sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Lições BETEL adultos a semeadura 4 trim-29/11/2015


                                    
                          Escola Dominical - Lição 9




                Compreendendo a Lei da Semeadura

             LIÇÃO 9 – 29 de novembro de 2015 – BETEL

                 Compreendendo a Lei da Semeadura



TEXTO AUREO

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” Gl 6.7

Comentarista: Pastor José Fernandes Correia Noleto

VERDADE APLICADA

A diferença entre pessoas de sucesso e as outras é a percepção e a atitude que tomam diante daquilo que Deus coloca em suas mãos para administrar.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

• Ensinar como as ações no mundo físico repercutem no mundo espiritual;
• Mostrar a fonte de nossas bênçãos e o que Deus observa no ato da oferta;
• Esclarecer os segredos da provisão divina e seu crescimento, a correta motivação para uma semeadura e o que devemos semear.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

2Co 9.8 - E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra;
2Co 9.9 - Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre.
2Co 9.10 - Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça;
2Co 9.11 - Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se deem graças a Deus.

Introdução
Todas as nossas ações no mundo físico têm repercussão no mundo espiritual. A lei do “dar” não está relacionada apenas com o aspecto financeiro, ela se relaciona a todas as áreas da nossa vida (Mt 7.1, 2; Lc 6.37, 38).

1 Entendendo as leis do dar

Se desejarmos boas repercussões, devemos fazer boas ações. É evidente que esse princípio tem uma aplicação muito mais ampla em nossa vida, pois tudo o que fazemos é um investimento na carne ou no Espírito (G1 6.7, 8). Trataremos agora em como o nosso dar se relaciona com a justiça de Deus.

1.1. Comer ou plantar?

Tudo o que investimos no Reino de Deus é comparado a uma semeadura e, muitas vezes, não semeamos porque não conhecemos a repercussão espiritual de uma semeadura (Lc 12.21; Mt 19.21). Existem pessoas no Corpo de Cristo que reagem de diferentes maneiras diante de um elemento que Deus lhes dá. Alguns fazem a opção correta de plantar a semente, outros simplesmente a comem. Lamentavelmente, a grande maioria de cristãos ao redor do mundo conhece apenas a parte do cristianismo que destila provas e decepções por não saber discernir e fazer bom uso das coisas que Deus coloca em suas mãos.
Pergunte aos alunos qual é o segredo dos vencedores. Por que, não importa o que façam, parece que somente com sua presença as coisas mais impossíveis se tomam realidade? Explique para eles que a diferença entre pessoas de sucesso e gente medíocre e a percepção e a atitude que tomam diante das coisas que Deus coloca em suas mãos para administrar. Merece ser destacado que é preciso orar, interceder, mas é preciso também agir. Esdras deveria chorar e lamentar pela situação do povo, mas deveria também agir (Ed 10.4). Neemias orou bastante, mas também agiu (Ne 4.9, 16; 13.25). “Eu quero colher, mas o que estou fazendo para que este sonho saia do mundo da abstração e concretize-se no real?”

1.2. O dar como princípio de gratidão

O ato de dar se relaciona com um princípio de amor que redunda como gratidão pela graça recebida (2Co 9.8). O dar como gratidão funciona bem, mas precisamos anexar a esse sentimento mais duas formas, que são: o dar como honra e o dar baseado na justiça de Deus (Pv 3.9, 10; 2Co 9.9, 10). A honra não busca receber nada. Ela compensa a gratidão recebida e a justiça é o reconhecimento divino baseado em nossa atitude de crer naquilo que somente Ele pode fazer. Ofertar não é algo que fazemos, mas algo que somos. É um estilo de vida para o cristão que compreende a graça de Deus. Além disso, a graça de Deus enriquece o servo do Senhor, moral e espiritualmente, de modo que cresce em caráter cristão.
Explique para os alunos que, assim como temos leis físicas que governam o universo, Deus estabeleceu leis espirituais para governar as nossas vidas. Essas leis fazem com que todas as nossas ações no mundo físico tenham repercussão no mundo espiritual. Ressalte para eles que a lei do “dar” não está relacionada apenas com o aspecto financeiro, ela se relaciona a todas as áreas da nossa vida (Mt 7.1, 2; Lc 6.37, 38).

1.3. A justiça compensatória de Deus

A justiça de Deus é simbolizada por uma balança onde as nossas obras são pesadas (Dn 5.27). A balança tem dois lados. De um lado estão as nossas obras, do outro, o que Deus coloca para nos abençoar. Se colocarmos bastante de um lado, Deus se vê obrigado a colocar bastante do outro lado por causa da Sua justiça (2Co 9.10). Se colocarmos muito na balança das obras, Deus também não faz por menos (2Co 9.6). Quem planta pouco colhe pouco. Nossas ações determinam a quantidade da colheita.
Esclareça para os alunos que a agricultor que planta muitas sementes terá maior probabilidade de colher uma safra abundante. Comente com eles que o investidor que coloca uma grande soma de dinheiro no banco, sem dúvida, recebera mais dividendos. Reforce para eles que, quanto mais investirmos na obra do Senhor, mais frutos teremos (Fp 4.10-20).

2 Princípios da contribuição financeira

A contribuição financeira é um ato tão espiritual quanto pregar ou distribuir folhetos. Se semearmos de acordo com os princípios da graça, a semente se multiplicará e suprirá nossas necessidades. Analisemos a fonte de nossas bênçãos, o que Deus observa no ato da oferta e o princípio pelo qual Deus nos enriquece.

2.1. Deus, o doador por excelência

No ato de “dar” ninguém ganha de Deus. Paulo afirma que Ele é quem dá semente ao que semeia (2Co 9.6). Ele mesmo disse a Jó: “Quem primeiro me deu, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu” (Jó 41.11). Davi também sabia muito bem quem era a nossa fonte: “Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos” (lCr 29.13b). Deus nunca precisou de oferta alguma de nossa parte, pelo contrário, Ele é quem primeiro semeia em nossas vidas para termos o que dar a Ele mesmo. E por que faz isso? Porque Seu desejo é que sejamos supridos em todas as nossas necessidades e, tendo em abundância, outros sejam abençoados através de nossas vidas (2Co 9.6-12).
Mostre para os alunos que o texto bíblico de Êxodo 25. 1-7 apresenta um modelo de oferta voluntária. Porém, olhando atentamente, veremos que no deserto o povo tinha o que dar ao Senhor. E por que tinham? Porque primeiro o Senhor lhes deu e depois pediu para que pudesse multiplicá-los.

2.2. Quantidade e qualidade

Deus estabeleceu o percentual da investidura em Seu Reino (2Co 9.6). Deus trabalha com quantidade, mas também exige qualidade. Muito se fala a respeito da oferta de Caim e Abel, mas, se observarmos bem, existem duas coisas que se destacaram na hora da entrega de ambos: Caim saiu em desvantagem porque ofereceu o fruto de uma terra amaldiçoada ao Senhor (Gn 3.17; 4.3). No entanto, o quesito principal observado por Deus no ato da oferta foi a pureza do coração dos ofertantes (Gn 4.4, 5; lJo 3.12).
Informe para os alunos que a qualidade do adorador pode anular a quantidade da oferta. Merece ser destacado para eles que esse é um princípio da justiça divina. Esclareça que o horizonte que o servo de Deus contempla vai bem adiante da sua aposentadoria.
O cristão que tem sabedoria olha para a eternidade e trabalha pacientemente para colher nela os frutos do que tem semeado agora: “Sede pois, irmãos, pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia. Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5.7, 8).

2.3. Enriquecendo em tudo

Na passagem de 2 Coríntios 9.11, o termo grego usado para expressar “tudo” está na voz passiva. Significa que não atuamos, recebemos uma ação. Ou seja, não enriquecemos, somos enriquecidos. Esse é um princípio de justiça, porque se damos, Deus nos enriquece, e, em “tudo”. Isso não é teologia da prosperidade. É a Bíblia que está dizendo que Deus nos enriquece tanto no espiritual, quanto no material. Não há motivos para queixas. A resposta é que enquanto uns semeiam, outros comem a semente! Na casa de Deus existem esses dois tipos de pessoas e a pergunta é: qual deles somos nós?
Comente com os alunos que, sempre que somos tentados a nos esquecer desse princípio, devemos nos recordar de que Deus demonstrou para conosco generosidade suprema. “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32). Explique para eles que, tanto em Sua natureza quanto em Sua graça, Deus é um doador generoso. Reforce que deve seguir o exemplo divino aquele desejoso de ser piedoso.

3 Os segredos de uma boa colheita

A leitura correta de uma oferta a Deus não é à base de troca, mas a alegria de levar ao altar do Senhor o reconhecimento por tudo o que Ele representa em nossas vidas. Observaremos agora três fatores importantes para uma boa semeadura: os segredos da provisão divina e seu crescimento, a correta motivação para uma semeadura e o que devemos semear.

3.1. O segredo da provisão e do crescimento

Quando um israelita consagrava suas primícias, isto é, os primeiros frutos do ventre de suas mulheres, do ventre de seus animais e também dos frutos da terra, tudo o que vinha depois estava santificado pelo Senhor. Paulo cita o exemplo da raiz, nos dando a entender que, se ela for santificada, seus ramos e tudo o que dela surgir também o serão (Rm 11.16). Foi essa a leitura que os judeus receberam da Lei de Moisés. Eles entendiam que, ao santificar ao Senhor as primícias de sua renda, todo o restante da renda que ficava em suas mãos estava também santificado (Pv 3.9).
“Porque a administração deste serviço, não so supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus” (2Co 9.12). Comente com os alunos que o termo usado aqui se refere ao “serviço sacerdotal. Ressalte para eles que, neste ponto, Paulo eleva a prática de ofertar ao nível mais alto possível. Ele considera a coleta um “sacrifício espiritual” apresentado a Deus, da mesma forma que um sacerdote apresentava um sacrifício no altar.

3.2. Semear com a motivação correta

Em qualquer atividade que façamos, a motivação é um fator de importância vital. Um agricultor planta porque sabe que seguindo as condições corretas ele vai colher o que plantou. Paulo fala que nossa contribuição deve ser motivada pela alegria, com desprendimento, de coração livre. Não como contribuintes “tristes”, que dão de má vontade ou que dão porque precisam. Ele afirma que o verdadeiro juízo de uma boa obra não é o que a Igreja ou o mundo possa pensar dela, mas sim, a estima em que Deus a tem.
Merece ser especialmente ressaltado para os alunos que “Deus”, conforme afirma o apóstolo Paulo, “ama ao que dá com alegria”. Ressalte para eles que esse é o ponto (Pv 22.9; 2Co 9.6). Paulo queria que o presente fosse um ato de generosidade pelo lado dos coríntios, não um ato de cobiça ou avareza de seu lado, ande ele de alguma forma exortaria o presente deles através da culpa ou de outra forma manipuladora (2Co 9.1-5). Em contraste com muitos pregadores atualmente, Paulo não usou da culpa para conseguir a bênção. A bênção não é a única coisa que é importante. E igualmente importante saber como a doação é dada. Comente com eles que usar a culpa para motivar as pessoas doarem está errado. O único motivador válido é o desejo do coração para doar.

3.3. O que devemos semear?

Não existe uma maneira de se saber com exatidão sobre como e quando iremos colher, mas uma coisa é certa, tudo o que plantamos iremos colher (Gl 6.7). Devemos sempre semear boas sementes, não confiados não em nós mesmos, mas no Senhor, certos de que essas sementes vão produzir a seu tempo bons frutos para nossa alegria. Uma má escolha poderá acarretar sérios transtornos mais adiante. Por esta razão, devemos pensar no futuro e tomar sábias decisões, porque a colheita pode até tardar, mas não falhará. Se o passado não foi bom conosco, não devemos ficar estagnados com relação ao futuro, devemos seguir o conselho de Salomão, lançar sementes, semear em todo tempo e, com certeza, Deus nos abençoará (Ec 11.1-6).
Comunique aos alunos que esse é um princípio fácil de entender. Entregando a Deus o que lhe pertence, tudo o que nos restar, além de abençoado, será acrescido ainda mais. Ressalte para eles que, infelizmente, por não entendê-lo, muitas pessoas criam desculpas para não semear. Explique para eles que as leis da semeadura nos ajudam a compreender muitas coisas em nossas vidas. O porquê de muitas coisas pode ser explicado através deste ensino, pois “quem ceifa já está recebendo recompensa e ajuntando fruto para a vida eterna; para que o que semeia e o que ceifa juntamente se regozijem” (Jo 4.36).

Conclusão      


Mais do que nunca, é preciso que tomemos as mesmas atitudes de um agricultor. Devemos arregaçar as mangas e lançar as boas sementes. É bem verdade que estamos diante de um mundo cheio de escolhas. Sendo assim, tudo o que temos de fazer é escolher as melhores sementes e lançá-las.

domingo, 22 de novembro de 2015

Subsidio ebd BETEL adultos a semeadura (2)



    SUBSIDIO BETEL A SEAMEDURA 4 TRIMESTRE 2 COR 9.8-11

                                       4 TRIMESTRE 2015




Versículos 6-15
Aqui nós temos,

I. direções a serem observados sobre o direito ea maneira aceitável de conferir a caridade; e é de grande concernment que nós não só fazer o que é necessário, mas fazê-lo como está ordenado. Agora, quanto ao modo pelo qual os apóstolo teria as Co dar, observar, 1. Deve ser abundantemente; este foi intimado, 2 Coríntios 9: 5, que uma contribuição liberal era esperado, uma questão de generosidade, não o que saboreou da cobiça; e ele se oferece para sua consideração que os homens que esperam um bom retorno no momento da colheita não têm o costume de beliscar e poupar em semear a sua semente, para o retorno é geralmente proportionable ao que semeia, 2 Coríntios 9: 6. 2. Deve ser deliberadamente Todo homem, segundo propôs no seu coração; 2 Coríntios 9: 7. As obras de caridade, como outras boas obras, deve ser feito com o pensamento e design; Considerando que alguns fazem bom apenas por acidente. Estão em conformidade, pode ser às pressas, com a insistência dos outros, sem qualquer bom design, e dão mais do que pretendia, e depois se arrepender depois. Ou, eventualmente, se tivessem devidamente consideradas todas as coisas, eles teriam dado mais. Devido deliberação, quanto a essa questão de nossas próprias circunstâncias, e aqueles das pessoas que estamos prestes a aliviar, será muito útil para nos dirigir como liberal devemos estar em nossas contribuições para usos de caridade. 3. Deve ser livremente, o que quer que nós damos, seja mais ou menos: não com tristeza, nem por necessidade, mas alegremente, 2 Coríntios 9: 7. Pessoas às vezes vai dar meramente para satisfazer a insistência de quem pede a sua caridade, e que eles dão é de uma forma espremido ou forçado a partir deles, e esta despojos má vontade tudo o que fazem. Nós devemos dar mais livremente do que a modéstia de algumas pessoas necessitados lhes permita perguntar: não devemos lidar apenas o pão, mas tirar nossas almas com o faminto, Isaías 58:10. Devemos dar liberalmente, com a mão aberta, e alegremente, com um semblante aberto, sendo feliz, temos capacidade e uma oportunidade para ser caridoso.

II. Bom incentivo para realizar esse trabalho de caridade na forma dirigida. Aqui o apóstolo diz aos coríntios,

1. Eles se haveria perdedores com o que deu em caridade. Isto pode servir para evitar uma objeção segredo nas mentes de muitos contra este bom trabalho que está pronto para pensar que eles podem querer o que dar de presente; mas tal deve considerar que o que é dado aos pobres de uma maneira correta está longe de ser perdida; como a preciosa semente que é lançada no chão não está perdido, embora ele está enterrado lá por um tempo, por isso brotará, e dará fruto; o semeador deve recebê-la novamente com o aumento, 2 Coríntios 9: 6. Esses bons retornos podem esperar aqueles que dão livremente e liberalmente na caridade. Para: (1) Deus ama ao que dá com alegria (2 Coríntios 9: 7), e que não podem esperar receber aqueles que são os objetos do amor divino? Pode o homem ser um perdedor, fazendo que com que Deus se agrada? Não pode tal pessoa ter certeza de que ele deve de alguma forma ou outra ser um ganhador? Não, não são o amor ea graça de Deus melhor do que todas as outras coisas, melhor do que a vida em si? (2) Deus é capaz de fazer a nossa caridade redundará em nosso favor, 2 Coríntios 9: 8. Não temos nenhuma razão para desconfiar da bondade de Deus, e, certamente, nós não temos nenhuma razão para questionar o seu poder; ele é capaz de fazer toda a graça abundar para conosco, e transbordam para conosco; para dar um grande aumento de coisas boas espirituais e temporais. Ele pode levar-nos a ter uma suficiência em todas as coisas, de se contentar com o que temos, para compensar o que nós damos, para ser capaz de dar ainda mais: como está escrito (Salmo 112: 9), relativa ao homem caridoso, Ele tem disperso no exterior. Ele tem dado aos pobres. Sua justiça, isto é, a sua esmola, dura para sempre. A honra de que é duradouro, a recompensa eterna dele, e ele ainda é capaz de viver confortavelmente si mesmo e para dar generosamente aos outros. (3.) O apóstolo coloca-se uma oração a Deus em seu favor que eles possam ser ganhadores e perdedores não, 2 Coríntios 9:10, 2 Coríntios 9:11. Aqui observar, [1] Para quem a oração é feita - a Deus, que ministra semente ao semeador, que por sua providência dá um tal aumento dos frutos da terra que nós temos não só de pão suficiente para comer por um ano , mas o suficiente para semear novamente para um fornecimento futuro: ou assim, Ele é o Deus que nos dá não só uma competência para nós mesmos, mas que também com que nós pode suprir as necessidades dos outros, e por isso deve ser como semente a ser semeada. [2] Para o que ele está orando. Há várias coisas que ele deseja para eles, ou seja, que eles podem ter pão para a sua alimentação, sempre uma competência por si mesmos, alimento conveniente, - que Deus vai multiplicar sua semente semeada, que ainda pode ser capaz de fazer mais bom, - e que pode haver um aumento dos frutos de justiça, que eles podem colher com abundância, e ter as melhores e mais amplos retornos de sua caridade, a fim de ser enriquecido em cada coisa para toda generosidade (2 Coríntios 9:11) , - que sobre o todo que eles podem achar que é verdade que eles serão os perdedores, mas não há grandes ganhadores. Nota, obras de caridade estão tão longe de empobrecer-nos que eles são os meios adequados verdadeiramente para nos enriquecer, ou fazer-nos verdadeiramente rico.

2. Enquanto eles haveria perdedores, os santos pobres em dificuldades seria ganhadores; para este serviço iria suprir as suas necessidades, 2 Coríntios 9:12. Se temos razão para pensar que eles sejam santos, que acreditamos ser da família da fé, cujos desejos são grandes, como nós devemos estar prontos para lhes fazer bem! Nossa bondade não pode estender a Deus, mas devemos estendê-lo livremente para estes excelentes da terra, e, assim, mostrar que nós deliciar-se com eles.

3. Isto redundará em louvor e glória de Deus. Muitas ações de graças seria dado a Deus por esse motivo, pelo apóstolo, e por aqueles que foram empregadas neste ministério, 2 Coríntios 9:11. Estes seriam bendizer a Deus, que os havia feito instrumentos felizes em tão bom um trabalho, e tornou-os bem-sucedidos. Além destes, outros também ficaria grato; os pobres, que foram fornecidos em seus desejos, não deixaria de ser muito grato a Deus e bendizer a Deus por eles; e todos os que desejaram boa sorte ao evangelho iria glorificar a Deus por esta experiência, ou a prova de sujeição ao evangelho de Cristo, e verdadeiro amor a todos os homens, 2 Coríntios 9:13. Nota: (1) O verdadeiro cristianismo é uma sujeição ao evangelho, rendendo um de nós mesmos à influência dominante de suas verdades e leis. (2.) Temos de demonstrar a sinceridade de nossa sujeição ao evangelho por obras de caridade. (3.) Este será para o crédito da nossa profissão, e para louvor e glória de Deus.

4. Aqueles cujas necessidades foram fornecidos faria o melhor retorno que eles foram capazes, enviando-se muitas orações a Deus para aqueles que os tinham aliviado, 2 Coríntios 9:14. E assim devemos recompensar as gentilezas que recebemos quando não estamos em uma capacidade de recompensar-los de qualquer outra forma; e, como esta é a única recompensa os pobres podem fazer, por isso é muitas vezes muito para a vantagem dos ricos.

Por último, o apóstolo conclui toda esta questão com esta doxologia, Graças a Deus pelo seu dom inefável, 2 Coríntios 9:15. Alguns pensam que por este dom inefável que ele significa o dom da graça dada às igrejas, em torná-los aptos e dispostos a suprir as necessidades dos santos, que seriam atendidos com indizível benefício tanto para os doadores e receptores. Deve parecer um pouco que ele quer dizer Jesus Cristo, que é de fato o dom inefável de Deus para este mundo, um dom que temos todas as razões para estar muito grato 

Subsidio ebd BETEL "A Semeadura 2 cor 9.8-11"


                     

               SUBSIDIO BETEL 4 TRIMESTRE LIÇÃO N.9 

                      COMENTARIO 2 COR 9.8-11 




Versículo 9

9.For sabeis a graça. Tendo feito menção de amor, ele aduz Cristo como um padrão de tudo perfeito e singular dele. "Embora ele fosse rico", diz ele, "ele renunciou a posse de todas as bênçãos, que ele poderia nos enriquecer com a sua pobreza." Ele não depois indicar para qual finalidade ele faz menção a isso, mas deixa de ser considerado por eles; pois ninguém pode deixar de perceber que somos por este exemplo despertou para beneficência, que não podemos nos poupar, quando a ajuda está a ser oferecida aos nossos irmãos.

Cristo era rico, porque ele era Deus, sob cujo poder e autoridade são todas as coisas; e mais longe, mesmo em nossa natureza humana, que ele vestiu, como o Apóstolo dá testemunho, (Hebreus 1: 2; Hebreus 2: 8), ele era o herdeiro de todas as coisas, na medida em que ele foi colocado por seu pai sobre tudo criaturas, e todas as coisas foram colocadas debaixo de seus pés. Ele, no entanto, tornou-se pobre, porque se absteve de possuir, e, assim, ele desistiu de seu direito por um tempo. Nós vemos, o que miséria e penúria como a todas as coisas lhe aguardava imediatamente em sua vinda desde o ventre de sua mãe. Nós ouvir o que ele diz a si mesmo, (Lucas 9:58,)

As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos: o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.

Por isso, ele consagrou a pobreza em sua própria pessoa, que os crentes podem deixar de considerá-lo com horror. Por sua pobreza, ele enriqueceu a todos nós para essa finalidade - que não podemos sentir que é difícil tirar de nossa abundância o que podemos colocar para fora em cima de nossos irmãos.


Verso 10

10.And neste dou o meu parecer. O conselho que ele coloca em contraste com o mandamento de que ele havia falado um pouco antes. (. 2 Coríntios 8: 8). "Eu simplesmente apontar o que é expediente no caminho de aconselhamento ou de censura" Agora esta vantagem não é percebido pelo juízo da carne; para onde é o homem a ser encontrado, que está convencido de que é vantajoso para privar-se de algo com a visão de ajudar os outros? É, na verdade, a palavra de um pagão - "O que você tem dado afastado é as únicas riquezas que você sempre vai ter; , mas a razão é, que tudo o que é dado aos amigos é colocado além de todos os riscos. "O Senhor, por outro lado, não nos teria influenciado pela esperança de uma recompensa, ou de qualquer remuneração em troca, mas, pelo contrário, que os homens devem ser ingrato, para que possamos parecem ter perdido o que temos dado afastado, ele teria que nós, suportar não-, perseverar no bem. A vantagem, no entanto, surge a partir desta - que

"Aquele que dá aos pobres (como diz Salomão em Provérbios 19:17) empresta ao Senhor,"

cuja bênção, por si só, deve ser considerado como um precioso cem vezes mais do que todos os tesouros do mundo. A palavra útil, no entanto, é aqui tomada para significar honrosa, ou, pelo menos, Paul mede o que é útil por que é honroso, porque teria sido uma vergonha para o Corinthians a recuar, ou parar de repente no meio do curso, quando eles já tinham avançado até agora. Ao mesmo tempo, ele também teria sido inútil, na medida em que tudo o que eles tinham tentado fazer teria vindo curto de aceitação aos olhos de Deus.

Quem tinha começado, não só para fazer. Como fazendo é mais do que dispostos, a expressão pode parecer uma imprópria um; mas dispostos aqui não é tomada de forma simples, (como nós comumente dizer), mas transmite a idéia de entusiasmo espontâneo, que não espera nenhum monitor. Pois há três gradações, por assim dizer, como a atuar. Primeiro, nós às vezes agem de má vontade, mas é de vergonha ou medo. Em segundo lugar, nós agimos de boa vontade, mas, ao mesmo tempo, é de ser impelido quer, ou induzida de influência, para além de nossas próprias mentes. Em terceiro lugar, agir a partir do impulso da nossa própria mente, quando de nossa própria vontade nos propusemos a fazer o que está se tornando. Tal alegria de antecipação é melhor do que o desempenho real da escritura. (672)

"Callidus nummos effracta auferet pele arca;
Prosternet patrios impia flamma Lares.
Est fortunam extra, quicquid donatur Amicis;
Dederis Quas, solas sempre habebis opes "

"O ladrão habilidoso vai quebrar abrir o seu peito, e levar consigo o seu dinheiro; um incêndio, levantada por uma base de incendiário, irá lançar na poeira sua mansão paterna; mas o que tem sido dada aos amigos é colocado além de todos os riscos. O que você tem dado afastado é a única riqueza que você vai sempre manter. "- Marcial, Efésios 5:39.

(. P 104), é mencionado pelo Dr. Bennett, em suas Conferências sobre a pregação de Cristo, que no túmulo de Robert de Doncaster, havia a seguinte inscrição - "O que eu dei, eu tenho; o que eu mantive eu perdi. "- Ed.


Verso 11

11.Now o que haveis começado a fazer. É provável, que o ardor dos coríntios tinham rapidamente arrefecido: caso contrário eles iriam, sem qualquer demora, ter processado o seu propósito. O Apóstolo, no entanto, como se nenhuma falha até agora tinha sido cometida, adverte-os suavemente para completar, o que tinha sido bem começado.

Quando ele acrescenta - desde que você tem, ele antecipa uma objeção; para a carne é sempre engenhoso em descobrir subterfúgios. Alguns alegam que eles têm famílias, que estavam desumano negligência; outros, com o fundamento de que eles não podem dar muito, fazer uso deste como um pretexto para isenção inteiro. Eu poderia dar tão pequeno uma soma? Todas as desculpas desta natureza Paul remove, quando ele comanda cada um a contribuir de acordo com a medida de sua capacidade. Ele acrescenta, também, a razão: que Deus olha para o coração - não ao que é dado, pois quando ele diz que a avidez é aceitável a Deus, de acordo com a capacidade do indivíduo, seu significado é esta - "Se a partir delgado recursos que você apresentar alguma pequena quantia, sua disposição não é menos apreciadas à vista de Deus, do que no caso de um rico homem de dar uma grande soma de sua abundância. (Marcos 12:44). Para a disposição não é estimado de acordo com o que você tem não, isto é, Deus faz de nenhuma maneira requer de ti, para que tu mais fria contribuir mais do que os teus recursos permitem "Desta forma, nenhum deles está desculpado.; para os ricos, por um lado, devemos a Deus uma oferta maior, e os pobres, por outro lado, não devia ter vergonha de seus escassos recursos.


O versículo 13

13.Not que outros. Esta é uma confirmação da declaração anterior - que uma prontidão de vontade é agradável a Deus tanto na pobreza e na riqueza, na medida em que Deus não quer dizer que devemos ser reduzida aos estreitos, a fim de que outros podem estar à vontade através nossa generosidade. É verdade, de fato, é certo, que devemos a Deus, não apenas uma parte, mas tudo o que somos e tudo o que temos, mas em Sua bondade, Ele nos poupa até agora, que Ele está satisfeito com que a participação dos quais o apóstolo fala aqui, O que ele ensina aqui que você deve entender como significando uma redução do rigor da lei.  Nesse meio tempo, é a nossa parte para agitar-nos para cima de vez em quando para a liberalidade, porque não devemos ter tanto medo de ir ao excesso neste departamento. O perigo reside no lado de niggardliness excessiva.

Esta doutrina, no entanto, é necessário, em oposição a fanáticos, que pensam que você não fez nada, a menos que tenha despojado-se de todas as coisas, de modo a tornar cada coisa comum; ) e, certamente, eles ganham tanto por seu frenesi, que ninguém pode dar esmola com a consciência tranquila. Por isso, devemos observar com cuidado (ἐπιείκεια) brandura de Paulo,  e moderação, ao afirmar que as nossas esmolas são bem agradável a Deus, quando nos aliviar a necessidade de nossos irmãos de nossa abundância - não de tal maneira que eles estão em facilidade, e estamos em falta, mas para que possamos, a partir do que nos pertence, distribuir, tanto quanto nossos recursos permitem, e que com uma mente alegre. 


Por uma igualdade Igualdade pode ser tomada em dois sentidos, tanto no sentido de uma compensação mútua, quando gosto é dada para como, ou, no sentido de um ajuste adequado. Eu entendo ἰσότητα simplesmente como significado - uma igualdade de direito proporcional,  como Aristóteles termos de TI. ) Neste sentido ele é feito uso de, também, em Colossenses 4: 1, onde ele exorta "mestres para dar aos seus servos o que é igual. "Ele certamente não significa que eles devem ser iguais em condição e da estação, mas por este termo, ele expressa de que a humanidade e clemência, e tratamento amável, que mestres, por sua vez, devem aos seus servos. Assim, o Senhor nos recomenda uma proporção desta natureza, para que possamos, na medida em que os recursos de cada um admitir, pagar a ajuda aos indigentes, que pode não haver alguns em abundância, e outros na indigência. Por isso, ele acrescenta - no presente momento. Naquela época, de fato, necessidade pressionado sobre eles. Por isso, somos advertidos de que, no exercício de beneficência, devemos fornecer para a presente necessidade, se quisermos observar a verdadeira regra da equidade.

fonte comentario biblico João Calvino 

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                                SUBSIDIO ADULTOS 4 TRIMESTRE

                            LIÇÃO N.9 PARTIDARISMO NA IGREJA 



 E eu, irmãos Ele começa a aplicar-se aos Coríntios, que ele dissera a respeito de pessoas carnais, para que possam compreender que a culpa era sua própria - que a doutrina da Cruz não tinha mais encantos para eles. É provável, que na mente mercantis como a deles havia muita confiança e arrogância ainda persistente, de modo que não foi sem muita demora e grande dificuldade que eles poderiam pôr-se a abraçar a simplicidade do evangelho. Por isso, foi que, desvalorizando o Apóstolo, e a eficácia divina de sua pregação, eles estavam mais preparados para ouvir os professores que estavam sutil e vistoso, enquanto destituído do Espírito. (145) Assim, com o ponto de vista de bater para baixo de modo tanto melhor sua insolência, ele declara, que eles pertencem à companhia daqueles que, estupefato com sentido carnal, não estão preparados para receber a sabedoria espiritual de Deus.
 Ele suaviza para baixo, é verdade, a dureza de sua reprovação, chamando-os irmãos, mas ao mesmo tempo ele traz-la para frente expressamente como uma questão de censura contra eles, que suas mentes foram sufocados com a escuridão da carne para tal medida em que se formou um obstáculo para sua pregação entre eles. Que tipo de bom senso, em seguida, eles devem ter, quando eles não estão aptos e preparados como ainda mesmo para audição! Ele não quer dizer, porém, que eles eram completamente carnal, de modo a ter não uma centelha do Espírito de Deus - mas que não tinham ainda muito muito do sentido carnal, de modo que a carne prevaleceu sobre o Espírito, e fez como fosse abafar sua luz. Por isso, embora eles não eram totalmente destituídas de graça, no entanto, como eles tinham mais de carne do que do Espírito, eles estão nessa conta denominado carnal Este suficientemente aparece a partir do que ele imediatamente acrescenta - que eles eram bebês em Cristo; pois não teria sido bebês não tivessem sido gerados, e que é engendramento do Espírito de Deus.
Bebês em Cristo Este termo é por vezes tomada em um bom sentido, como é por Pedro, que nos exorta a ser como bebês recém-nascidos, (1 Pedro 2: 2), e em que ditado de Cristo,1 Pedro 2: 2
A não ser que vos torneis como estas criancinhas,
vocês não entrarão no reino de Deus, Luke 18:17(Lucas 18:17).

Aqui, no entanto, é tomado em um sentido ruim, como referindo-se ao entendimento. Para devemos ser crianças em malícia, mas não no entendimento, como ele diz depois, em 1 Coríntios 14:201 Coríntios 14:20, - uma distinção que remove toda a ocasião de dúvida quanto ao significado. Para isso também há uma passagem correspondente em Efésios 4:14Efésios 4:14.

Que sejamos mais crianças fugitiva por todo vento de doutrina, e fez o desporto (146) de falácias humanas, mas pode a cada dia crescem, etc

Verso 2
2. Tenho te alimentou com leite Aqui ele é perguntado, se transformou Paul Cristo para atender a diversidade de seus ouvintes. Respondo que isto se refere ao modo e forma de suas instruções, ao invés de a substância da doutrina. Porque Cristo é ao mesmo tempo leite para bebês e carne forte para aqueles que são de maior idade, (Hebreus 5:13), a mesma verdade do evangelho é administrada a ambos, mas, de modo a adequar a sua capacidade. Por isso, é parte de um sábio professor para acomodar-se à capacidade daqueles a quem ele comprometeu-se a instruir, de modo que em lidar com os fracos e ignorantes, ele começa com os primeiros princípios, e não ir mais alto do que eles são capazes de siga, (Marcos 4:33), e para que, em suma, ele cai em suas instruções a pouco e pouco, (147) para que não atropelar, se derramou em abundância.
Ao mesmo tempo, esses primeiros princípios irá conter todo o necessário para ser conhecido, não menos do que os mais distantes aulas avançadas que são comunicadas aos que são mais fortes. Sobre este ponto ler homilia 98 de Agostinho sobre John. Isso tende a refutar o pretexto falacioso de alguns que, enquanto eles fazem, mas murmurar para fora, de medo do perigo, algo do evangelho de modo indistinto, (148) fingir ter o exemplo de Paulo aqui. Enquanto isso, eles apresentar Cristo a tal distância, e coberto, além disso, com tantos disfarces, que eles constantemente manter seus seguidores na ignorância destrutiva. Eu vou dizer nada de sua mistura-se muitas corrupções, a sua apresentação de Cristo não apenas pela metade, mas rasgado a fragmentos, (149) a sua não apenas escondendo tal idolatria bruto, mas confirma também pelo seu próprio exemplo, e, se eles disseram tudo o que é bom, logo poluindo-o com inúmeras falsidades. Como eles são ao contrário de Paul é suficientemente manifesto; para o leite é o alimento e não veneno, e alimento que é adequado e útil para a educação dos filhos até que eles estão mais avançados.Hebreus 5:13Marcos 4:33

Para vós ainda não foram capazes de suportá-lo para que não se lisonjear-se muito em seu próprio discernimento, antes de tudo, diz-lhes o que tinha encontrado entre eles no início, em seguida, acrescenta, o que é ainda mais grave, que o mesmas falhas permanecem entre eles até hoje. Para eles deveriam, pelo menos, nos colocando em Cristo, têm a adiar a carne; e assim vemos que Paul se queixa de que o sucesso que sua doutrina deveria ter tido foi impedido. Porque, se o ouvinte não ocasionar atraso por sua lentidão, é o papel de um bom professor para ser sempre a subir mais alto, (150) até a perfeição foi alcançada.

Versículo 3
3. Porque fostes ainda carnal Enquanto a carne, isto é, a corrupção natural prevalece em um homem, ele tem tão completamente a posse da mente do homem, que a sabedoria de Deus não encontra nenhuma admissão. Portanto, se nós faríamos proficiência na escola do Senhor, devemos antes de tudo renunciar nosso próprio julgamento e nossa própria vontade. Agora, embora entre os Coríntios algumas faíscas de piedade foram emitidos, eles foram mantidos sob sendo sufocada. (151)

. Para uma vez que há entre vós A prova é derivado dos efeitos; para como inveja e contendas e divisões, são os frutos da carne, onde quer que eles são vistos, é certo que a raiz está lá no seu rigor. Esses males prevaleceu entre o Corinthians; e, consequentemente, ele prova a partir disso que eles são carnal Ele faz uso do mesmo argumento, também, em Gálatas 5:25Gálatas 5:25 Se vós viver no Espírito, a pé também no Espírito Por enquanto eles estavam desejosos de ser considerado como espiritual, que ele chama de -los a olhar para as suas obras, por que eles negaram que com a sua boca professam (Tito 1:16 Observe-se, no entanto, o arranjo elegante que Paulo aqui persegue.): a partir de inveja surgem contendas, e estes, quando eles têm uma vez sido aceso, sair em seitas mortais, mas a mãe de todos esses males é a ambição.Tito 1:16

Andar como homens Deste É manifesto que o termo carne não se restringe aos apetites mais baixos simplesmente, como os sofistas fingir, a sede do que eles chamam de sensualidade, mas é empregado para descrever toda a natureza do homem. Para aqueles que seguem a orientação da natureza, não são regidos pelo Espírito de Deus. Estes, de acordo com a definição do Apóstolo, são carnal, de modo que a carne e disposição natural do homem são bastante sinônimo, e, portanto, não é sem razão que em outros lugares exige que sejamos novas criaturas em Cristo (2 Coríntios 5:17).2 Coríntios 5:17

Versículo 4
4. Para dizendo um: Ele agora especifica o tipo particular de contendas, (152) e ele faz isso por personificando o Corinthians, que sua descrição pode ter mais força - que cada um vangloriou de seu mestre particular, como se Cristo não fosse o um mestre de todos (Mateus 23: Mateus 23: 88.) Agora, quando essa ambição ainda prevalece, o evangelho tem pouco ou nenhum sucesso. Você não está, no entanto, entender que eles declararam isso abertamente em palavras expressas, mas o Apóstolo reprova aquelas disposições depravados para os quais foram feitas para cima. Ao mesmo tempo, é provável que, como uma predileção decorrente da ambição é geralmente acompanhada com uma tagarelice vazia, (153) que abertamente descoberto por suas palavras o preconceito absurdo de sua mente, por exaltando seus professores para os céus em termos magníficos , que acompanha o presente, ao mesmo tempo com desprezo de Paulo e os que como ele.

Versículo 5
5. Quem é Paulo? Aqui ele começa a tratar da estimativa em que os ministros devem ser mantidos, ea finalidade para a qual eles foram separados pelo Senhor. Ele nomes si mesmo e Apolo, em vez de outros, para que ele possa evitar qualquer aparência de inveja. (156) "O que mais", diz ele, "são todos os ministros nomeados para, mas para trazê-lo à fé por meio de sua pregação?" From este Paulo infere, que nenhum homem deve ser glorificou, pois a fé não permite qualquer jactância, exceto somente em Cristo. Assim, aqueles que exaltam os homens acima da medida, tira-los da sua verdadeira dignidade. Para a grande distinção de todos eles é que eles são ministros de fé, ou, em outras palavras, que eles ganham discípulos a Cristo, não para si mesmos. Agora, porém, ele aparece desta forma a depreciar a dignidade dos ministros, ainda que ele não atribuí-lo um lugar mais baixo do que deveria realizar. Pois ele diz muito quando ele diz, que recebemos a fé através de seu ministério. Nay mais, a eficácia da doutrina externa recebe aqui elogio extraordinário, quando se fala de como o instrumento do Espírito Santo; e os pastores são homenageados com nenhum título comum de distinção, quando Deus é dito para fazer uso deles como seus ministros, para dispensar o tesouro inestimável da fé.

Como o Senhor nos deu a cada homem. Nas palavras gregas usadas por Paul a partícula de comparação ὡς, como, é colocado depois ἑκαστῳ - para cada homem; mas a ordem é invertida. (157) Assim, para tornar o significado mais evidente, eu tornava "Sicut unicuique," - "como a todo homem," em vez de "sicut unicuique," - ". para cada homem como" In alguns manuscritos, no entanto, a partícula και, e, está querendo, e é tudo em uma conexão, assim: Ministros pelos quais crestes como o Senhor deu a cada homem Se nós lê-lo desta forma, a última cláusula será acrescentada para explicar o primeiro, - para que Paulo explica o que ele quis dizer com o termo ministro: "São ministros cujos serviços Deus faz uso de, e não como se pudesse fazer qualquer coisa por seus próprios esforços, mas na medida em que eles são guiados por sua mão, como instrumentos.
 "A prestação que tenho dado, no entanto, é, na minha opinião, o mais correto. Se adotarmos isso, a declaração será mais completa, pois será composto de duas cláusulas, desta forma. Em primeiro lugar, esses são os ministros que têm dedicado os seus serviços a Cristo, que você pode acreditar nele: mais distante, eles não têm nada de sua própria se orgulham em cima, na medida em que eles não fazem nada de si mesmos, e não têm poder para fazer qualquer coisa, exceto pelo dom de Deus, e cada um segundo a sua própria medida - o que mostra, que tudo o que cada indivíduo tem, é derivado do outro. Em suma, ele une-los todos juntos como por uma ligação recíproca, na medida em que necessitam de assistência do outro.

Versículo 6
6. Eu plantei, Apolo regou Ele se desdobra de forma mais clara a natureza desse ministério por uma similitude, em que a natureza da palavra e da utilização de pregação são mais apropriadamente descrito. Que a terra produza frutos, não há necessidade de arar e semear, e outros meios de cultura; mas depois de tudo isso tem sido feito com cuidado, o trabalho do lavrador seria de nenhum proveito, não foi o Senhor do céu dar o aumento, por vir à luz do sol, e ainda mais por sua influência maravilhosa e secreta. Assim, embora a diligência do lavrador não é em vão, nem a semente que ele lança em inútil, mas é só pela bênção de Deus que eles são feitos para prosperar, para o que é mais maravilhoso do que a semente, depois que ele apodreceu, brota de novo!
 Da mesma forma, a palavra do Senhor é a semente que está em sua própria natureza fecunda: ministros são como que lavradores, que arado e semear. Em seguida, siga outra ajuda, como por exemplo, a irrigação. Ministros, também, agir a parte correspondente quando, depois de lançar a semente à terra, eles dão ajuda para a terra, tanto quanto é do seu poder, até que ele levar adiante o que ele concebeu: mas como para fazer seu trabalho realmente produtivo, que é um milagre da graça divina - não é um trabalho da indústria humana.

Observe, no entanto, nesta passagem, como necessária a pregação da palavra é, e como necessário a continuação do mesmo. (158) Seria, sem dúvida, tão fácil uma coisa para que Deus abençoe a terra sem diligência por parte dos homens , de modo a torná-la produzir frutos de seu próprio acordo, como para tirar, ou melhor, pressione para fora (159) o seu aumento, à custa de muita assiduidade por parte dos homens, e muito suor e sofrimento; mas como o Senhor de modo ordenado (1 Coríntios 9:14) que o homem de trabalho, e que a Terra, por sua vez, deu um retorno à sua cultura, vamos ter o cuidado de agir em conformidade. De modo semelhante, fosse perfeitamente no poder de Deus, sem a ajuda de homens, se assim lhe agradou, para produzir a fé de pessoas enquanto dormem; mas ele nomeou-o de outra forma, para que a fé é produzida por ouvir. (Romanos 10:17). Esse homem, então, que, no abandono deste meio, espera alcançar a fé, age como se o lavrador, jogando de lado o arado, tomando nenhum cuidado para semear; e deixando de fora todo o trabalho de criação, foram para abrir a boca, esperando comida a cair para ele do céu.1 Coríntios 9:14Romanos 10:17

Quanto à continuidade (160), vemos que Paulo diz aqui - que não é o suficiente para que a semente ser semeada, se não for antecipada de tempos em tempos pela nova ajuda. Ele, então, que já recebeu a semente, tem ainda precisam de rega, nem devem esforços ser deixado de fora, até a plena maturidade foi atingido, ou em outras palavras, até que a vida acabou. Apolo, então, que sucedeu a Paulo no ministério da palavra em Corinto, disse ter regado o que ele tinha semeado.

O versículo 7
7. Nem o que planta é alguma coisa Parece, no entanto, a partir do que já foi dito, que seu trabalho é de alguma importância. Devemos observar, portanto, por que é que Paulo se desvaloriza assim; e antes de tudo, é bom notar que ele está acostumado a falar de duas maneiras diferentes de ministros, (161), bem como dos sacramentos. Para em alguns casos, ele vê um ministro como um que foi separado pelo Senhor para, em primeira instância, regenerando almas, e, posteriormente, nutrindo-os para a vida eterna, para remir os pecados, (João 20:23,) para renovar a mente dos homens, para elevar o reino de Cristo, e destruindo o de Satanás. Visto nesse aspecto ele não se limita a atribuir-lhe o dever de plantação e rega, mas fornece-lhe, além disso, com a eficácia do Espírito Santo, que seu trabalho não pode ser em vão. Assim, (162), em outra passagem, ele chama a si mesmo um ministro do Espírito, e não da letra, na medida em que ele escreve a palavra do Senhor no coração dos homens. (2 Coríntios 3: 6).João 20:232 Coríntios 3: 6

Em outros casos, ele vê um ministro como um que é um servo, não um mestre - um instrumento, não a mão; e, em suma, como homem, não Deus. Visto nesse aspecto, ele deixa nada além de seu trabalho, e que, também, morto e impotente, se o Senhor não o torna eficaz por seu Espírito.
 A razão é que, quando ele é simplesmente o ministério que é tratada de, devemos ter um olho não só para o homem, mas também a Deus, trabalhando nele pela graça do Espírito - não como se a graça do Espírito eram invariavelmente ligada à palavra do homem, mas porque Cristo coloca diante de seu poder no ministério, que ele instituiu, de tal forma que se torna evidente, que não foi instituída em vão. Desta forma ele não tirar ou diminuir qualquer coisa que pertence a Ele, com a visão de transferi-lo para o homem. Para Ele não está separada do ministro, (163) mas, pelo contrário Seu poder é declarado para ser eficaz no ministro. Mas como nós às vezes, na medida em que o nosso julgamento é depravado, dê ocasião indevidamente a partir desta para exaltar os homens também altamente, exigimos a distinguir com a finalidade de corrigir esta falha, e devemos definir o Senhor, de um lado, ea ministro do outro, e então torna-se manifesto, como o homem indigente é em si mesmo, e como totalmente desprovido de eficácia.

Que seja conhecido por nós, portanto, que nesta passagem ministros são postos em comparação com o Senhor, ea razão dessa comparação é - que a humanidade, ao estimar a contragosto a graça de Deus, são muito pródigos em suas comendas de ministros, e desta maneira eles arrebatar o que é de Deus, com a visão de transferi-lo para si. Ao mesmo tempo, ele sempre observa um meio mais tornando-se, pois, quando ele diz que Deus dá o crescimento, ele sugere por isso, que os esforços de si mesmos homens não são sem sucesso. O caso é o mesmo que para os sacramentos, como veremos em outros lugares. (164) Assim, embora o nosso Pai celestial não rejeita o nosso trabalho em cultivar seu campo, e não permitir que ele seja improdutiva, mas ele terá o seu sucesso dependem exclusivamente sua bênção, que ele pode ter todo o louvor. Assim, se estamos desejosos de fazer qualquer progresso em trabalhar, na luta, em pressionar para a frente, deixá-lo ser conhecido por nós, que faremos nenhum progresso, a menos que ele prospera nossos trabalhos, nossas aspirações e nossa assiduidade, a fim de que podemos elogiar a nós mesmos, e tudo o que fazemos à sua graça.

Versículo 8
8. Ele que planta, eo que rega são um Ele mostra mais adiante, de uma outra consideração, que o Corinthians está grandemente a culpa em abusar, com vista a manter as suas próprias seitas e partidos, os nomes de seus professores, que no Entretanto são, com esforços unidos, visando uma ea mesma coisa, e pode de modo algum ser separados, ou dilacerado, sem, ao mesmo tempo, deixando de fora os deveres do seu cargo.
 Eles são um, diz ele; em outras palavras, eles são tão ligados entre si, que a sua conexão não permite de qualquer separação, porque todos deveriam ter um fim em vista, e que servem um só Senhor, e estão empenhados na mesma obra. Portanto, se eles empregam-se fielmente no cultivo de campo do Senhor, eles vão manter a unidade; e, por comunicação mútua, vai ajudar uns aos outros - tão longe de seus nomes servindo como normas para agitar Contendas. Aqui nós temos uma bela passagem para exortar os ministros a concórdia. Enquanto isso, porém, ele indiretamente reprova aqueles professores ambiciosos, que, dando ocasião para contendas, descobriu, assim, que eles não eram os servos de Cristo, mas os escravos de vanglória - que eles não empregam-se em plantação e rega, mas no enraizamento e queima.

Cada um receberá o seu galardão Aqui ele mostra o que é o fim que todos os ministros devem ter em vista - para não pegar os aplausos da multidão, mas para agradar ao Senhor. Isto, também, que ele faz com a visão de chamar para o tribunal de Deus aqueles professores ambiciosos, que estavam intoxicados com a glória do mundo, e pensou em mais nada; e ao mesmo tempo advertir os coríntios, como para a inutilidade do que aplausos vazio que é tirei pela elegância de expressão e de ostentação vão. Ele, ao mesmo tempo descobre nestas palavras o destemor de sua consciência, na medida em que ele se aventura a olhar em frente para o julgamento de Deus sem desânimo. Para a razão por que os homens ambiciosos recomendar-se a estima do mundo é que eles não aprenderam a dedicar-se a Deus, e que eles não definir diante de seus olhos reino celestial de Cristo. Assim, logo que Deus vem a ser visto, que desejo tolo de ganhar favor do homem desaparece.

O versículo 9
9. Porque nós somos cooperadores de Deus. Aqui é o melhor argumento. É a obra do Senhor que são empregados, e é a ele que temos dedicado nossos trabalhos: por isso, como ele é fiel e justo, ele não irá decepcionar-nos de nossa recompensa. Esse homem, por conseguinte, é confundido que olha para os homens, ou depende apenas sobre a sua remuneração. Aqui temos um elogio admirável do ministério - que enquanto Deus poderia realizar inteiramente o trabalho ele mesmo, nós, mortais insignificantes, chama (165) a ser como eram seus coadjutores, e faz uso de nós como instrumentos.
Quanto à perversão desta declaração pelos papistas, para apoiar o seu sistema de livre-arbítrio, é além da medida boba, por Paul mostra aqui, não o que os homens podem afetar por seus poderes naturais, mas o que o Senhor realiza através de meios de los pela sua graça. Quanto à exposição dada por alguns - que Paul, sendo obreiro de Deus, era um companheiro-operário com seus colegas, isto é, com os outros professores - parece-me dura e forçada, e não há nada o que quer que no caso em que fecha -nos a recorrer a esse refinamento. Para ele corresponde admiravelmente com design do Apóstolo a entender que ele quer dizer, que, embora seja peculiarmente a obra de Deus para construir seu templo, ou cultivar a vinha, ele evoca ministros para ser companheiros de trabalho, por meio de quem Ele sozinho funciona; mas, ao mesmo tempo, de tal maneira, que no seu trabalho por sua vez, em comum com ele. Quanto à recompensa de obras, consultar o meu Institutos (166)

Lavoura de Deus e edifício de Deus. Estas expressões pode ser explicado de duas maneiras. Eles podem ser tomadas activamente neste sentido: "Vocês foram plantadas no campo do Senhor pelo trabalho dos homens, de tal forma, que o nosso próprio Pai celeste é o verdadeiro Lavrador, eo autor deste plantação. Você foi construída por homens de tal forma, que ele mesmo é o verdadeiro mestre-construtor. (167) Ou, pode ser tomado em um sentido passivo, assim: "Em trabalhando para até você, e para semear a palavra de Deus no meio de vós e água-lo, não temos feito isso por nossa própria conta, ou com vista a beneficiar a acumular para nós, mas têm dedicado o nosso serviço ao Senhor. Em nossos esforços para construir-lo, não ter sido influenciado por uma visão para o nosso próprio benefício, mas tendo em vista o seu ser plantio e edifício de Deus. Esta última interpretação que eu preferiria, pois sou de opinião, que Paulo queria dizer aqui para expressar a idéia, de que o trabalho ministros verdadeiros não para si mesmos, mas para o Senhor. Daí segue-se que os coríntios estavam sobremaneira a culpa em dedicar-se aos homens, (168), enquanto de direito pertenciam exclusivamente a Deus. E, em primeiro lugar, ele chama-lhes a sua criação, seguindo a metáfora tomada anteriormente, e, em seguida, mais tarde, com a visão de se apresentar a uma discussão maior, ele faz uso de uma outra metáfora, derivado da arquitetura. (169)

Verso 10
10. Como um sábio construtor É uma similitude mais aptos, e, consequentemente, é frequentemente reuniu-se com nas Escrituras, como veremos dentro em breve. Aqui, no entanto, o apóstolo declara sua fidelidade com grande confiança e destemor, como necessário para se afirmar em oposição não apenas para as calúnias do ímpio, mas também para o orgulho do Corinthians, que já tinha começado a desprezar sua doutrina. Quanto mais, portanto, eles baixaram ele, tanto maior é que ele levantar-se, e falando como se fosse de um púlpito de grande altura, ele declara (171) que ele tinha sido o primeiro mestre-construtor de Deus entre eles, que estabelece as bases, e que ele tinha com sabedoria executado nesse departamento do dever, e que permaneceu que os outros devem ir para a frente, da mesma maneira, que regulamenta a superestrutura em conformidade com a regra da fundação. Observemos que essas coisas são ditas por Paul primeiro de tudo com o propósito de elogiar sua doutrina, que ele viu era desprezado pelos Corinthians; e, em segundo lugar, com o propósito de reprimir a insolência dos outros, que a partir de um desejo de distinção, afectadas de um novo método de ensino. Estes ele em conformidade adverte para tentar nada precipitadamente em edifício de Deus. Duas coisas que ele proíbe-os de fazer: eles não devem se aventurar a lançar outra fundação, e eles não devem levantar uma superestrutura que não será responsável perante a fundação.

Segundo a graça Ele sempre toma cuidado diligente não usurpar para si mesmo uma única partícula da glória que pertence a Deus, pois ele refere-se todos os coisa é a Deus, e não deixa nada para si mesmo, a não ser que este tenha sido um instrumento. Enquanto, porém, ele, portanto, sustenta-se humildemente a Deus, ele indiretamente reprova a arrogância daqueles que pensavam nada de jogar a graça de Deus para a sombra, (172) fornecido apenas eles foram-se realizado em estimativa. Ele sugere, também, que não havia nada da graça do Espírito nesse espetáculo vazio, para os quais foram mantidos em estima, enquanto, por outro lado, ele apaga-se de desprezo, em razão do fato de ter estado sob a influência divina. (173)

Verso 11
11. Por outro fundamento, ninguém pode pôr Esta declaração consiste em duas partes; primeiro, que Cristo é o único fundamento da Igreja; e em segundo lugar, que os coríntios tinham sido justamente fundada sobre Cristo através da pregação de Paulo. Para isso era necessário que eles devem ser trazidos de volta para Cristo, na medida em que seus ouvidos estavam cócegas com uma predileção por novidade. Foi, também, de não pequena importância que Paulo deve ser reconhecido como o principal, e, por assim dizer, fundamentais mestre-construtor, de cuja doutrina não podiam recuar, sem abandonar o próprio Cristo.
A soma é este - que a Igreja deve por todos os meios ser fundada somente em Cristo, e que Paul tinha executado este departamento do dever tão fielmente que nada poderia ser considerada insuficiente em seu ministério. Por isso, quem quer que venha depois dele, não pode de outra maneira servir ao Senhor com uma boa consciência, ou ser ouvido como ministros de Cristo, do que estudando para fazer a sua doutrina correspondem com a sua, e manter a fundação que ele estabeleceu. Daí inferimos, que aqueles que não são trabalhadores fiéis para edificação da Igreja, mas, pelo contrário são dispersores de que, Mateus 12:30(Mateus 12:30), que têm sucesso ministros fiéis, mas não torná-lo seu objetivo de conformar-se com a sua doutrina , e fazer avançar o que tem sido bem iniciado, de modo a torná-lo bastante evidente (174) que estão a tentar nenhum novo trabalho. Pois o que pode ser mais pernicioso do que por uma nova forma de ensinar para perseguir os crentes, que foram bem instruídos em doutrina pura, de modo que andam cambaleando na incerteza quanto ao verdadeiro fundamento. Agora, a doutrina fundamental, que eram ilegais para minar, é que nós aprendemos Cristo, pois Cristo é o único fundamento da Igreja; mas há muitos que, enquanto eles fazem uso do nome de Cristo por pretexto, rasgar toda a verdade de Deus pela raiz. (175)

Observemos, então, de que forma a Igreja é justamente construída sobre Cristo. É quando ele só é apresentada para a justiça, redenção, santificação, sabedoria, satisfação e limpeza; em suma, para a vida e glória; ou se você teria declarado mais brevemente, quando é proclamada de tal forma que o seu gabinete e influência são entendidas de acordo com o que encontramos afirmado no fim do primeiro capítulo. (1 Coríntios 01:30). Se, por outro lado, Cristo é apenas em algum grau reconhecido, e é chamado de um Redentor apenas no nome, enquanto que no recurso entretanto é tido que algum outro trimestre de justiça, santificação e salvação, ele é expulso da fundação, e espúrias (176) pedras são substituídos em seu quarto.
É desta forma que papistas agir, que roubá-lo de quase todos os seus ornamentos, deixando-o quase nada, mas o nome nua. Essas pessoas, então, estão longe de ser fundada em Cristo. Porque, assim como Cristo é o fundamento da Igreja, porque ele é a única fonte de salvação e vida eterna - porque nele podemos vir a conhecer Deus, o Pai - porque nele temos a fonte de todas as bênçãos; se ele não é reconhecido como tal já não é considerada como a fundação1 Coríntios 1:30

Mas pergunta-se - "Cristo é apenas uma parte, ou simplesmente o início da doutrina da salvação, como a fundação é apenas uma parte do edifício; pois, se assim fosse, os crentes só teria seu início em Cristo, e seria aperfeiçoado sem ele. Agora, isso pode parecer Paul íntimo "Eu respondo que não é esse o significado das palavras.; caso contrário ele iria contradizer a si mesmo quando ele diz em outro lugar, que "nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e conhecimento. "(Colossenses 2: 3). Ele, então, que aprendeu Cristo (Efésios 4:20), já está completa em todo o sistema de doutrina celestial. Mas, como o ministério de Paulo tinha contemplado em vez da fundação do Corinthians do que a levantar-se entre eles do top-pedra do edifício, ele simplesmente mostra aqui o que ele tinha feito em relação a ele ter pregado Cristo em pureza. Com relação a si mesmo, portanto, ele chama-lhe a fundação, enquanto ao mesmo tempo ele não assim, excluí-lo do resto do edifício. Em suma, Paulo não colocar qualquer tipo de doutrina, em oposição ao conhecimento de Cristo, mas, pelo contrário, existe uma comparação entre ele e os ministros.Colossenses 2: 3Efésios 4:20

Verso 12
12. Agora, se alguém construir em cima deste fundamento Ele ainda mais longe persegue a metáfora. Ele não teria sido suficiente para têm lançado os alicerces se toda a superestrutura não correspondia; por assim dizer uma coisa absurda para levantar uma estrutura de materiais vis sobre uma base de ouro, por isso estavam muito penal para enterrar Cristo sob uma massa de doutrinas estranhas. (177) por ouro, em seguida, e de prata, e pedras preciosas, ele quer dizer doutrina digna de Cristo, e de tal natureza como para ser uma superestrutura correspondente a tal fundação. Não vamos imaginar, no entanto, que esta doutrina é parte de Cristo, mas, pelo contrário, vamos entender que temos de continuar a pregar a Cristo até o término do edifício. Só devemos observar ordem, de modo a começar com a doutrina geral, e mais artigos essenciais, como as fundações, e depois ir para admoestações, exortações, e tudo o que é requisito para a perseverança, a confirmação, e avanço.

Como não há um acordo, portanto, tanto quanto ao significado de Paulo, sem qualquer controvérsia, segue-se, por outro lado, que, madeira, palha e feno doutrina, destina-se não responder à fundação, como é forjada no cérebro dos homens, e é impulso em cima de nós como se fosse os oráculos de Deus. (178) Porque Deus terá sua Igreja treinados pela pura pregação da palavra dele, e não pelos artifícios de homens, dos quais espécie também é aquele que não tem tendência para edificação, como por exemplo curioso perguntas, Tito 1: 4(Tito 1: 4,), que geralmente contribuem mais para ostentação, ou algum apetite tolo, do que para a salvação dos homens.

Ele adverte-lhes que o trabalho de cada homem irá um dia se manifeste de que tipo é, no entanto, pode ser por um tempo escondido, como se ele tivesse dito: "Com efeito, pode acontecer que trabalhadores sem princípios podem, durante um tempo enganar, por isso, que o mundo não percebe o quão longe cada um tem trabalhado fielmente ou fraudulentamente, mas o que é agora, uma vez que foram enterrados nas trevas deve necessariamente vir à luz, e que é hoje glorioso aos olhos dos homens, deve antes de o rosto de Deus cair, e ser considerado como sem valor ".

O versículo 13
13. Para o dia a demonstrará Na tradução de idade é o dia do Senhor, (179), mas é provável que as palavras do Senhor foram adicionados por alguém à guisa de explicação. O significado, sem dúvida, é completa sem que disso. Para com propriedade damos o nome de dia ao tempo em que trevas e obscuridade são dissipadas, ea verdade é trazida à luz. Por isso, o apóstolo nos adverte, que não pode permanecer sempre um segredo que agiram de forma fraudulenta na obra do Senhor, ou que tenham se realizado com fidelidade, como se ele tivesse dito: "A escuridão não permanecerá sempre: a luz vai um dia irromper; que fará com que todas as coisas manifesto "Naquele dia, eu próprio, é de Deus. - não do homem, mas a metáfora é mais elegante, se você ler simplesmente - o dia, porque Paulo desta maneira transmite a idéia, que os verdadeiros servos do Senhor não pode sempre ser distinguidos com precisão de falsos trabalhadores, na medida em que virtudes e vícios são escondidos pela escuridão da noite. Naquela noite, no entanto, nem sempre continuar. Para ambição é cego - favor do homem é cego - o aplauso do mundo é cego, mas essa escuridão Deus dissipa depois em seu próprio tempo. Tome nota, que ele sempre descobre a garantia de uma boa consciência, e com uma magnanimidade inconquistável despreza juízos perversos; primeiro, a fim de que ele pode chamar de volta o Corinthians de aplauso popular para uma regra de direito de julgamento; e em segundo lugar, com a finalidade de confirmar a autoridade de seu ministério.

Porque será revelada pelo fogo. Paul tendo falado da doutrina metaforicamente, agora também se aplica metaforicamente o nome de fogo para a própria pedra de toque da doutrina, que as partes correspondentes do comparação pode harmonizar com o outro.
 O fogo, em seguida, aqui quis dizer é o Espírito do Senhor, que tenta por sua pedra de toque que a doutrina se assemelha a ouro e que se assemelha a restolho Quanto mais próximo da doutrina de Deus é trazido a este fogo, tanto mais brilhante será o seu brilho. Por outro lado, o que teve a sua origem na cabeça do homem vai desaparecer rapidamente, (180) como a palha é consumida pelo fogo. Há também parece ser uma alusão ao dia do qual ele faz menção: "Não somente as coisas que vã ambição, como uma noite escura, escondido entre os coríntios, ser trazidas à luz pelo brilho do sol, mas haverá também ser um ponto forte do calor, não só para secar e limpar afastado o lixo, mas também para queimar tudo errado. "Para no entanto os homens podem olhar sobre si próprios, como fazendo julgamentos agudas, seu discernimento, não obstante, não mais distante do que a aparência atinge , que, na sua maior parte, não tem solidez. Não há nada, mas que dia em que os apelos Apóstolo, que testa tudo para o rápido, não apenas pelo seu brilho, mas também por sua chama ardente.

Verso 14
14. Se a obra de alguém permanece, ele receberá uma recompensa. Seu significado é que aqueles que são tolos que dependem de estimação do homem, de modo a contar o suficiente para ser aprovado pelos homens, para só então é que o trabalho tem elogio e recompensa - quando se tem resistido ao teste do dia do Senhor Daí ele exorta seus verdadeiros ministros para ter um olho para. naquele dia Pois pela palavra continua a ser, ele sugere que as doutrinas voar sobre como se estivesse em um estado instável, nay mais, como bolhas vazias, brilham por um momento, até que eles passaram a ser exaustivamente testado. Daí segue-se que temos de contar como nada todos os aplausos do mundo, o vazio do que vai no pouco ser exposto pelo julgamento de céu.

Verso 15
15.. Se a obra de alguém se queimar É como se ele tivesse dito: Que nenhum homem lisonjear-se pelo facto de, na opinião dos homens, ele é contado entre os mais eminentes mestres construtores, pois assim que o dia quebra em, todo o seu trabalho deve ir totalmente para nada, se não for aprovado pelo Senhor. Este, então, é a regra para que o ministério de cada um requer para serem conformes.
Alguns explicam isso de doutrina, de modo que ζημιουσθαι (181) significa simplesmente a perecer, e então o que se segue imediatamente que eles vêem como referindo-se à fundação, porque no grego θεμελιος (fundação) é no gênero masculino. Eles não, no entanto, suficientemente atender a todo o contexto. Para Paulo nesta passagem sujeitos a julgamento, não a sua própria doutrina, mas a dos outros. (182) Por isso, estavam fora de lugar para fazer uma menção no momento da fundação. Ele afirmou um pouco antes, que o trabalho de cada homem será julgado pelo fogo. Ele vem depois de afirmar uma alternativa, que não deve ser prorrogado para além dessa observação geral. Agora é certo que Paulo falou lá simplesmente da estrutura que tinha sido erguida sobre o fundamento. Ele tem já na primeira cláusula prometeu uma recompensa a bons mestres construtores, (183) cujo trabalho deve ter sido aprovado de. Daí o contraste na segunda cláusula se adapte admiravelmente bem - que aqueles que têm misturado palha ou madeira, ou palha, ficarão desapontados do elogio que eles esperavam.

Ele mesmo será salvo, etc. É certo que Paulo fala daqueles que, enquanto sempre mantendo os fundamentos, mistura de feno com ouro, com prata palha e madeira com pedras preciosas - isto é, aqueles que constroem sobre Cristo, mas em conseqüência da fraqueza da carne, admitir algo que é do homem, ou por ignorância desviar de alguma forma a partir da pureza estrito da palavra de Deus. Tais eram muitos dos santos, Cipriano, Ambrósio, Agostinho e afins. Acrescente a esses, se você escolher, desde aqueles de tempos mais tarde, Gregory e Bernard, e outros desse selo, que, enquanto eles tinham por objecto a construir sobre Cristo, que, no entanto, muitas vezes desviar-se do sistema de direito de construção. Tais pessoas, diz Paulo, poderia ser salvo, mas nesta condição - se o Senhor limpou sua ignorância, e purgou-los de toda escória.

Este é o significado da cláusula como pelo fogo. Ele quer dizer, portanto, íntima, que ele não tirar-lhes a esperança da salvação, desde que voluntariamente submeter-se a perda de seu trabalho, e são removidos pela misericórdia de Deus, como o ouro é refinado na fornalha. Mais distante, embora às vezes Deus purifica o seu próprio povo por aflições, mas aqui pelo nome de fogo, eu entendo a pedra de toque do Espírito, pelo qual o Senhor corrige e remove a ignorância de seu povo, por que eles foram para um tempo mantido em cativeiro . Estou ciente, de fato, que, muitos se referem à esta cruz, (184), mas estou confiante que a minha interpretação vai agradar a todos os que estão de bom senso.

Resta, que dê uma resposta de passagem para os papistas, que se esforçam a partir desta passagem para sustentar Purgatório. "Os pecadores (185) a quem Deus perdoa, passar pelo fogo, para que possam ser salvos." Daí que, desta forma sofrem castigo na presença de Deus, de modo a dar satisfação a sua justiça Eu passarei por cima de suas ficções intermináveis ​​em A referência à medida de punição, e os meios de redenção deles, mas eu pergunto, quem são os que passam pelo fogo? Paul certamente fala de ministros sozinho. "Não é a mesma razão," eles dizem, "como a todos." Não é para nós (186), mas para Deus julgar quanto a este assunto. Mas, mesmo concedendo-lhes isto, como infantilmente tropeçam no fogo prazo.
Para a que é este fogo, (187), mas para queimar a palha e feno, e, por outro lado, para provar a ouro e prata. Será que eles quer dizer que as doutrinas se discernem pelo fogo de seu purgatório? Quem já aprendi com isso, que diferença há entre verdade e falsidade? Mais adiante, quando virá o dia em que vai brilhar de forma a descobrir a obra de cada um? É que começou no início do mundo, e isso vai continuar sem interrupção até o fim? Se os termos palha, feno, ouro e prata são figurativas, como eles devem necessariamente permitir, que a correspondência haverá entre as diferentes cláusulas, se não houver nada figurativa no fogo prazo? Fora, pois, com tais ninharias bobo, que carregam seu absurdo em sua testa, para o verdadeiro significado do apóstolo é, penso eu, suficientemente manifesto.

Verso 16
16. Não sabeis vós, etc. Tendo admoestou os professores quanto ao seu dever, ele agora dirige-se aos alunos - que eles, também, pode tomar cuidado de si mesmos. Para os professores, ele havia dito: "Vocês são os mestres construtores da casa de Deus." Ele agora diz às pessoas: "Vocês são os templos de Deus. É a sua parte, por isso, tomar cuidado para que você não ser , de alguma forma contaminado. "Agora, o projeto (190) é que eles não podem se prostituir ao serviço dos homens. Ele lhes confere distinta honra em falar assim, mas é a fim de que eles sejam o mais repreensível; pois, como Deus tem separá-las como um templo para si mesmo, ele tem ao mesmo tempo designado-os a ser guardiões de seu templo.
 É um sacrilégio e, em seguida, se eles se entregam ao serviço dos homens. Ele fala de todos eles coletivamente como sendo um templo de Deus; para cada crente é uma pedra viva, (1 Pedro 2: 5), para o que eleva acima do edifício de Deus. Ao mesmo tempo, eles também, em alguns casos, receber individualmente o nome de templos Vamos encontrá-lo um pouco mais tarde (1 Coríntios 06:19) repetindo o mesmo sentimento, mas para outra finalidade. Para naquela passagem que trata da castidade; mas aqui, por outro lado, ele exorta-os a ter sua fé repousa sobre a obediência de Cristo. O interrogatório dá ênfase adicional; pois ele dá a entender indiretamente, que ele lhes fala de uma coisa que eles sabiam que, enquanto ele apela para eles como testemunhas.1 Pedro 2: 51 Coríntios 6:19

. E o Espírito de Deus Aqui nós temos a razão por que eles são o templo de Deus Por isso e deve ser entendido no sentido porque (191) Esta é habitual, como nas palavras do poeta - "tu ouviu, e que tinha . sido relatado "" Por esta razão, "ele diz," vós sois os templos de Deus, pois Ele habita em você, pelo seu Espírito; para nenhum lugar impuro pode ser a morada de Deus. "Nesta passagem temos um testemunho explícito para manter a divindade do Espírito Santo. Para se ele fosse uma criatura, ou apenas um presente, ele não iria fazer-nos templos de Deus, por que habita em nós. Ao mesmo tempo, nós aprendemos, de que maneira Deus comunica-se a nós, e por aquilo tie somos obrigados a ele - quando ele derrama sobre nós a influência de seu Espírito.

Verso 17
17.. Se alguém corrompe o templo de Deus Ele subjoins uma ameaçando terrível - que, como o templo de Deus deve ser inviolável sagrado, que o homem, seja ele quem for, que corrompe-lo, não vai passar impunemente. O tipo de profanação da qual ele agora fala, é que, quando os homens intrometer-se, de modo a suportar regra da Igreja no lugar de Deus. Porque, assim como que a fé, que é dedicado à pura doutrina de Cristo, é chamado em outra parte espiritual castidade, 2 Coríntios 11: 2(2 Coríntios 11: 2,) para que ele também santifica nossas almas para a direita e adoração pura de Deus. Pois assim que estamos tinctured com as invenções dos homens, o templo de Deus é poluído, por assim dizer, com sujeira, porque o sacrifício da fé, que ele reivindica para si mesmo, é, nesse caso, se ofereceu para criaturas.

Verso 18
18. Ninguém se engane a si mesmo aqui ele coloca o dedo sobre a verdadeira chaga, como todo o mal se originou neste - que eles eram sábios em seu próprio conceito. Daí ele exorta-os a não se engane com a falsa impressão, por qualquer sabedoria arrogando para si mesmos - por que ele quer dizer, que todos estão sob um erro, que dependem de seu próprio julgamento.
 Agora, ele dirige-se, em minha opinião, para ouvintes, bem como professores. Para o ex-descoberto uma parcialidade para aqueles homens ambiciosos, e emprestou uma orelha a eles, (192), porque eles tinham muito exigente um gosto, de modo que a simplicidade do evangelho foi insípido ao seu gosto; enquanto o último voltado para nada, mas mostra, que eles possam ser, de alguma estimativa. Ele conformidade admoesta tanto para o efeito - "Que ninguém descansar satisfeito com a sua própria sabedoria, mas deixá-lo que cuida ser sábio, se louco neste mundo", ou, "Deixe-o que são distinguidas neste mundo pela reputação por sabedoria, por sua própria vontade esvaziar-se, (193) e tornar-se um tolo em sua própria estimativa. "

Mais distante, com estas palavras do Apóstolo não exige, que devemos renunciar completamente a sabedoria que é implantado em nós por natureza, ou adquiridos por uma longa prática; mas simplesmente, que submetê-la a serviço de Deus, de modo a não têm sabedoria, mas por meio de sua palavra. Para isso é o que se entende por se tornar um tolo neste mundo, ou em nossa própria estimativa - quando estamos preparados para dar lugar a Deus, e abraçar com temor e reverência tudo o que ele nos ensina, ao invés de seguir o que pode parecer-nos plausível. (194)

O significado da cláusula neste mundo, é como se ele tivesse dito - "De acordo com o julgamento ou opinião do mundo." Porque a sabedoria do mundo é esta - se considerar-nos capazes, por nós para tomar conselho a respeito de tudo assuntos Salmos 13: 2(Salmos 13: 2) para governar a nós mesmos, e para o gerenciamento de tudo o que tem a fazer - se não temos a dependência de qualquer outra (195) - se nós não sentem necessidade da orientação de outro, mas são competentes para nos governar. (196) Ele, portanto, sobre, por outro lado, é um tolo neste mundo, que, renunciando a seu próprio entendimento, permite-se ser dirigido pelo Senhor, como se com os olhos fechados - que, desconfiando de si mesmo, se inclina totalmente no Senhor, coloca toda a sua sabedoria nele, e rende-se a Deus na docilidade e submissão.
 É necessário que a nossa sabedoria deve desaparecer, desta forma, a fim de que a vontade de Deus pode ter autoridade sobre nós, e que temos de ser esvaziada de nossa própria compreensão, que pode ser preenchido com a sabedoria de Deus. Ao mesmo tempo, a cláusula (197) tanto pode ser feita em ligação com a primeira parte do verso, ou juntou-se com o último, mas como o significado não é muito diferente, eu deixo a cada um de escolher para si mesmo.

Verso 19
19. Porque a sabedoria deste mundo Este é um argumento tirado de coisas oposto. Para manter uma é para derrubar o outro. Como, pois, a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus, segue-se que não podemos ser sábio aos olhos de Deus, a menos que sejamos tolos na visão do mundo. Nós já explicamos 1 Coríntios 1:20(1 Coríntios 01:20) o que ele quer dizer com a sabedoria deste mundo; para perspicácia natural é um dom de Deus, e as artes liberais, e todas as ciências, através da qual a sabedoria é adquirida, são dons de Deus. Eles estão confinados, no entanto, dentro de seus próprios limites; para no reino celestial de Deus eles não podem penetrar. Portanto, eles devem ocupar o lugar da serva, não da amante: Mais ainda, eles devem ser encarado como vazio e sem valor, até que eles tornaram-se inteiramente sujeitas à palavra e Espírito de Deus.
Se, por outro lado, puseram-se em oposição a Cristo, que deve ser encarado pragas como perigosas, e, se eles se esforçam para realizar qualquer coisa de si, como o pior de todos os obstáculos. (198) Assim, a sabedoria do mundo, na aceitação de Paulo, é aquele que assume a própria autoridade, e não se deixa de ser regulamentado pela palavra de Deus, ou para ser subjugada, de modo a produzir-se em toda sujeição a ele. Até que, portanto, as questões vieram a este, que o indivíduo reconhece que ele não sabe nada, mas o que ele aprendeu de Deus, e, desistindo de seu próprio entendimento; resigna-se sem reservas a orientação de Cristo, ele é sábio na conta do mundo, mas ele é um tolo na estimativa de Deus.

Pois está escrito: Ele apanha os sábios Ele confirma isto de duas provas da Escritura, o primeiro dos quais é tomada a partir de Job 05:13Job 05:13, onde a sabedoria de Deus é exaltado por este motivo, que nenhuma sabedoria do mundo pode ficar antes de .

Agora é certo, que o Profeta fala lá daquelas que são astutos e astuto; mas como a sabedoria do homem é, invariavelmente, tal sem Deus, (199) é com razão que Paulo aplica neste sentido, - que tudo o que os homens têm de si mesmos sabedoria é contado de nenhuma conta, à vista de Deus. A segunda é de Salmos 94:11Salmos 94:11, onde David, depois de afirmar que somente em Deus o escritório e autoridade do Instrutor de tudo, acrescenta, que Ele conhece os pensamentos de tudo para ser vaidoso. Por isso, seja qual for a estimativa de serem detidos por nós , eles são, na opinião de Deus, vão Aqui nós temos uma passagem admirável para derrubar a confiança da carne, enquanto Deus do alto declara que tudo o que a mente do homem concebe e contrives é mera vaidade (200)

Verso 21
21. Portanto, ninguém se glorie nos homens Como não há nada que seja mais vaidosa do que o homem, como a segurança pouco existe em inclinando-se sobre uma sombra evanescente! Daí infere com propriedade a partir da instrução anterior, que não devemos glória nos homens, na medida em que o Senhor toma assim longe da humanidade universalmente cada fundamento de gloriar-me. Ao mesmo tempo esta inferência depende toda a doutrina que precede, tal como aparece dentro em breve. Porque, como nós pertencemos a Cristo, é com razão que ele nos ensina, que qualquer supremacia do homem, pelo qual a glória de Cristo é prejudicada, envolve sacrilégio.

Verso 22
22. Todas as coisas são suas. Ele passa a mostrar o lugar ea estação de professores deve ocupar (201) - de forma a não prejudicar de modo algum, a autoridade de Cristo, o Mestre. Portanto, assim como Cristo é o único mestre da Igreja, e que ele sozinho, sem exceção, é digno de ser ouvido, é necessário distinguir entre ele e os outros, como até mesmo o próprio Cristo testemunhou respeitando a si mesmo, Mateus 23: 8(Mateus 23: 8), e não outro é recomendado para nós pelo Pai a presente declaração honrosa, (202) "Ouvi-lo." Mateus 17: 5(Mateus 17: 5). Como, portanto, só ele é dotado de autoridade para nos governar por sua palavra, Paul diz que os outros são nossas - ou seja, que eles são nomeados por Deus com o ponto de vista da nossa tomada de uso deles - não que eles devem exercer o domínio sobre nossas consciências.
Assim, por um lado, ele mostra que eles não são inúteis, e, por outro lado, ele mantém em seu próprio lugar, que eles não podem exaltar-se em oposição a Cristo. O que ele acrescenta, como a morte, a vida, eo resto, é hiperbólica, no que diz respeito a passagem antes de nós. Ele tinha em vista, no entanto, a razão, por assim dizer, a partir da maior para a menor, desta maneira. "Cristo ter colocado em sujeição a nós vida e morte, e tudo mais, podemos duvidar, se ele não tem também fez os homens sujeitos a nós, para nos ajudar a por suas ministrações -. Não nos oprimem pela tirania"

Agora, se alguém aproveita a ocasião deste alegar, que os escritos tanto de Paulo e de Pedro estão sujeitos à nossa análise, na medida em que eles eram homens, e não estão isentos da sorte comum dos outros, eu respondo, que Paul, enquanto ele não por qualquer meio se poupar ou Peter, adverte o Corinthians para distinguir entre a pessoa do indivíduo, e a dignidade ou distinção de escritório. "Quanto a mim, visto como um homem, eu gostaria de ser julgada simplesmente como um homem, que só Cristo pode ter distinção em nosso ministério." Isso, no entanto, de uma maneira geral, temos de celebrar, (203) que todos que descarregar o escritório do ministério, são nossos, do mais alto ao mais baixo, de modo que temos a liberdade de reter o nosso parecer favorável à sua doutrina, até que eles mostram que é de Cristo.
 Para todos eles devem ser tentou, 1 João 4: 1(1 João 4: 1), e nós devemos dar a obediência a elas, apenas quando eles demonstraram de forma satisfatória se a ser servos fiéis de Cristo. Agora, como a Pedro e Paulo, este ponto é além de toda a controvérsia, e que o Senhor nos ter decorado com evidências amplamente suficiente, que a sua doutrina veio adiante Dele, quando recebemos como um oráculo do céu, e venerar tudo o que eles entregaram para nós, nós não ouvimos tanto eles, como Cristo nelas falando.

Verso 23
23. Cristo é de Deus Essa sujeição relaciona-se com a humanidade de Cristo, pois, tomando sobre si a nossa carne, assumiu "a forma" e condição "de um servo", que ele poderia tornar-se obediente ao Pai em todas as coisas. (Filipenses 2: 7). E certamente, para que possamos unir a Deus por meio dele, é necessário que ele tem Deus como seu cabeça (1 Coríntios 11: 3.) Devemos observar, no entanto, com que intenção Paul adicionou este . Pois ele nos admoesta, que a soma de nossa felicidade consiste nisto, (204) que estamos unidos a Deus, que é o principal bem, e isso é feito quando estamos reunidos sob a cabeça que o nosso Pai celestial não definiu sobre nós . No mesmo sentido, Cristo disse aos seus discípulos:Filipenses 2: 71 Coríntios 11: 3

"Ye deveriam alegrar-me, porque eu vou para o Pai,
pois o Pai é maior do que eu," João 14:28(João 14:28,)

porquanto ali ele se colocou diante como o meio, através do qual os crentes vêm para a fonte original de toda bênção. É certo, que aqueles são deixadas destituídos de que a bênção de sinal, que partem da unidade da cabeça. (205) Assim, esta ordem das coisas se adapte a conexão da passagem - que os sujeitos se a Cristo somente, que desejam permanecer sob jurisdição de Deus.

FONTE comentario biblico do novo testamento João Calvino