho. No dia de Pentecostes, o grupo de quase cento e vinte pessoas (At 1.15,16), mediante a ação do ESPÍRITO SANTO, imediatamente cresceu e multiplicou-se para quase três mil almas (At 2.14,37-41).
5. A lição do crescimento.
JESUS preparou seus discípulos espiritualmente, pois as outras coisas eles aprenderiam no dia a dia, na prática de sua fé. A melhor escola é a da prática, vivendo cheio do ESPÍRITO SANTO.

JESUS não estava apenas empenhado em crescimento numérico de discípulos, mas também em mostrar outro elemento fundamental para se avaliar o desenvolvimento do Reino de DEUS: o qualitativo.
Em Mateus 28.19,20, há uma relação do discipulado com o crescimento da Igreja. No cumprimento da Grande Comissão, os discípulos, já revestidos do poder do alto, mostraram haver aprendido as lições da parábola do grão de mostarda.


Pontos importantes
1 – O grão de mostarda Revela:
A – A simplicidade do reino.

A frase, “O reino de Deus está dentro de vós”, revela a simplicidade do reino. A partir do momento em que a pessoa aceita a Jesus e cumprir sua palavra, o reino habita dentro dele. Não precisa de ritos e cerimônias berrantes para se alcançar o reino.
B – A metamorfose do reino.
O pequeno grão é transformado em arbusto e depois numa árvore, é a metamorfose do reino, chega simples, por uma pregação, por um convite; é recebido por uma confissão, depois uma vida totalmente mudada.
C – A multiplicação do reino.
Logo depois de grande, o grão já não é apenas mais um grão, agora é uma hortaliça que produz muitos outros. O reino de Deus não parou com Cristo e os discípulos, ao contrario cresce a cada dia na vida dos que confessam o nome do Senhor.

2 – As lições nos contrastes do grão da mostarda
A – Um tamanho insignificante que revela depois uma grande hortaliça – O reino de Deus é surpreendente.
B – Muita vida dentro de tão pequeno grão – O reino de Deus produz vida e multiplicação.
C – O grão gera outros grãos – O reino de Deus instituído por Jesus, logo mais, alcançou um numero fantástico.
D – Deve ser semeada. O reino de Deus para alcançar as vidas precisa estar nas mãos dos homens designados. Eles espalham pelo mundo (campo), levando a salvação do Senhor a todos.

II. A GRANDE ÁRVORE (MT 13.32)

1. A forma de crescimento.
O que o reino de Deus ensina como uma grande árvore
A – Faz sombra para o cansado.
Um homem em viagem procura lugar para descansar do sol causticante, ele encontra uma arvore, então, repousa sob suas sobras. O reino de Deus produz paz, calma, e proporciona ambiente de repouso para o pecador e até para o que não quer se converter.. Mt.11.28.
B – Se eleva sobre a mediocridade
A hortaliça da mostarda supera as outras em dimensão e altura e morre rápido também, isso significa que o reino de Deus se eleva acima da mediocridade, ou seja, o crente não pode ser uma pessoa fadada ao fracasso e ao lamento, mas estar acima de tudo isso, sabendo que brevemente estaremos para sempre com CRISTO, pois o nosso reino não é deste mundo.
C – Representa a vida
 A arvore é símbolo da vida e realmente ela dá vida, produzindo oxigênio para a humanidade. O reino de Deus tem a função de reviver o homem criado por Deus eliminando o seu caráter funerário, lhe dando uma nova vida.
 Foi plantado por DEUS apenas uma semente, a palavra de DEUS, que germinou , cresceu e através de sua morte gerou uma frondosa árvore onde se aninham milhões de filhos de DEUS hoje.
Jo 12.24 Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.

O crescimento de uma árvore é lento e progressivo; o de uma hortaliça, como a mostarda, é rápido e passageiro, porque esta vive apenas o suficiente para produzir flores e sementes.
Quando JESUS assemelhou o Reino de DEUS a um grão de mostarda, sugeriu que, assim como a semente desta hortaliça desenvolve-se com muito vigor e misteriosamente, o Reino de DEUS, através da Igreja, expandir-se-ia e surpreenderia o mundo apesar de seu início pequeno e humilde.
Todavia, precisamos levar em conta um contraste sugerido pela comparação: o crescimento da hortaliça é temporário e limitado; o do Reino de DEUS é ilimitado.
Na terra o Reino de DEUS está limitado a tempo, porém o verdadeiro Reino de DEUS não tem fim, é espiritual e eterno.

2. As ameaças ao crescimento.
A – A ação do mau solo
Uma semente depende do solo para o seu desenvolvimento. Já foi vista nesta revista que o solo é o coração do homem, assim, para que o reino de Deus prospere na vida da pessoa é preciso que o coração receba a palavra da verdade e receba a salvação.
B – A peste
A peste que prejudica o crescimento de uma Árvore chega de propósito para prejudicá-la. Quando a arvore é ainda uma simples planta, são inúmeras as ameaças sofridas por parte das pestes. No reino isso fala das ameaças do mundo secularizado, governado por Satanás que lança suas setas malignas sobre o crente.
C – A intervenção do homem
Uma árvore pode ter o seu crescimento impedido pela intervenção do homem, sendo cortada ou mal tratada. Quando o homem interfere com suas idéias no reino de Deus querendo misturar coisas, logo surge uma ameaça: a intervenção humana nos planos de Deus.
D – A falta de cuidados (Plantio, poda, limpesa)

Para toda ação existe uma reação, assim quando estamos invadindo o campo das trevas, as trevas tentam revidar atacando o campo da luz.
Como Igreja, deparamo-nos com muitos oponentes neste mundo, como a carne, o mundo, o Diabo e o pecado, os quais incumbem-se de criar todas as dificuldades possíveis ao desenvolvimento do Reino de DEUS. Ver 1 Jo 2.16,17.
Não podemos esquecer-nos de que, no campo de boas sementes, vem o inimigo e semeia o joio.

3. O significado de “grande árvore” (v.32).

É evidente que a árvore é CRISTO, representado na terra pela Igreja como um todo, ou seja, todos os salvos.
Todos sabemos que a mostarda é uma hortaliça que pode crescer até uma altura de três a quatro metros (não importa a altura, mas sim que é a maior entre as hortaliças), dependendo de condições ideais do meio ambiente, como é o caso do vale do Jordão. Em síntese, uma árvore chama a atenção porque se torna visível aos olhos humanos. Cada salvo, em CRISTO, faz parte da igreja invisível. Porém, é a igreja visível que é observada.

III. AS AVES DO CÉU (MT 13.32)

Uma coisa é certa para os judeus, um dia o reino de DEUS prometido a eles na aliança de DEUS com vários de seus ancestrais, será  cumprida, um dia o Reino de DEUS será literal em Israel, o milênio, quando todo o mundo conhecerá JESUS, que para eles é a semente de mostarda (desprezada e sem formosura, como profetizou Isaías, Is 53), esta semente que nasceu em uma manjedoura, embora eles judeus não acreditem, se tornará a maior das árvores, pois seu reino terrestre será o maior e o mais abrangente que já existente.
Creio que as aves do céu sejam os gentios, que se aninham na árvore procurando fazer parte deste povo que tem um famoso Rei. Naquele dia até os inimigos de Israel pegarão nas roupas dos judeus querendo que eles o aceitem em seu reino.
Zacarias 8.23 Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Naquele dia sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco.
Ap 20.4 E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, e não receberam o sinal em suas testas nem em suas mãos; e viveram, e reinaram com Cristo durante mil anos.

Romanos 11 - ·A SALVAÇÃO ANUNCIADA AOS GENTIOS

11 Digo, pois: Porventura tropeçaram, para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar à emulação.
12 E se a sua queda é a riqueza do mundo, e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude!
13 Porque convosco falo, gentios, que, enquanto for apóstolo dos gentios, exalto o meu ministério;
14 Para ver se de alguma maneira posso incitar à emulação os da minha carne e salvar alguns deles.
15 Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos?
16 E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são.
17 E se alguns dos ramos foram quebrados, e tu, sendo zambujeiro, foste enxertado em lugar deles, e feito participante da raiz e da seiva da oliveira,
18 Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.
19 Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.
20 Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não te ensoberbeças, mas teme.
21 Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.
22 Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado.
23 E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar.
24 Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!

1 – Que mal as aves podem fazer a uma grande árvore
A – Devorar os frutos.
            Se o mal se infiltrar na vida dos santos de Deus e estes deixarem serem levados pelas influencias do pecado, os seus frutos espirituais serão consumidos.
B – Ocupar lugares de forma intrusa.
            Quando as aves se ajuntam nas arvores fazendo os seus ninhos, elas ocupam lugares. A vida do crente tem que ser reservada exclusivamente para o Espírito de Deus e não pode dar lugar a intrusos.

Para a Igreja a parábola deve ser interpretada em nosso contexto, pois o reino que nos está prometido não é deste mundo e nem neste mundo, mas um reino espiritual.
A Igreja nunca atingirá o mundo todo, ou seja, nunca conseguirá conquistar todas as pessoas para CRISTO, portanto para nós o grão de mostarda deve ser a fé a Mostardeira é CRISTO e os galhos as várias denominações de crentes salvos.

Os próprios discípulos de Jesus pediram ao Senhor que se lhes acrescentasse a fé (Lc.17:5) e o próprio Senhor afirmou que a fé tem diferentes graus, pois falou de pequena ou pouca fé (Mt.8:26), de fé grande (Mt.15:28). A possibilidade de aumento da fé está evidenciada na figura da mostarda, que, sendo uma das menores sementes, produz a maior das hortaliças. Jesus disse que a nossa fé deve ser assim, ou seja, ter a capacidade de crescer e se tornar a maior das nossas qualidades espirituais(Mt.13:31,32; 17:20), até que seja formada a Igreja.

ÁRVORE - Mostarda com seus ramos - IGREJA - denominações (Todos os salvos dentre os povos - gentios e judeus)
A Igreja é formada por todos os que ouvindo a Palavra de DEUS se arrependeram de seus pecados e aceitaram a JESUS CRISTO, confessando-O como Senhor e Salvador, crendo também que Ele ressuscitou dentre os mortos. (Rm 10.9-13)

TRONCO DA ÁRVORE - JESUS - sustenta e dá poder de vida à Igreja
Os ramos da árvore crescem e se espalham por toda parte se estiverem unidos na Árvore que é JESUS CRISTO, pois sem CRISTO nada podemos fazer para o reino de DEUS.

PÁSSAROS - Toda raça humana (gentios e judeus) que não são salvos e que procuram uma religião para se abrigarem, uns para se auto-justificarem, outros para terem algum tipo de lucro, outros para a destruírem, outros para se unirem à mesma.
De acordo com as outras parábolas e referências bíblicas creio que os pássaros do céu são referência à ação de demônios, porém nem sempre estes vencem, pois alguns que antes eram dominados por demônios, podem, ao se aninharem na Árvore, se converterem realmente ao Senhor JESUS CRISTO. (Ex. Igreja de hoje, Grande Tribulação e Milênio)

AUXÍLIOS SUPLEMENTARES
Subsídio Teológico

“O cristianismo cresceu por sua própria natureza. Neil ressalta: ‘O que é claro é que cada cristão era uma testemunha. Onde houvesse cristãos, haveria uma febre viva e ardente, e antes de tudo uma crescente comunidade cristã’. Deveria ser reconhecido, no entanto, que havia também trabalhadores em tempo integral, como Paulo e seus auxiliares, e que as igrejas mantinham esses obreiros financeiramente. Essa abordagem básica de uma equipe missionária organizada foi assimilada dos fariseus (mas veja Mt 23.15). A natureza missionária inerente à Igreja combinada aos avanços estratégicos de obreiros em tempo integral conduziu ao crescimento de seus três primeiros séculos.
A igreja dessa era esperava que CRISTO retornasse ainda enquanto seus membros estivessem vivos; enfatizava também a religião prática e proclamava agressivamente a CRISTO. Junto com a validação dos milagres, essa proclamação foi validada pelo amor e pela santidade pessoal de seus componentes. Aqueles que estavam cansados da fraqueza moral eram atraídos pelo elevados padrões morais dos cristãos.
Tanto fontes simpáticas quanto adversas ao Cristianismo atestam esse sucesso da Igreja no período imediatamente subseqüente aos apóstolos.” (JOHN V. YORK. Missões na Era do ESPÍRITO SANTO. RJ:CPAD, 2002, p. 115,116). Leia mais na Revista Ensinador Cristão,CPAD, nº 22, pág. 38.




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